terça-feira, 31 de dezembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo

Dez, nove, oito... milhões de pessoas vestidas de branco faziam contagem regressiva para o ano novo na praia de Copacabana.  Quadras antes da orla, os aparelhos médicos de monitoração bipavam ao ritmo dos últimos segundos do ano velho.
0

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013


0

terça-feira, 24 de dezembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo

A mesa já estava posta desde a manhã da véspera. Foi quando Edith começou a preparar a casa para a visita do ex-marido e dos dois filhos adolescentes, que ficaram sob a guarda do pai.

Madrugou na feira para comprar frutas frescas, especialmente as ameixas, as uvas verdes e o abacaxi. O peru ela começou a temperar assim que chegou da feira. Passou a manhã inteira na cozinha para isso. O resto da tarde levou para assar a ave no forno do seu velho fogão de quatro bocas.
0

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Conto de Gustavo Carmo




Todos os anos, sempre no dia 30 de novembro, Edvaldo montava a árvore de Natal no apartamento onde morava, desde que nasceu, em um pequeno prédio em Olaria. Quando bebê assistia à mãe armar um velho pinheiro de papel alumínio. Aos cinco, os seus pais resolveram inovar e usaram um galho natural, colhido na Ilha do Fundão, decorado com algodão e bolinhas. Edvaldo lembra vagamente que foi com o pai buscar a árvore.

0

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Por dudu oliva





0

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013



Por Gustavo do Carmo

Astorzinho era um bom menino. Obediente em casa, alegre e divertido, adorava brincar. Principalmente na escola. Durante as aulas. E por esse motivo suas notas começaram a baixar.

Até a quarta série, mesmo se divertindo nas aulas, Astorzinho nunca havia tirado uma nota vermelha. Mas a partir da quinta, o rendimento do menino começou a cair. Veio a primeira anotação na caderneta por indisciplina.

2

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dudu oliva



0

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões




Este livro dedicado aos colecionadores mais jovens, contém 40 selos de 10 emissões filatélicas lançadas em 2013.

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são as autoras dos textos que contam a história destas emissões, especialmente escolhidas para promover a filatelia junto deste público tão especial.


Com uma tiragem limitada a 3000 exemplares numerados, esta edição bilingue, contém um CD-ROM interativo que convida os jovens a «folhearem» o livro em formato digital, a ilustrá-lo ou a «navegar» através dos vários links sugeridos.

In: ctt.pt

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, são duas escritoras portuguesas que se dedicam à literatura infantil e, ao mesmo tempo, à literatura filatélica quando solicitadas pelos Correios de Portugal.

Temos de salientar e motivar os jovens ao colecionismo através da Literatura, pois só assim as coleções prevalecerão. O selo, está quase, senão mesmo em desuso. Culpa dos Correios, culpa das Novas Tecnologias, do email, do facebook e eoutras redes sociais, que nos põem a falar ou a escrever com qualquer pessoa de qualquer parte do país ou do mundo.

Nas escolas portuguesas, começa a haver o hábito de se levar uma formação em filatelia, um workshop ou outra atividade que fale de colecionismo para que a nossa juventude comece de novo a interessar-se por coleções como nós nos interessávamos na idade deles.

   Isabel Alçada                                                            Ana Magalhães Rodrigues
 
0

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013



Microcontos de Gustavo do Carmo


Refresco
Ficou rico no verão com o seu novo produto: refresco de pimenta nos olhos dos outros. 


Camisa
Suou a camisa. Estava muito calor. Trocou de roupa. 


0

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013




Por dudu oliva


0

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A primeira extracção da cortiça ocorre, normalmente, quando a árvore atinge entre 25 a 30 anos, sendo que a extracção ocorre nos meses de Junho a Agosto. Essa cortiça, por vezes com espessura considerável, recebe o nome de virgem e distingue-se substancialmente da cortiça de reprodução extraída nos períodos seguintes: é designada por secundeira na segunda tiragem e por amadia nas tiragens ou extracções subsequentes. A cortiça amadia é a de maior qualidade, sendo por isso a mais valorizada, e a única que pode ser utilizada para o fabrico de rolhas. A partir desta fase, a cortiça é extraída a cada nove anos.
Actualmente, a cortiça é uma matéria-prima nobre cuja utilização se estende a variadas utilizações como sejam os revestimentos de solos, os isolamentos (térmicos e acústicos), na fabricação de instrumentos musicais, em artigos de decoração, nos componentes para calçados e para o sector industrial de diversos segmentos automóvel, bebidas, construção, alvenaria, decoração, entre outros.
Portugal, com uma área de 730 mil hectares de montado de sobro, é responsável por mais de 50% da produção mundial de cortiça. Outros produtores são Espanha, sul da França, sul da Itália, mais recentemente Marrocos, Argélia, Tunísia.
O desenvolvimento tecnológico e a aplicação de novas técnicas, incluindo de gestão, levaram à integração vertical de algumas operações de transformação da cortiça.
A cortiça também já foi usada para o descobrimento da célula (somente para o descobrimento da palavra célula, pois o que o cientista viu, não era na verdade a célula). Em 1665, Robert Hooke utilizou finos cortes de cortiça e visualizou em seu microscópio algo parecido com "favos de mel", e deu-lhe o nome de cécula, jurando ter visto "a celula".

In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Corti%C3%A7a


Em 2007, os CTT lançaram hoje o primeiro selo de cortiça do mundo na Assembleia da República, numa edição única de 230 mil exemplares que está "praticamente esgotada". O selo foi desenhado pelo designer João Machado.
"É um selo muito bonito, que homenageia em simultâneo quer a cortiça quer o sobreiro e o papel que o montado tem representado para fins ambientais em Portugal", destacou o presidente dos CTT, Luís Nazaré, no final da cerimónia de lançamento.

O selo, com a imagem de um sobreiro, tem o valor facial de um euro, e o presidente dos CTT assegura que a edição "está praticamente esgotada", estando afastada a possibilidade de uma segunda edição.

"Nunca fazemos segundas edições, é por isso que a filatelia portuguesa é tão considerada", explicou.

O presidente dos CTT sublinhou que, sendo uma estreia a nível mundial, não foi fácil produzir este selo de cortiça, em que cada exemplar é uma peça única.

"Tivemos de encontrar um material especialmente fino, que aguentasse a impressão, não se degradasse rapidamente e que pudesse ter no verso uma fita auto-adesiva", explicou, recusando contudo revelar o custo final da produção deste selo.

Na cerimónia de lançamento estiveram presentes o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, e o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva.

In:http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ctt-lancam-primeiro-selo-de-cortica-do-mundo-1312177 
0

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013




Conto de Gustavo do Carmo

Voltava do enterro da esposa. Morrera de câncer no colo do útero. Tinha apenas 30 anos. Ainda era uma menina. Com ela teve dois filhos, um casal ainda pequeno que iria crescer sem a mãe.

Gerlaine era a sua terceira esposa. As duas primeiras também morreram de câncer no colo do útero. Maria Isabel também não passou dos 30 e deu três filhos homens a Oswaldo. Todos já adultos. O mais velho até já lhe deu dois netos. Aurora ainda chegou aos 35 e deu duas meninas, hoje adolescentes, ao então biviúvo.

0

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Já aqui falei dos selos emitidos em outubro sobre o Natal em Portugal.
Para uma informação mais completa, deixo um texto sobre a origem do Natal, bem como a emissão completa dosseos "Natal 2013"

Segundo a tradição, o "presépio" é o conjunto de acontecimentos passados no local onde nasceu o Menino Jesus. Este local, em Belém (Palestina), era um estábulo escavado na rocha, onde se encontravam um burro e uma vaca (ou boi) que com o seu bafo aqueceram o recém-nascido Salvador. Hoje existe neste sítio a Basílica da Natividade (ou Nascimento), onde se pensa que desde o século V se reverenciaram sucessivas representações do acontecimento.
A palavra "Natal" significa à letra, em latim, dia do nascimento, e começou a ser comemorado no século V pela Igreja (depois de alguma resistência), no dia do solstício de inverno.
Do presépio começaram a fazer parte a certa altura os Reis Magos (sábios astrólogos, sacerdotes adaptados do culto mitraísta, da mitologia da Mesopotâmia e Pérsia), que vinham adorar o Menino (ofereceram-Lhe ouro, incenso e mirra, e representavam a submissão do paganismo) e foram conduzidos por uma estrela, assim como os pastores e seus rebanhos, que tinham sido avisados do importante acontecimento por um anjo.
A razão de o nascimento se ter dado num local tão pobre e improvisado deve-se à viagem que Nossa Senhora e São José estavam a empreender em direção a Belém, "capital" da casa dinástica de David (a que pertencia a Sagrada Família), para efetuar o censo populacional que o imperador Octávio Augusto tinha ordenado. Este censo pensa-se que ocorreu entre 6 e 4 a. C., o que confere ulteriormente uma idade superior a Cristo em relação à tradição dos 33 anos aquando da sua Paixão e morte na Cruz (que terá sido também depois de 33 d. C.).
Os Evangelhos de São Lucas e de São Mateus são a base bíblica deste tema da vinda de Jesus ao mundo terreno, tendo os animais aparecido por influência dos Evangelhos Apócrifos (não canónicos, mas tolerados pela Igreja), que interpretaram textos proféticos do Antigo Testamento.
Fez-se mais tarde na dita gruta uma réplica do presépio em barro, que foi mais tarde substituída por uma em prata, segundo o testemunho de São Jerónimo, que viveu ali perto no século IV.
Os cristãos primitivos tinham também o hábito de fazer pequenas cenas que representavam o nascimento de Jesus quando se reuniam nas catacumbas.
Nas primeiras igrejas, instituídas após o Édito de Constantino, em 313, aparecem já imagens da Natividade em frescos, grafitos e relevos.
Foi, no entanto, São Francisco, em 1223, quem introduziu a representação do presépio como comemoração vivente do dia do nascimento de Jesus, impulsionando a tradição ao propor na noite de Natal uma representação ao vivo em Greccio, cidade italiana onde se encontrava. De tal modo impressionou a missa e o ritual destinados a transmitir o mistério da encarnação de Jesus aos que não sabiam ler, que se tornou rapidamente popular por toda a Europa. Foi também no início deste século que se disseminaram as primeiras representações em vulto perfeito (esculturas).
As representações e os materiais variavam consoante as épocas e as culturas, tendo, por exemplo, os cristãos de tradição oriental difundido a cena sobretudo em mosaico e os europeus, nos primórdios, em figuras de barro. Um exemplo de excelência do que acabamos de referir é o Presépio de Machado de Castro, que data do século XVIII.
O presépio atual baseou-se no modelo napolitano do século XVIII, e a partir dele foram inseridos nos presépios os mais diversos elementos referentes à identidade cultural do produtor, dando-se largas à imaginação e aparecendo uma imensidão de figuras (incluindo algumas de origem pagã) e situações heterogéneas que nada tinham a ver com o relatado nos Evangelhos.
Foi, portanto, na época barroca que o presépio teve mais projeção, dada sobretudo pelos jesuítas, e no século XVIII foram-se inserindo diversos episódios, além do da Natividade propriamente dita. Neste mesmo século, com o advento do Iluminismo, os presépios foram proibidos em certos sítios, como por exemplo na Baviera (sendo no entanto nesta mesma zona onde se encontra uma das maiores coleções de presépios do mundo, no Museu Nacional do Mónaco).
No século XIX, o gosto pelo orientalismo refletiu-se nas representações, sobretudo na segunda metade, enquanto que na primeira houve uma preferência pelas paisagens.
Algumas das representações mais bem conseguidas e afamadas são a de Arnolfo da Cambio, em figuras de madeira, que se encontra ainda hoje na igreja romana de Santa Maria Maggiore (1289), as pinturas de Jerónimo Bosch (Adoração dos Pastores, 1510), Domenico Ghirlandaio (Adoração dos Pastores, 1485), Stefan Lochner (A Adoração do Menino, 1445), Giovanni Battista Tiépolo (Adoração dos Magos, 1753) e Gerrit van Honthorst (Adoração dos Pastores, 1617), os relevos do altar gótico da igreja de St. Wolfgang (localidade homónima no Saltzkammergut, Áustria), da autoria de Michael Pacher.

Presépio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-11-27].
Disponível na www: .
0

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

Que o estado do Rio de Janeiro perdeu importância e influência na política, economia e cultura nacional desde que a capital do Brasil se mudou para Brasília estamos carecas de saber. Se não tivéssemos ganho o direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016, a situação estaria  bem pior.

Não vem ao caso agora discutir o abatimento do helicóptero da polícia militar por traficantes, um dia após o anúncio do Rio como sede, em 2009. Quero falar de outra marginalização que estão aprontando com o Rio de Janeiro. Não exatamente a associação da cidade à violência e pobreza nos noticiários. Mas na publicidade e dramaturgia.
0

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Por dudu oliva




0

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


João Paulo Mesquita Simões


0

segunda-feira, 18 de novembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo


Passava pela porta da igreja quando uma mendiga, suja e de cabelos desgrenhados, gritou com voz sôfrega:

— Moço, dá uma ajuda aí?

0

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Luís Vaz de Camões, referenciado como o Poeta da Língua Portuguesa, autor de "Os Lusíadas", obra poética que descreve a viagem de Vasco da Gama à Índia e os feitos dos portugueses, ficaria extremamente desiludido com aquilo que em pleno século XXI estão a fazer à Língua Portuguesa.

A partir de 1 de janeiro de 2014, o Português vai sobrer alterações na sua língua.

Dizem que é para que haja um maior entendimento entre Portugal e os PALOP.

Pessoalmente, não concordo com este acordo. Potugal foi pioneiro nas descobertas marítimas, levando consigo a Língua e a Fé Cristã. Ora se a partir do próximo ano, palavras que tenham vogais que não se leiam são abolidas, como por exemplo "excepção" que passará a ser escrito como em brasileiro "exceção", meses do ano e dias da semana em minúsculas. Palavras que até agora eram separadas por hífen deixam de o ser, como "mini-saia" passa a escrever-se "minissaia", é um verdadeiro atentado à Língua Portuguesa e a quem a levou aos quatro cantos do Mundo!

Mas os "entendidos" acham que está muito bem e que vai para a frente o tal Acordo. Assim, a partir do próximo ano, qum não escrever segundo as novas regras, está a dar erros ortográficos.

Um dos países que não assinou este Acordo foi o Brasil. Penso mesmo que se insurgiu contra ele.

Concordo com o Brasil. Concordo que, se nos PALOP todos falamos a mesma Língua, a de Camões, acho que cada país deve usar as suas expressões que os caracterizam e diferenciam. 

A isto chama-se "Cultura de um Povo"!

Deixo aqui dois selos que fazem a série de Camões, e gostava que lessem oss versos do Poeta.

Como são tão atuais!
0

segunda-feira, 11 de novembro de 2013



Microcontos de Gustavo do Carmo



Foi embora
Sua Inspiração foi embora com a mulher e o amante. Era o nome da sua única filha.


Aeroporto
Esperou pela Inspiração no aeroporto. Ela chegou acompanhada do marido.

0

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


Caros Amigos,

Deixo-vos aqui um link de um blogue português, sobre uma emissão de selos dos Açores sobre apicultura.
Assim, ficam os Filatelistas e todos os Leitores deste blogue, com uma ideia de como é uma pagela, e os selos que a compõem, num trabalho desenvolvido pelos CTT-Correios de Portugal.

http://osamigosdafilatelia.blogspot.pt/2013/10/filatelia-emissao-apicultura-acores.html


0

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Foto: Reprodução


Conto de Gustavo do Carmo

Além de não querer que a namorada sofresse com as suas manias, Albano morria de medo de ser mal visto pela futura sogra por não trabalhar e depender do dinheiro do pai. Assim, resistia a assumir um relacionamento mais sério.

Até que conheceu e foi fisgado por Lorraine, filha única e órfã de pai. Albano citou todas as suas manias, como mudar de canal da televisão toda hora, nunca frequentar missas ou cultos, boates e academias de jeito nenhum, cortar as unhas com a própria mão, entre outras. Ele também tinha vergonha de não ter nenhuma experiência profissional.

— Não se preocupe com isso. Vou dar um jeito.

0

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Por dudu oliva




0

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Este Blogue tem matéria para dar um dia um bom livro.
Faríamos ao contrário: em vez de passar do papel para o digital, passávamos do digital para o papel.
Mas eis que há um senão.  De tantos colaboradores que o Gustavo já teve, neste momento está reduzido a dois semanalmente, ele próprio, e outros esporadicamente.
Assim não vamos longe e acho que o Gustavo merece o nosso apoio.
Como sabem, contribuo com a Filatelia. Nem sempre me ocorrem ideias apra escrever e, sobretudo na minha época de exames da Faculdade, mal coloco postagens. Mas isso já conversei com o Gustavo.
Agora acho que, e dirigindo-me a si, Gustavo, como dono deste Blogue, deveria precionar mais os colaboradores a escrever ou, em vez disso, arranjar uma equipe boa, capaz de levar o barco avante com boas postagens e temas que cativassem mais o público que já não é pouco!
Aceitam o desafio?
Aceita o desafio, Gustavo? E desculpe meter-me assim naquilo que é seu...
2

segunda-feira, 28 de outubro de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

O Skoob é uma interessante rede social em que os seus usuários compartilham e avaliam livros em vez de fazer comentários sobre programas ruins de TV e fotos de viagens, comidas, baladas, bichos, filhos, ideologias políticas, etc.

Achei interessante e me cadastrei assim que eu li uma matéria no suplemento literário do extinto Jornal do Brasil. Falei até bem dele no meu blog Tudo Cultural. Foi trabalhoso incluir os livros que eu li, mas incluí. Tentei uma entrevista com o criador da rede, um programador de Realengo, mas quando pude mandar as perguntas, não fui respondido. Esta foi a primeira decepção.

0

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

por dudu oliva


0

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

 

Os Correios de Portugal vão lançar já na próxima quarta-feira a emissão filatélica dedicada ao Natal 2013 composta por seis selos que mostram presépios portugueses de diversos materiais.
A tradição do presépio tem as suas origens no séc. XIII em Itália, em Portugal tem tradições muito antigas e enraizadas nos costumes populares.

Os seis novos selos com edição de mais de um milhão e trezentos mil exemplares, com desenho de Design & etc/Elizabete Fonseca, apresentam no selo com taxa para correio doméstico de N20g o presépio de barro policromado séc. XVIII do acervo do Museu Nacional de Arte Antiga por sua vez o selo de 0,50€ mostra o presépio de barro e tintas multicolores, séc. XX, de S. Martinho de Galegos, Barcelos, do Museu Nacional de Etnologia. Já o selo de 0,60€ reproduz o presépio de barro pintado, séc. XX, Estremoz, pertence á colecção do Museu de Arte Popular enquanto o selo de 0,70€ mostra o presépio em madeira policromada, séc. XVIII, do acervo do Palácio Nacional de Mafra. O selo de 0,80€ reproduz o presépio de madeira e barro cozido não policromado do séc. XVIII, pertencente ao Museu de Aveiro. Com este Presépio será editado um selo corporate com o logo ‘Ano da Fé 2012/2013 - No respeito de todas as crenças' com uma tiragem de trinta mil exemplares. Já o selo de 1,70€ apresenta a ‘Natividade - adoração dos Magos', óleo s/cobre do séc. XVI do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis. 

In:  http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/ctt-lancam-selos-para-o-natal
0

segunda-feira, 21 de outubro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo


— O Maracanã você conhece, né? Quem não conhece o Maracanã?

— Claro que eu conheço.

— Pois é. Foi inaugurado em 16 de junho de 1950 para a Copa do Mundo e, um mês depois, testemunhou uma das maiores tragédias do esporte brasileiro, quando o Brasil perdeu de virada para o Uruguai.

0

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Por dudu oliva


0

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

 

SELOS FERNANDO CORREIA
Fernando Correia, docente do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, foi um dos ilustradores convidados para ilustrar uma coleção de selos das Nações Unidas, dedicada a espécies ameaçadas, anunciou fonte universitária.
O biólogo, que é também diretor do Laboratório de Ilustração Científica, concebeu quatro ilustrações científicas de mamíferos noturnos: Asian tapir (Tapirus indicus), Mongoose lemur (Eulemur mongoz), Flat-headed cat (Prionailurus planiceps) e Aye-aye (Daubentonia madagascariensis).
A emissão filatélica, lançada dia 10 pela United Nations Postal Administration (UNPA), representa a 21º edição de selos subordinados à coleção das espécies ameaçadas (Endangered species), desde que se registou o primeiro lançamento, em 1993, e constituiu, para colecionadores de todo mundo, “uma das mais apetecíveis” séries filatélicas.
A edição de 2013 foi dedicada a vertebrados noturnos que estão apontados como algumas das espécies que poderão desaparecer em breve, caso não sejam tomadas medidas urgentes para a sua conservação.

 In: http://www.asbeiras.pt/2013/10/biologo-da-universidade-de-aveiro-ilustra-selos-das-nacoes-unidas/

0

segunda-feira, 14 de outubro de 2013



Microcontos de Gustavo do Carmo




Pressentimento

A irmã queria impedi-lo de ir naquela reunião porque tivera um pressentimento ruim. Ele atendeu ao seu pedido. Não aconteceu nada de grave e ele perdeu uma ótima oportunidade de emprego. 



Terno

Comprou, com antecedência, um terno para ir ao casamento da irmã mais velha. Estreou no seu próprio enterro, após suicidar-se. 

0

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Por dudu oliva




0

segunda-feira, 7 de outubro de 2013


Conto de Gustavo do Carmo

Quando criança, Bonerges brincava com bonecas. E com bonecos também. Os brinquedos eram todos dele, inclusive as Barbies e as Suzys. Usava as bonecas como as mocinhas em perigo das suas brincadeiras e os Falcons e Rambos eram, obviamente, os heróis.

Quem dava as Barbies era a mãe, pois o pai se recusava a dar bonecas para o filho que deveria ser macho. E Bonerges realmente era. E muito. Não tinha nenhum jeito afeminado. Mesmo assim, não deixou de ser vítima de bullying. Culpa do seu melhor amigo (da onça) Geraldo Igor José, que entregou a sua diversão para os colegas de escola mais arrogantes e fortões.
0

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Por dudu oliva



0

segunda-feira, 30 de setembro de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

Leio no jornal ou em algum site de fofocas: “Atriz Fulana de Tal termina namoro de seis meses e diz que está livre na pista”. Nem dá tempo de sonhar. Na semana seguinte já vejo nova notícia desagradável: “Fulana de Tal assume relacionamento com empresário”.

Tem outra pior: “Modelo Beltrana está grávida de três meses”. Se eu fosse uma pessoa fraca eu ficaria uma semana em depressão. Como eu sou forte, fico apenas algumas horas. Mas passo a evitar qualquer notícia sobre essa “celebridade” grávida. Quando passa um tempo, já me imagino cuidando deste filho. Mas aí logo descubro que a tal apresentadora está grávida de novo. Aí perco as esperanças.

0

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Por dudu oliva


0

segunda-feira, 23 de setembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo


— Alô.

— Alô. Respondeu a senhora com uma voz triste. 

— Dona Clotilde. Tudo bem? 

— Ah, Doutor Ênio. Mais ou menos. 

— O que houve? 

— Estou sentindo muito a falta do Péricles. 

— O que houve com o Péricles? Perguntou Dr. Ênio assustado. 

— Você não sabia? Ele faleceu há quase um ano. 

— Meu Deus! Mas como? 
0

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Por dudu oliva


0

segunda-feira, 16 de setembro de 2013


Conto de Gustavo do Carmo 


Sou pároco há quarenta anos de uma igreja do subúrbio do Rio de Janeiro. Faço casamentos, batizados, unções dos enfermos e, claro, missas dominicais, comemorativas e fúnebres. Também reservo um dia para as confissões. Toda quarta-feira aqui na paróquia. 

Antigamente, as confissões eram mais movimentadas. Havia fila enorme de pessoas. A maioria era de senhoras, mas tinha muito homem também. Hoje, com a internet e suas redes sociais, onde os jovens (e até idosos) confessam seus pecados para todo o planeta, a igreja vive vazia. Tanto que eu estou tirando esta programação da agenda, deixando apenas para marcar com o fiel. Se houver muita procura, eu retomo a atividade.
0

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

POR DUDU OLIVA


0

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A Universidade do Porto, dispõe de uma coleção de livros eletrónicos à disposição do público filatelista.
Imprimi alguns para mim, e confesso que ali, e para quem de facto se interessa pala Filatelia, tem um bom acervo informativo sobre os selos portugueses, bem como da Índia Portuguesa.
Aconselho vivamente a consulta deste site

http://www.fep.up.pt/docentes/cpimenta/filatelia/

0

segunda-feira, 9 de setembro de 2013


Microcontos de Gustavo do Carmo


Exame
— Quantos anos você está completando hoje? — 33! Respondeu o paciente para o seu médico que auscultava seus pulmões.


Presente de Grego
Ganhou um tablet de um amigo grego no seu aniversário. Foi o melhor presente que ganhou de alguém de fora da família.

0

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Dudu Oliva





1

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A Linguística e o selo estão ligados. Ambos comunicam.
Um dos maiores linguístas da nossa História, Ferdinand de Saussure afirmava que "o sintagma, (...) como a combinação de formas mínimas numa unidade linguística superior, surge a partir da linearidade do signo, ou seja, ele exclui a possibilidade de pronunciar dois elementos ao mesmo tempo, pois um termo só passa a ter valor a partir do momento em que ele se contrasta com outro elemento. Já o paradigma é, como o próprio autor define, um "banco de reservas" da língua, fazendo com que as suas unidades se oponham, pois uma exclui a outra.
O signo linguístico constitui-se numa combinação de significante e significado, como se fossem dois lados de uma moeda. O significante é uma "imagem acústica" (cadeia de sons) e reside no plano da forma. O significado é o conceito e reside no plano do conteúdo.

In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferdinand_de_Saussure

Se olharmos para um selo, este transmite-nos uma imagem - o tema do selo - e o conteúdo, aquilo que o selo representa para nós. Também ao olhá-lo, a imagem que se nos apresenta, significa o busto da República. Sabemos que o selo é comemorativo dos 100 anos da Implantação da República em Portugal em 5 de outubro de 1910. Para o estrangeiro, esse fica a saber que o selo é português, pois o nome do país está lá explícito bem como o preço o desenhador e outros elementos que o caracterizem.


Mas há casos omissos na Filatelia, mas que a nossa perceção, o significante, nos informa.
É o caso da Filatelia Britânica, em que o nome do país não consta nos selos. No entanto, ao pegarmos num selo inglês, sabemos que o é, porque no seu canto superior direito, está a esfígie da rainha Vitória que serviu de base ao primeiro selo do mundo: o penny-black.


Aos nossos olhos, e sabendo que todos os selos ingleses têm como significante aquele pequeno símbolo, já sabemos que pertencem àquele país e só nos resta, tal como nos selos portugueses, ver o seu conteúdo para sabermos se é comemorativo ou não e se o é, o que comemora.
Esta analogia entre a linguagem dos signos e a Filatelia, ajuda-nos na feitura das nossas coleções, a perceber as próprias coleções e fazê-las interagir com outros selos.
A Linguagem, é o meio que temos para comunicar e que nos distingue dos outros seres vivos.
0

segunda-feira, 2 de setembro de 2013


Conto de Gustavo do Carmo

Tinha uma família rica em histórias. O tataravô fundou uma cidade na Alemanha e depois urbanizou um bairro no Rio de Janeiro. O avô sobreviveu a um campo de concentração nazista. O tio-avô foi aviador. Os pais se conheceram na faculdade e foram presos e torturados pelo regime militar. O tio materno matou a esposa por ciúmes. A tia paterna morreu num acidente aéreo. E o irmão mais velho, o único que tinha, foi o primeiro brasileiro a ganhar uma medalha de ouro no ciclismo nas Olimpíadas.

0

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

por dudu oliva


0

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Crônica de Gustavo do Carmo



 Tudo começou quando eu queria ler textos da época em que a poeta Ana Cristina César se suicidou, ao se jogar da janela do apartamento dos pais, em Copacabana, Zona Sul do Rio, em 1983. Pesquisei no acervo do Jornal do Brasil no Google e não achava nada.

Já conhecia o acervo online da Veja. Até já tinha visto por ele a reportagem sobre o acidente aéreo que matou alguns jornalistas de televisão em 1984 e mais dois da Rede Globo no dia seguinte, inclusive o filho da Danuza Leão e do Samuel Wainer. Mas ainda não tinha me viciado.
0

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Por dudu oliva




0

terça-feira, 20 de agosto de 2013


hoje eu não vim escrever nenhum conto. eu vim me despedir. depois de muito tempo escrevendo para o Tudo Cultural, é com tristeza que deposito minha pena e saio. minha saída é por motivos pessoais alheios a qualquer pessoa envolvida no blog. é questão pessoal, até porque sempre fui muito bem recebido aqui e este lugar tornou-se uma casa para mim, por isso vim dar satisfação.

agradeço ao Gustavo por toda a hospitalidade e a todos que me leram, riram, choraram, se irritaram com minhas palavras. a quem interessar os meus textos estarão neste link.

um grande abraço e até uma próxima.
1

segunda-feira, 19 de agosto de 2013


Conto de Gustavo do Carmo

O casal Drähm chega a um restaurante na Barra da Tijuca uma hora depois do combinado com os amigos Klaus e Karine Smirnoff. Envergonhado com o atraso, Benvindo se desculpa aos dois amigos:

— Pô, gente! Vocês me desculpem. Meu carro enguiçou e tivemos que vir de ônibus. No caminho pegamos um engarrafamento monstruoso. ­

— Ah, mas vocês vieram, não é verdade? Perdoa Karine.

— Sentem-se aí, eu vou pedir um drink para a gente. Nós chegamos faz  meia-hora. Diz Klaus.
0

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Por dudu oliva





0

terça-feira, 13 de agosto de 2013

por @hemersomn




Paulo acordou e respirou fundo ao lembrar que era o primeiro dia da semana de férias dele. Os outros dias ele decidiu vender. Olhou pra o lado da cama e lembrou que Janaína deveria ter saído muito cedo para o trabalho, o que ele já estranhou, pois era costume sempre ele levantar duas horas antes dela. Foi até o banheiro e jogou água no rosto. Passou as mãos nos cabelos grisalhos e ficou encarando para seus olhos cansados. Decidiu fazer a barba. Decidiu. Isso lembrou-lhe de outra decisão que havia tomado. Deixar Janaína.

Demorou a dormir aquela noite exatamente por isso. Ficou observando-a dormindo, pensativo, lembrando dos oitos anos que estavam juntos. E não sabia como dizer a ela que não dava mais, que ele não mais conseguiria continuar. Mas precisava.Fazia a barba olhando mais para seu olhar que para o rosto. Duas vezes cortou-se. Duas vezes xingou. Várias vezes sentiu um nó na garganta. 

— Que merda eu tô pensando? — disse de si para si mesmo, jogando água no rosto. Dando um soco na pia.

O que estava acontecendo era confuso até para ele. Tinha conversado com Marcos, colega das antigas, no trabalho, e ouviu que se ele estava decidido deveria ir adiante. Marcos era homem, talvez por isso tenha concordado com ele. Mas Paulo sentia certa vergonha sobre o motivo que o levou até essa decisão. E era por isso que ele não sabia como conversar com Janaína. Sabia que ela iria rir. Muito. Sabia que ouviria as palavras "drama", "louco" e uma variedade de ironias e deboches.
3

Arquivo do blog