segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo 



Toca o celular. Selton atende e ouve uma voz conhecida, mas de péssimas lembranças. 


— Alô, Selton? 


Ele desliga o celular. Queria evitar conversa com aquela senhora desagradável. O celular tocou novamente. 

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Por dudu oliva




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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Acabado o ano de 2012, resta-me desejar-vos um ótimo 2013, cheio de saúde, paz, e mais alguma coisa que cada um de vós precise.
Este link, representa o Plano de Emissões dos CTT-Correios de Portugal, saídas durante todo este ano.

http://issuu.com/sfaac/docs/plano_emissoes_2012/1#share

Mais uma vez votos de Boas Festas a todos os Leitores da minha rubrica.
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo



— Ho ho ho! O que você vai querer de Natal, meu filho?
— Um emprego e uma namorada.
— Ho ho ho! O emprego é pro seu pai?
— Não. É para mim mesmo.
— Você? Mas tu és tão novo, meu filho?
— Novo? Mas eu já tenho 32 anos, Papai Noel!  Meu pai tá me cobrando isso há dez anos! Antes fazia chantagem pelo emprego. Agora está exigindo que eu me case!
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Por dudu Oliva


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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões


Noutros tempos, aqueles em que não tínhamos um aparelho destes para mandar mensagens, fazer blogues, ou consultar uma outra página da Internet, o que fazíamos?
Noutros tempos, por esta altura, a época Natalícia, dirigia-mo-nos a uma papelaria, compraríamos um postal de Natal, escreveríamos os nossos desejos de Boas Festas, meteríamos o postal dentro de um envelope dirigido à Família ou aos Amigos, íamos aos Correios, compraríamos um selo que colocaríamos na carta, e enviávamos aos destinatários.
Hoje já não é bem assim.
Embora tenha lido que os correios tiveram um aumento de cartas nesta quadra, os meios eletrónicos continuam a ser os mais apetecíveis, pois chegam ao destino mais rapidamente. 
Mas eu, como filatelista, tenho aqui uns tantos postais de Natal que faço questão de os enviar pela maneira tradicional. Colar o selo!
Aquele sabor à goma... Desculpem a frase, mas dá gozo lamber um selo e colá-lo numa carta!
Lembra-nos o tempo em que milhões de cartas circulavam pelo mundo com milhões de selos colados ao invés de milhões de e-mails circulados pela Internet.
Por isso, caros amigos Leitores: Façam como eu. Enviem as Boas Festas à boa maneira tradicional, colando o selo no postal ou no envelope. Assim, estão a contribuir para que este não se extinga.
Com este apelo, desejo-vos a todos um Feliz Natal!
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Por dudu oliva




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sábado, 8 de dezembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo



Nunca se atrasava, mas era sempre o último a chegar. Na escola, na faculdade, no trabalho, nos eventos familiares... na vida.

Zulmiro era o último filho de cinco irmãos. Quando a sua mãe estava grávida, várias colegas de trabalho dela também esperavam seus filhos. Algumas esperavam o primeiro, outras o segundo e as demais, o terceiro. Uraniana esperava seu último. Depois que Zulmiro nasceu, teve uma complicação no parto e ficou estéril.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Por dudu oliva





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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

A Filatelia não é só o ato de colecionar selos. Podemos fazer dela, outras atividades.
Escrever, seja em blogues, páginas da internet, jornais, revistas, livros, é uma forma de difundir a Filatelia. Porém, as conferências, palestras, alocuções, são também outra forma de divulgar.
Há até a possibilidade de fazer um estudo paralelo entre países e a forma de colecionar em cada um deles.
A partir deste estudo, podemos chegar a várias conclusões e, além disso, poder editar um livro, um artigo sobre o assunto.
Chama-se a isto colaboração.
Entre dois ou mais países, poder-se-ão fazer estudos comparativos das formas de colecionismo de cada um, com explicações, imagem, e porque não video-conferência?
Publicar estes estudos de forma a que outros colecionadores  e público em geral tenham uma noção daquilo que se pratica ao nível do colecionismo filatélico noutros países.
É isto que penso fazer num futuro próximo, e, caso o(s) meu(s) colaborador(es) não se importar(em), deixarei aqui umas postagens para que as possam ler e tirar as vossas conclusões.
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo




Foi chamado para trabalhar na afiliada da maior emissora de televisão do Brasil. O diretor de jornalismo ligou pra ele e marcou uma entrevista para o dia seguinte. Confiante, Orlando teve que se deslocar de Teresópolis até Nova Friburgo, em uma desconfortável viagem de uma hora e meia de ônibus.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões


Cerca de um milhão de selos vão divulgar por todo o mundo a Engenharia Portuguesa por ocasião dos 75 anos da Ordem dos Engenheiros. Os Correios de Portugal associaram-se ao evento e na próxima sexta-feira, no encerramento das comemorações do aniversário da Ordem dos Engenheiros, vão ser lançados seis selos e um bloco com design da autoria de João Machado.


Como refere o bastonário da Ordem dos Engenheiros na pagela divulgadora da série: “Os selos desta emissão filatélica representam as especialidades de engenharia formalmente estruturadas na Ordem dos Engenheiros e, historicamente, as que reúnem maior representatividade no País.”
O selo de 0,32 euros reproduz a Ponte Vasco da Gama representando a engenharia civil, geológica e minas, já o selo de 0,47 euros apresenta uma sequência de postes de alta tensão, representando a engenharia electrónica e informática, por sua vez o selo de 0,57 euros está ilustrado com o casco de um barco, representado a engenharia naval e mecânica.
Enquanto o selo de 0,68 euros reproduz os materiais químicos e biológicos, o selo de 0,80 euros apresenta a floresta agronómica e por último o selo de 1 euro representa a engenharia geográfica e ambiental.

Aceda aqui a toda a série filatélica.

In: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/selos-assinalam-75-anos-da-ordem-dos-engenheiros
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terça-feira, 27 de novembro de 2012


Por Hemerson Miranda



Ela sentou-se no peitoril da janela arrumando seu vestido florido para que suas coxas não tocassem na superfície fria. Acabara de sair do banho, se vestira, se penteara e seu corpo ainda exalava o cheiro gostoso do sabonete. Um livro de Pablo Neruda na mão, cujo braço se apoiava no joelho da perna que levantara para colocar o pé também no peitoril. Seu polegar marcava a página em que havia parado a leitura, mas seus olhos contemplavam a rua de pedras cinzas lá embaixo.

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sábado, 24 de novembro de 2012

Por Gustavo do Carmo


Ser sincero é correr o risco de ser condenado ao fracasso.
Ser sincero virou motivo de piada. Tema de programa humorístico.
É preciso pedir aos outros para falar com sinceridade. Mas quando você pede, não é atendido.
Tem aqueles que falam com sinceridade sem você pedir. Sem sequer ter pedido uma opinião. Mas, na verdade, estão é te julgando.
Seja franco. Confesse todos os erros que você cometeu. Vai perder a confiança de quem ouviu a sua confissão.
Se sinceridade fosse uma qualidade, os pais nos ensinariam desde cedo.
Eles ensinam a sermos honestos e não mentir. Não a ser sincero.
Por isso reprovam quando você é sincero com uma tia gorda ou com um primo feio.
Ser sincero para a sociedade é ser infantil. Por isso que as crianças são as pessoas mais sinceras que existem.
Não exija sinceridade de um amigo. Muito menos uma satisfação dele. Vai achar que você está cobrando. E ninguém gosta de ser cobrado.
Advogado não pode ser sincero. Vendedor não pode ser sincero. Postulante de emprego, muito menos.
Por isso, a sinceridade não vende. Não vende porque não presta?
Deve ser porque não serve.
Sinceridade não vale a pena.
Por isso, temos que ser falsos. Falsos como a sociedade.
A gente finge que é sincero.
Para ser sincero é preciso ser corajoso.
Não ter medo de perder
amigos, amores, empregos, oportunidades, negócios,
confiança, dignidade.
Pois você se arrisca a tudo isso.
Ser sincero é correr o risco de ser condenado ao fracasso.

Sinceramente...
Este texto está uma merda.
Não sei onde eu estava com a cabeça para escrever esta reflexão da sinceridade.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Por dudu oliva




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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões


Sempre modesto leal e dedicado, o pombo correio foi protagonista de muitos e diversos episódios da História da Humanidade, desde tempos imemoriais até ao Sec XXI.


Ave sensível e pacífica, de voo sereno e alegre, o pombo foi visto como uma ave sagrada por alguns povos e enaltecido por outros como animal protector. A pomba é hoje universalmente conhecida como símbolo da paz.

Darwin afirmava que o pombo doméstico já é mencionado durante a 5ª dinastia egípcia, ou seja 4.000 anos antes da nossa era. Mas, de facto, ninguém sabe dizer com certeza quando é que o pombo foi domesticado e utilizado pelo homem como portador de mensagens. Mas, sabe-se, que já Salomão mandou espalhar pombais por vários sítios do seu império para assim ser informado rapidamente do que se passava. Por sua vez, os gregos, que tinham aprendido com os caldeus e com os israelitas as vantagens dos pombos mensageiros, organizaram serviços de correspondência que lhes permitiram passar informação entre locais distantes. Esta rede era particularmente relevante durante os jogos olímpicos, para comunicar os resultados das competições. Dois mil e quinhentos anos depois, nas primeiras décadas do Sec.XX, quando o futebol se estava a implantar, também foram usados os pombos correios para comunicar resultados dos desafios.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012





O dia todo fora meticulosamente preparado para aquela noite. Ela já voltara do salão, onde pediu para deixarem seu cabelo liso e de uma cor cativante. As unhas das mãos e pés estavam perfeitas a seus olhos. O batom sutil nos lábios demonstrava suas reais intenções. Preparava a mesa com sua melhor toalha, seus melhores talheres e guardanapos. Metodicamente analisava cada detalhe. Não queia que nada estragasse aquela noite. Aquele jantar seria muito especial.

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sábado, 17 de novembro de 2012

Microcontos de Gustavo do Carmo


Pós-parto
Depois que nasceu, seus pais tiveram depressão pós-parto. Cresceu e virou psicólogo, profissão que começou a exercer aos três anos de idade, com os próprios pais. 


Galo
Abaixou a crista. O galo estava em depressão


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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Por dudu oliva


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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

O meu livro já tem capa.
Não a vou mostrar, pois perderia a graça.
Assim, quando o livro for editado, ficarão a saber todos os detalhes.
Tenho também já em mente a continuação da saga "Teclas", tudo relacionado com a  Filatelia.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012





Eu me vi sentado naquele chão frio. Olhei pro lado e contemplei a angústia se arrastando até mim. Meus pulsos doíam por causa de correntes imaginárias que me prendiam ao meu desespero. Divisei a nulidade de meus esforços. Num impulso, coloquei a mão no peito e depois na garganta. Algo vindo de dentro me sufocava. Tentei gritar e só ouvi o silencio. Então, num torpor visceral, eu rasguei meu peito com as unhas, depois com os dedos arranquei minha carne até extirpar de dentro de mim aquele sentimento que me atormentava.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Por dudu oliva



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quinta-feira, 8 de novembro de 2012



A evolução do selo português, desde o seu aparecimento em 1853, até à implantação da República a 5 de outubro de 1910.
Reparem nos vários monarcas, como os selos foram evoluindo, sem denteado, depois com denteado.

João Paulo Mesquita Simões
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sábado, 3 de novembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo





Cancelou a assinatura do jornal. Levou um esporro da sua mãe, que foi dramática:

— Por que você cancelou a assinatura do jornal, meu filho? Você gostava tanto!
— Agora não gosto mais. Enjoei. E ainda por cima o jornal está me tomando tempo e atrasando o meu trabalho na internet.
— Então não leia!  Ou deixe pra ler depois!
— Mas aí eu vou gastar dinheiro à toa com a mensalidade. E quando eu tiver tempo pra ler, ele já vai estar passado.
— Você sabe muito bem que eu leio. Agora como eu vou descer pra comprar o jornal todos os dias? Sabe que eu não tenho mais idade pra andar na rua. Você nem me deixa mais sair de casa sozinha! Agora vai ter que comprar o jornal na rua todos os dias pra mim, então.
Benvindo pegou o telefone sem fio da base e o deu para a mãe.
— Toma. Liga você e refaça a assinatura no seu nome.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Por dudu oliva




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quinta-feira, 1 de novembro de 2012


João Paulo Mesquita Simões

Está em fase de execução, o meu livro Teclas, o filatelista.
O seu lançamento está previsto para dezembro.
Deixo um esboço da capa...
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terça-feira, 30 de outubro de 2012




A hora da despedida chegara. Ele sabia que esse momento chegaria, mas não tão cedo. Desde que a conhecera que ele esperava. Kamila. Ele falou o nome alto pra sentir o gosto na língua, ouvir o som e sentir o cheiro. Kamila. Ele repetiu e sua boca encheu-se de água.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Por dudu oliva





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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

No ano em que celebramos a consagração do Fado como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a presente emissão filatélica presta homenagem a esta tradição viva que partilhámos com o mundo através da arte de diferentes gerações de criadores. Herdeiro de uma dimensão temporal aproximada de duzentos anos, o Fado continua hoje a construir-se e a recriar-se, em pleno século XXI. Tradição viva, com raízes profundas e presença estruturante na história do País, o Fado foi, desde a sua génese, no século XIX, capaz de integrar influências poéticas, musicais, culturais e tecnológicas diversificadas, desenhando um percurso de gradual consagração, ao longo do qual ultrapassou todas as fronteiras a que inicialmente foi sujeito.






Selos

€0,32 - 235 000



€0,47 - 145 000



€0,57 - 135 000



€0,68 - 185 000



€0,80 - 135 000





In: E-mail recebido dos CTT



2 x €1,00 - 2 x 145 000
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sábado, 20 de outubro de 2012



Por Gustavo do Carmo
Conto originalmente publicado em 16/7/2011

Toca o telefone de um apartamento de classe média no Rio de Janeiro. O dono da casa, cansado depois de um dia cheio de trabalho, quase dormindo, vai atender. Um silêncio no outro lado da linha e um ruído de escritório. Enfim, uma mulher de sotaque paulista fala:

— Eu queria falarr com o senhorr Jacinto Rego Aquino Leite?
— É ele. Rosna.
— Boa tarrde, Jacinto. Quem está falando é Renata do provedorr Sampa OnLine. O senhorr pode estar nos dando alguns minutos da sua atenção?
— Não. Minha filha. Não posso. Cheguei cansado do trabalho e estou quase dormindo. Estou de pé desde as cinco da manhã.
— Senhorr, esta ligação é imporrtante.
— NÃO QUERO ASSINAR NADA, PORRA!!!

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

por dudu oliva





Eu não entendo. Eu não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Eu sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. Bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: eu quero entender um pouco, não demais. Mas pelo menos entender que eu não entendo.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões




A 9 de Maio de 1912 inaugurou-se o 1.º Salão dos Humoristas Portugueses, momento importante para a história da arte e da cultura portuguesa novecentistas. A exposição decorreu em Lisboa, ao Chiado, onde o Grémio Literário abriu as portas para acolher as obras de vinte e oito artistas. Inusitadamente, recebeu a visita de Manuel de Arriaga, Presidente da jovem República, fazendo eco na imprensa da época, que terá procurado adquirir uma peça de cada um dos expositores. O evento resultava dos esforços da Sociedade de Humoristas Portugueses, constituída no ano anterior, sob a emblemática presidência de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, filho e sucessor do notável artista Rafael Bordalo Pinheiro, já desaparecido, homenageado com dezoito litografias da sua autoria, à entrada do Salão. Outros dois nomes, também já falecidos, foram igualmente recordados: Francisco Teixeira e, de maior relevo, Celso Hermínio. Mas, a presença do mestre Rafael Bordalo cumpria um outro sentido, servindo de «caução» a toda esta geração de bordalianos e, sobretudo, aos novos humoristas de traço modernista.
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sábado, 13 de outubro de 2012

Gustavo do Carmo 


Discussão
O menino espantou-se com a discussão violenta dos pais. Perguntou se eles estavam brigando.
— Não, meu filho. Estamos ensaiando. Respondeu a mãe.
— Mas vocês não são atores.


Visão
— Eu vejo gente que se entorta. Disse o menino na platéia do circo durante o número do contorcionista.


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sexta-feira, 12 de outubro de 2012



Por dudu oliva



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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões


A criatividade das crianças é muito fértil desde que os deixemos divagar à sua vontade. Têm uma imaginação prodigiosa e, a partir de um tema dado, vão buscar milhentas coisas.

Questionam vezes sem conta os mais velhos, dialogam uns com os outros, por vezes berrando até. Mas o que sai das suas pequenas grandes cabeças é o exemplo das imagens destes selos.

Há que entender a Criança. O pedagogo deve deixá-la fluir. Os pais também.

Só assim, se consegue combater a literacia do nosso povo.

Criando, a criança está a contribuir para o seu desenvolvimento inteletual e para o seu futuro, pois serão elas os Homens e Mulheres de amanhã que se espera bem melhor do que os tempos que vivemos hoje.

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sábado, 6 de outubro de 2012


Conto de Gustavo do Carmo, baseado na canção De Repente, Califórnia, de Lulu Santos e Nelson Motta



Anunciou para a namorada que iria pra Califórnia. Sonhava viver a vida sobre as ondas. Ser artista de cinema. Achava que o seu destino era ser star.

Se imaginava com o vento beijando seus cabelos, as ondas lambendo suas pernas, o sol abraçando o seu corpo e acreditava que seu coração cantava feliz...

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Por dudu oliva



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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Tenho, no meu blogue, um questionário que coloco com certa periodicidade.
A questão que coloquei e está a votação até novembro, é se as pessoas sabem o que é um postal máximo.
Estive há pouco a consultar esse questionário, e fiquei surpreendido.
Há dois votos no "Não". As pessoas não sabem o que é um postal máximo.
Dado o exposto, vou deixar aqui para a Comunidade Brasileira e não só, o que é um postal máximo.
Quando nos Correios é emitido um selo comemorativo, é possível fazer também o seu postal bem como o carimbo de primeiro dia.
Assim, a junção do postal com o selo colado e o carimbo todos referentes ao mesmo tema, é um postal máximo.
Em 2010, comemorou-se o Centenário da Implantação da República.
Deixo uma imagem de um postal máximo, onde podem observar a mulher que simbolizou a República, o selo com o seu busto e o carimbo também com o seu busto.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012


Por dudu oliva





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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Localizada no coração do Oceano Atlântico, a ilha da Madeira, com 57 km de comprimento e 23 km de largura, apresenta-se como a terapia ideal para todos aqueles que necessitam de recuperar do stress citadino, que ambicionam uma reconciliação com a natureza através de deslumbrantes caminhadas a pé e que pretendam usufruir de um serviço de qualidade exercido por profissionais exímios.

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sábado, 22 de setembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo




Fazia frio em São Paulo. Não que ela precisasse usar o sobretudo que vestia, mas era preciso manter a elegância. Ou melhor, a prepotência. Atravessou a porta automática de vidro do Hospital Central Diamond. O ar condicionado garantia a manutenção da vestimenta imponente... no Rio de Janeiro, onde acabara de desembarcar e fazia muito calor.

Anastácia precisava manter a prepotência. Ou melhor, a superioridade. A superioridade de vencedora. De quem, em um espaço de apenas um ano, era apenas uma dona-de-casa de Teresópolis, sem ambição, nem esperança de manutenção da estabilidade financeira. Foi indicada por uma professora da pós-graduação e rapidamente se tornou estrela de um programa feminino em São Paulo.

Quando recebeu o convite, abandonou o marido doente que a sustentava (daí o medo de perder tudo) e a filha adolescente. Partiu para São Paulo com o novo namorado, o colega da mesma pós-graduação. Arrumou pra ele o cargo de operador de câmera do estúdio onde era apresentado o programa.

Severino tinha aparência rude e era natural de Belém do Pará, mas morava em Xerém. Por dentro, era um homem educado, inteligente, incrível, maravilhoso e evangélico. Tão evangélico que converteu Anastácia, ex-católica fervorosa, que ia à missa todos os domingos com a filha e o primeiro marido.

Anastácia caminhava em passos rápidos pelos corredores frios do hospital particular. A sola de madeira da sua bota italiana de salto alto batia forte sobre o piso de granito, criando uma melodia seca e ritmada.

O destino da caminhada esnobe de Anastácia era a Unidade de Terapia Intensiva, onde seu ex-colega e ex-amigo Guilherme padecia de câncer na tireóide. Guilherme amava Anastácia e não se separava dela e de Severino nas aulas da pós-graduação. Os dois eram os únicos com quem o doente falava na faculdade. Mas respeitava o casamento e a filha da já senhora de meia-idade, o que Severino não fez. Por isso, escondia o seu amor pela ex-amiga.

Junto a desconfiança que a apresentadora de programa feminino tinha dos sentimentos de Guilherme, ela o achava chato, grudento, pedante e encostado. Por isso, se afastou, com apoio de Severino, que se dizia amigo dele. Fugia quando apareciam os trabalhos em grupo, o que deixou Guilherme bastante estressado e magoado.

Ao fracassar na matéria prática de vídeo, da mesma professora que indicou Anastácia para o programa feminino em São Paulo, e ficar sem grupo na outra cadeira, Guilherme abandonou a pós, mesmo com os falsos apelos de outros colegas e da coordenadora. Só faltavam esses dois módulos. Mesmo assim, Guilherme desistiu.

Depois disso, a loja de auto-peças do seu pai quebrou, o terceiro livro que pagou para publicar não vendeu absolutamente nada e seu nódulo na tireóide evoluiu para um câncer. Enquanto isso, Guilherme escreveu um conto em que criticava os seus ex-amigos e publicou no seu blog.

Anastácia, que jamais lera um conto de Guilherme, leu justamente esse e, constrangida, jurou romper a amizade para sempre.

Por baixo da arrogância, prepotência, orgulho, ar de superioridade e esnobismo, brotou a culpa. Dez anos depois, procurou aliviar a consciência. Ao procurá-lo, descobriu que o câncer de Guilherme agravou-se e ele estava internado na UTI, custeado pela irmã bem-sucedida na estatal de petróleo.

Encerrou sua caminhada prepotente com toques de remorso quando viu porta da antessala da Unidade de Tratamento. Olhando pelo vidro, não reconheceu o ex-amigo em nenhum dos leitos. Viu dois vazios, em outros tinham uma idosa, um idoso, um senhor negro e, no último, alguém com a cabeça enfaixada, todo machucado.

Na recepção, perguntou se havia outro conjunto de UTIs. A atendente, para adiantar o serviço, pediu o nome do paciente. Após um minuto de batuques no teclado do computador do sistema, a moça respondeu.

— Guillherme Augusto Moraes de Carvalho? Ele ficou neste setor, sim! Mas faleceu há um mês.
— Obrigada.
— A irmã dele está sentada ali na frente, pra acompanhar a mãe, que é quem está internada aqui agora.
Virou-se para trás e viu uma mulher com menos rugas do que ela. Também estava bem arrumada, mas com roupas mais leves. Puxou conversa.
— Você que é a irmã do Guilherme?
— Sim, sou. Respondeu a mulher, com ar mais superior do que Anastácia.
— Eu sou Anastácia, colega de pós-graduação do seu irmão.
Ela estendeu a mão para a irmã do ex-amigo, que recusou o cumprimento.
— Eu sei, meu irmão não parava de falar de você. Morreu falando de você e do seu marido, Severino.
— Eu fiquei sabendo que ele teve câncer. Eu sinto muito.
— Quando ele estava vivo você não sentia nada por ele, né? Não precisa sentir agora, que já é tarde demais. Sorriu sarcástica, para depois perguntar. — Agora que você veio procurar ele? Depois de dez anos???
— É porque eu estava muito ocupada com o meu programa em São Paulo. Só agora tive um tempo para procurá-lo. E acabei descobrindo que a doença dele agravou e ele morreu, né? Eu queria pedir perdão por tudo que eu fiz, pela forma fria que eu comecei a tratá-lo e...
— Demorou dez anos para você encontrar um tempo para vir visitar o meu irmão? Dez anos para dar o apoio que ele precisava? Dez anos para perdoá-lo??? A irmã encerrou esta última frase com um grito. E continuou em voz alta, já cutucando o seu dedo sobre a blusa de seda de Anastácia. — Vocês, jornalistas, são arrogantes, mesmo! Prepotentes, esnobes, vagabundos! Agora é tarde! Tarde demais! Não precisa mais pedir perdão porque o meu irmão já está morto! Meu irmão que gostava tanto de você. Tinha tanto carinho por você. Sofreu quando você o rejeitou! Sofreu quando você foi embora pra São Paulo, bem-sucedida e ele fracassado. Sabia que a doença dele piorou por causa disso? Sabia? Agora está morto e enterrado. E a minha mãe está indo se encontrar com ele. Some da minha vida, antes que eu não responda por mim!
— Ok.

Anastácia já não tinha mais a prepotência, a arrogância e a superioridade vencedora da ex-dona de casa que largou a família para ser apresentadora. Despiu-se da elegância do sobretudo que trouxe de São Paulo para o Rio de Janeiro, silenciou a bota italiana, imóvel no piso de granito, e desabou na poltrona macia da recepção do Hospital Central Diamond em um choro incessante de culpa, que demorou dez anos para se manifestar. Tarde demais para ser dissipada.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Dudu Oliva



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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões
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Lubrapex integra Ano de Portugal no Brasil
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sábado, 15 de setembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo 
Publicado originalmente em 12 de março de 2008


Fazia oito horas que estava no shopping. Acompanhava a esposa que tentava fazer compras. Tentava porque, em cada loja que ela entrava, ficava uma hora experimentando vestidos e calçados. Não levou nenhum deles. Dizia que não ficavam bonitos nela. Mesmo provando mais de dez peças por boutique.

Até as seis primeiras lojas, Naldo a acompanhou. A partir da sétima, decidiu sentar-se no banco mais próximo ao lugar onde estivesse Sabrine. Não aguentava mais bater perna no shopping. Sabrine já não precisava e nem queria mais o marido ao seu lado, reclamando. Ela o autorizou a fazer o seu roteiro pelo shopping. Ele estava livre para ir a uma livraria, a uma banca de jornal, babar pelos aparelhos eletrônicos ou procurar alguma roupa ou acessório masculino.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Por dudu oliva





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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

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sábado, 8 de setembro de 2012

Por Gustavo do Carmo



Ponte Rio-Niterói
Se jogou da Ponte Rio-Niterói após sua esposa fugir com o seu sócio e todos os seus bens. Sobreviveu porque voou como um saco de papel. Estava vazio.


Ponte Rio-Niterói II
Desempregado e falido, se jogou da ponte Rio-Niterói. Sobreviveu porque era ex-campeão mundial de saltos ornamentais em mar e sabia nadar.


Ponte aérea
Aguardou pacientemente a fila de espera. Mas fulano se jogou da ponte aérea.


Embaixo da ponte
Teve que morar embaixo da ponte. Não conseguiu. A procura nas imobiliárias estava muito grande.


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sexta-feira, 7 de setembro de 2012


POR DUDU OLIVA




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João Paulo Mesquita Simões


O «Ano de Portugal no Brasil e do Brasil em Portugal» decorrerá entre o dia 7 de Setembro de 2012 – Dia da Independência do Brasil – e o dia 10 de Junho de «2013 – Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Trata-se de uma iniciativa com caráter oficial, criada para transmitir a ambos os povos a verdadeira imagem dos dois países, promovendo a cultura, fomentando laços comerciais e estreitando os vínculos entre as sociedades civis. No ano de 2012 também se realiza – em São Paulo – a XXI Lubrapex, a mais antiga exposição filatélica bilateral do mundo.

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sábado, 1 de setembro de 2012

Conto de Gustavo do Carmo




Vai começar mais uma missa dominical na paróquia de Santa Rita. Os fiéis já estão sentados em seus bancos, esperando o padre que entra em procissão, precedido, na sequência, pelos coroinhas com o incenso, o ostensório e os cálices; os ministros com as velas; um dos diáconos com a cruz e outro com a Bíblia e, finalmente, o padre Olímpio.

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012


POR DUDU OLIVA






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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Quando somos pequenos, começamos a colecionar cromos de futebol, saquetas de açúcar, berlindes, caricas de garrafas de sumos, etc..

Mas há uma altura da nossa vida que desperta para uma coleção mais a sério, porque somos maiores, temos outra visão da vida, e já não somos aquelas crianças que acumulam lixo como coleção.


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sábado, 25 de agosto de 2012

Por dudu oliva







Excitação pelo novo.

 Receio do desconhecido. 

Entretanto quando tiramos os moveis do lugar, sempre encontramos restos arqueológicos de lembranças antigas. 

Reencontramos nossos eus passados. 

Um turbilhão de sensações e emoções nos invade. 

A mudança é também uma trégua para a monotonia da vida.
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Falar do Douro, não é apenas falar de um rio ou de uma região. É muito mais do que isso... é falar toda a sua história e das suas gentes, que o tornam tão especial.
Conhecer o Douro não é apenas visitar a região, é partir numa viagem à descoberta de um lugar único, com uma história, cultura e pessoas únicas.
Existem várias explicações para a origem do nome «Douro». Uma lenda conta que era costume ver-se rolar umas pedritas pequenas e brilhantes, que se veio a descobrir serem de ouro. Há quem diga ainda que o nome se deve à cor barrenta das águas do rio, consequência das grandes quantidades de detritos que as enxurradas arrastavam encostas abaixo e que por serem de um amarelo vivo lhe davam uma cor de ouro. Mas há ainda quem defenda que este nome deriva do latim «Durius», ou seja, «Duro», devido à dureza dos seus contornos tortuosos de escarpas altas e rochosas.
O rio Douro nasce na Serra de Urbión, no norte de Espanha, a cerca de 2000 metros de altitude. É o segundo maior rio de Portugal com um comprimento total de 927 km; em território português, este rio tem apenas 210 km de comprimento e é navegável ao longo de todo esse percurso, graças às cinco barragens que são, hoje em dia, também uma atracção devido ao seu desnível. A Barragem do Carrapatelo tem um desnível no nível da água de 35 metros, um dos maiores desníveis da Europa.
Foi este rio, em tempos muito estreito e perigoso, que trouxe prosperidade à região, visto que era através dele que se fazia o transporte do precioso néctar, o Vinho do Porto. Em séculos passados este rio representava um desafio e um perigo para os que nele navegavam. Estava repleto de fortíssimas correntes e pedras meias submersas. Nessa altura apenas um pequeno barco de madeira – o Rabelo – conseguia navegar nestas águas e fazer o transporte do vinho desde o Vale do Douro até à foz, em cujas margens se situam as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

In: http://www.douroazul.pt/Default.aspx?ID=73



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sábado, 18 de agosto de 2012

Conto de Gustavo do Carmo


Zuleide só cortava o cabelo com o Fred. Só ele sabia aparar as suas pontas e não deixar as madeixas armarem. Somente o Fred podia pintar, alisar e fazer a escova. Além de tudo, era o seu único confidente. Só aceitava conselhos pessoais dele.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012


DUDU OLIVA



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sábado, 11 de agosto de 2012

Microcontos de Gustavo do Carmo




Pais
— Eu não trabalhei para sustentar vagabundo! Disse o pai.
— Dê graças a Deus que eu não virei drogado como o seu neto! Respondeu o filho desempregado de 40 anos.



Aquarela
Numa folha qualquer desenhou um sol amarelo. Ficou de castigo por fazer uma aquarela nos documentos oficiais do seu pai procurador de justiça. 


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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

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sábado, 4 de agosto de 2012


Conto de Gustavo do Carmo



Era chamado de criança. Aos 50 anos. Renan ainda morava com a mãe e dependia financeiramente do dinheiro do pai e da irmã mais velha. Limpava todo mês a sua coleção de carrinhos em miniatura, com ajuda da mãe. Não tinha vergonha da coleção. Mas tinha vergonha da sua vida.

Estudou jornalismo. Estudou publicidade. Pós-graduou-se em Gestão da Cultura. Fez vários cursos e oficinas literárias. Não guardou aprendizado e nem amizades de nenhuma de suas escolas ao longo da sua vida.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Dudu Oliva





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sexta-feira, 27 de julho de 2012

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Nos dois tipos de coleções que mais se fazem, a numismática e a filatelia, esta ultima tem um cariz mais profundo.

Os selos contam-nos histórias. Têm cor. Imagens.

A história que cada selo nos transmite, é diferente da emissão anterior e diferente da emissão futura. Dentro de cada emissão de selos, poderá haver histórias diferentes e é isso que marca a diferença.

Quero dizer com isto que, ao colecionarmos selos, temos perante nós uma panóplia de temas históricos que podemos explorar e divulgar para que outros aprendam também o Colecionismo, e a História.

Os CTT, ao enviarem aos colecionadores as emissões de selos, enviam também as pagelas com a descrição técnica do selo e a história daquela emissão comemorativa.

Aqui, temos já um ponto de referência que podemos aprofundar mais com a nossa investigação em outras áreas e suportes do Conhecimento.

Quanto mais informação conseguirmos obter, mais rica fica a nossa coleção e também, mais rico fica o nosso conhecimento.

É assim que vão nascendo as coleções temáticas que dão lugar a exposições e mostras filatélicas sobre os mais variados temas.

É assim também que surgem as conferências e se discute o valor do selo, se dá a conhecer a sua história e se geram novos colecionadores.

Foram estes motivos que me levaram a colecionar selos quando tinha seis anos. Claro que não foi o Conhecimento que me despertou, mas sim o hábito de os ir juntando de maneira a formar uma coleção.

Hoje, estudo o selo na sua parte histórica pois sei que tem muito para nos dar. Sei também que este "hobbie" um dia em Portugal, será Ciência. Tudo farei para isso.

Os nossos selos são de uma beleza extrema, apelativos, e que nos convidam a conhecê-los um pouco melhor.

Naquele pequeno retângulo de papel, está um pouco de nós. Devemos preservá-lo.
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