sábado, 31 de dezembro de 2016

Por Gustavo do Carmo

Toca o telefone.

— Alô?!

— Selton?

— Sim. Quem fala?

— Aqui é o Leôncio.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões








Esta é a minha última publicação do ano.

Deixo-vos aqui um slideshow de parte dos selos que, ao longo deste ano, foram aqui publicados.

O Cante Alentejano, os 500 anos do Correio de Portugal, o selo do Pelé assinado, a simetria da Calçada Portuguesa, os Cafés típicos de Portugal (1º grupo), são algumas das emissões que vão passar neste vídeo.

Espero que gostem.

Quero desejar a todos os Colaboradores, "Patrão" e Leitores do Tudo Cultural, um excelente 2017, muita saúde, sucessos e paz para todos, e que para o ano, cá estejamos todos a ajudar o Gustavo neste Blogue que ele muito preza e que com o nosso contributo, mais bonito fica.

Um desafio ao Gustavo do Carmo: Ano Novo, vida nova, diz o ditado. Eu direi mais: Ano Novo, Novo Blogue (reestruturado).

video


 
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sábado, 24 de dezembro de 2016



Conto de Gustavo Carmo

A ceia estava na mesa. Panetone, nozes, castanhas, peru, chester, tender, pernil, lombinho, farofa e maionese estavam postos. Frutas cristalizadas e as naturais, como abacaxi, maçãs e ameixas estavam no buffet ao lado. Os convidados, reunidos desde as nove da noite, começavam a se sentar. Todos esperavam por Papai Noel.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

 Em respeito a aqueles que me acompanham no Tudo Cultural, em especial nas escritas sobre vinhos, venho aqui, por meio desta última postagem de 2016, que o vinho deste ano não foi tão doce quanto o de 2015.
 Parece que tudo retrocedeu, este foi meu segundo ano como colaborador do blog, um espaço que por vezes distrai minha mente, principalmente ao ler os ótimos contos do Gustavo, e até comecei a me interessar pela filatelia do João Paulo, pois bem, seria fácil seguir a maioria das pessoas e escrever aqui o clichê "cancelem 2016".
 Pra mim, este ano foi importante em minha vida, com as novas escolhas que fiz, os novos rumos que estão por vir, porém, faltou um pouco de tesão para com este ano, sabem aquela angústia para comemorar o natal e o ano novo? Isto não está em mim. Talvez seja por estas datas em 2015 terem se tornado as melhores, a única certeza que tenho, é que não terei um natal e um ano novo como o do ano passado.
 Aqui no blog, queria ter escrito mais coisas, tenho muitas resenhas sobre vinhos e afins, porém, um pouco de falta de tempo e dias ruins acabaram me atrapalhando, uma vez escrevi no twitter, que eu deveria ser botafoguense, porque tem coisas que só acontecem com o Botafogo, neste caso, comigo também, porém deixei este "slogan" para trás, afim de não ser "rotulado" como "estrela solitária", isto não me cairia bem, já que sou carente por natureza.
 E este texto vai ganhar uma linha não prevista, já que só pra contá-los que teve uma queda de energia bem agora, sorte que havia salvo o rascunho automático.
 Enfim, deixo aqui um grande abraço aos colaboradores ativos, Dudu Oliva, João Paulo, Narcélio, e claro ao patrão Gustavo, que me parece, também não teve um ano fácil, mas Gustavo, de coração, não desisti, vamos acreditar mais uma vez, que no novo ano, algo de bom há de vir, algo de bom tem de vir.
 Feliz Natal a todos, tenham um réveillon cheio de alegria, e que em 2017 a gente possa se encontrar por aqui novamente!
 Abraço a todos!

 Weverton Galease
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Por duda oliva



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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões








Para a semana não poderei publicar no blogue por questões profissionais.


Como não quero deixar de vos desejar um feliz Natal, faço-o hoje com a emissão de um selo natalício de 1965 dos Estados Unidos.

Este selo não é um dos mais belos, mas, por ser antigo, é precioso para qualquer coleção. A imagem do selo retrata a silhueta de um anjo com uma trombeta. Ele foi impresso no ano de 1965 e, nessa altura, os selos vinham apenas com uma única imagem. (In: http://filatelismo.com/artigos/25-selos-natal-que-qualquer-colecionador-adoraria-ter).

A partir desta data, muitos foram os países que começaram a emitir selos de Natal, cada vez mais bonitos e com imagens lindíssimas relativas à quadra.

Portugal, este ano, não emitiu uma série filatélica natalícia. No entanto, houve anos em que se editaram séries magníficas, das quais vos deixo uma que muito aprecio por ter um erro. A palavra PORTUGAL, não foi impressa no selo.


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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

A campainha toca insistentemente. Bruno, que estava no banho, corre para atender. Pergunta, pois a porta não tem olho mágico.

— Quem é?
— É o amor da sua vida. Diz uma voz sensual.
— Mentira! O amor da minha vida não fala.
— Abre a porta Bruno! Sou eu: Maryeva, sua esposa!
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






O Escutismo, fundado por Baden-Powell, não é um passatempo. É um modo de vida.

Fui, durante muitos anos, escuteiro. Orgulho-me de ter pertencido a este grandioso Movimento.

Hoje, faço escutismo em selos e descobri estas peças maravilhosas dos Escuteiros do Canadá. São comemorativas dos 100 anos do Escutismo no Mundo, que teve a sua origem na ilha de Brownsea, e que rapidamente se espalhou pelos quatro cantos do Planeta.




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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Piscina
Mergulhado em dívidas, mergulhou na piscina vazia. 


Oficina do Diabo
O Diabo não conseguiu trabalhar na cabeça vazia que encontrou. Estava muito suja.


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Comemora-se hoje o dia do selo.
O Núcleo Filatélico e Colecionismo de Braga, tem patente desde o dia 29 de novembro e até dia 2 de dezembro, uma exposição alusiva ao tema, numa superfície comercial daquela cidade.
Fica uma imagem de um placard da exposição.


 
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016



Minicrônica de Gustavo do Carmo


Cansei de falar da minha vida pessoal. Cansei de falar das minhas deficiências intelectuais. Meu pai já não me cobra mais. Não posso falar da saúde da minha mãe. Se eu reclamo dos amigos que perdi sou dramático. Não tenho segurança moral para falar de política e economia. 

Não tenho mais paciência para fazer propaganda dos livros dos outros, quando ninguém divulga os meus. E fico com medo de tropeçar na língua portuguesa. Sinto que eu estou desaprendendo a escrever. Estou sem motivação. Por isso, não tenho publicado crônicas e nem resenhas.
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domingo, 27 de novembro de 2016


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sábado, 26 de novembro de 2016

Por dudu Oliva

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Antes ainda de ser eletrónico já o correio era de todos. O Correio-Mor, nomeado por D. Manuel I, teve como primeira incumbência organizar um serviço postal acessível à generalidade dos cidadãos. A emissão “500 Anos do Correio” está disponível nas Lojas CTT.





Foi a 6 de Novembro de 1520 que o Rei D. Manuel I – de cognome “O Venturoso” - criou em Évora o ofício de Correio-Mor do reino. O 1º Correio-Mor foi Luis Homem, cavaleiro da Casa Real.   Depois dessa data foram marcos fundamentais:
- Desde 1520 e até 1606, a época dos Correio-Mor de nomeação real.
- Em 1606 deu-se a compra do cargo (pela avultada soma de 70,000 cruzados) pela Família Gomes da Mata, aproveitando a necessidade de dinheiro sentida por Filipe II naquele tempo. Foi a primeira “privatização do serviço postal”.
- Em 1797 D. Maria I procede à reincorporação dos serviços outra vez na Coroa.
- Em 1852, durante o reinado de D. Maria II, deu-se a Reforma Postal Portuguesa, segundo o “modelo inglês” de Sir Rowland Hill.
- A 1 de Julho de 1853 começa a circular o 1º selo português.
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terça-feira, 22 de novembro de 2016

 Onde foi que o mundo se perdeu? Teria sido as explorações da NASA fora dele, ao qual foi prejudicado? Dois mil anos depois do maior fato da história humana acontecer, parece mais que a bíblia tenha se tornado um simples exemplar de contos e narrativas de uma época em que os atuais não congregam em suas vidas.
 É triste, viver numa sociedade em que tens que agradecer por uma obrigação que deveria ser cumprida imediatamente! Exemplos? Outro dia, parado na beira da faixa de pedestre, tive que começar a caminhar na frente dos carros, para que parassem, quando um parou, a obrigação parecia ser minha, já que imediatamente agradeci o condutor por não ter me atropelado naquele momento. Mas eu que não ficasse esperto nas travessias a seguir.
 Quando foi que tudo se perdeu a mercê do maldito dinheiro? Vemos igrejas de várias denominações e crédulos, dizendo pregar a bíblia para Cristo, quando na verdade, seus condutores estão apenas interessados em lucrar, uma vez que igrejas não são taxadas com impostos.
 Não pagar impostos, teria sido este o desnível de Cristo nas diversas igrejas? Palavras apenas jogadas ao vento, como se não tivessem um significado maior que todos nós juntos. Mas enfim, parece que aquela frase em que li noutro dia pela rede social, 'não espere o julgamento final, pois ele acontece todos os dias', foi conduzida a conduzir nossas vidas, estamos cegos ao nível do que Cristo nos passou, mas o que vale, é montar uma denominação cristã, chamada igreja, e enganar pessoas, para que possamos desfrutar de uma vida da alta, com muito dinheiro no bolso!
 Aqui fica o registro, mas acho que o Gustavo vai querer me processar pela vossa marca na denominação de minha igreja (risos), mas que este desabafo sirva para que pelo menos um leitor, que seja, refletir, e abrir o olho. pois somos escravos do dinheiro, que não temos!

Crônica de Weverton Galease


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segunda-feira, 21 de novembro de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Tinha raiva de mulheres grávidas. Se sentia incomodado com as barrigas nuas e inchadas mostradas orgulhosamente. Algumas até com horríveis veias aparentes. E todas com aquele calombo horroroso no lugar do umbigo.

Parecia que esfregavam a gravidez na sua cara, principalmente se a mulher fosse bonita. Parecia que queriam dizer "Comigo você não tem mais chances, porque o meu coração, além do meu marido (mesmo que seja um namorado que conheceu há uma semana), agora também tem um lindo bebê que está por vir."  Se sentia como um ex-namorado traído e trocado por um homem rico, que lhe daria quantos filhos ela quisesse enquanto ele seria um fracassado.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Por dudu oliva



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segunda-feira, 14 de novembro de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Merda
Jogou merda no ventilador. Estava desligado e só fez feder o ambiente. 


Sem lenço, sem documento
Caminhava contra o vento, sem lenço, sem documento. Por causa da dificuldade de respirar, seu nariz começou a escorrer. Foi parado em uma blitz. 
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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Por dudu Oliva




Frankl compartilha suas experiências e de outros indivíduos prisioneiros de campos de concentração no período da Segunda Guerra Mundial.

No primeiro momento faz até um recorte de seu objeto de estudo: “ Este livro não se trata de fatos e acontecimentos externos, mas de experiências pessoas que milhares de  prisioneiros viveram de muitas formas.  É a história de um campo de concentração visto de dentro, contado por seus sobreviventes.”. Portanto, o autor pretende expor que não quer dar conta de tudo, mas, mostrar seu entendimento e o método terapêutico que ele desenvolveu, a logoterapia. Na primeira parte do livro há os relatos no campo de concentração e no segundo, uma introdução à logoterapia.

O que me impressionou foi a franqueza de Frankl ao mostrar como a natureza humana é muito mais complexa que os estereótipos. Relata a violência dos nazistas e ao mesmo tempo mostra como outros judeus foram algozes de seus próprios “irmãos”, para terem privilégios e salvarem a própria pele. Foram designados como Kapos, os quais os alemães designavam tarefas especiais nos guetos e campos de concentração. Atuavam no conselho e polícia judaicos, e nos campos como comandantes, chefes de alojamentos, e nos crematórios. Entretanto, houve oficiais alemães que ajudaram muito mais os prisioneiros que os próprios Kapos. 

A partir dessas experiências, o autor percebeu que muitos ficaram embrutecidos ou apáticos ou se agarravam ao passado. Não tinham mais sentido para viver. A logoterapia mostra o contrário, podem-se encontrar novos sentidos de viver e aprender a lidar com a dor, tornando-a produtiva. “O termo "logos" é uma palavra grega que significa "sentido". Assim, a "Logoterapia concentra-se no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por este sentido" (Frankl). "Para a Logoterapia, a busca de sentido na vida da pessoa é a principal força motivadora no ser humano..." A Logoterapia é considerada e desenhada como terapia centrada no sentido. Vê o homem como um ser orientado para o sentido". (Frankl).

Este método terapêutico procura estruturar e colocar o paciente no ponto central do seu ser, que é, inclusive, o ponto mais alto:

“O  escritor  e  psiquiatra  Viktor  Frankl  costuma  perguntar  a  seus  pacientes  quando estão  sofrendo  muitos  tormentos  grandes  e  pequenos  "Por  que  não  opta  pelo suicídio?"  É  a  partir  das  respostas  a  esta  pergunta  que  ele  encontra, freqüentemente,  as  linhas  centrais  da  psicoterapia  a  ser  usada.  Num  caso,  a  pessoa se  agarra  ao  amor  pelos  filhos;  em  outro,  há  um  talento  para  ser  usado,  e,  num terceiro  caso,  velhas  recordações  que  vale  a  pena  preservar.  Costurar  estes  débeis filamentos  de  uma  vida  semi-destruída  e  construir  com  eles,  um  padrão  firme,  com um  significado  e  uma  responsabilidade  -  este  é  o  objetivo  e  o  desafio  da  logoterapia, versão da moderna análise existencial elaborada pelo próprio Dr. Frankl.”( Prefácio- Edição Norte Americana- de 1984)

 É desnecessário buscar provas teóricas do sentido da vida: ele não é una para todos. Cada um precisa se transcender para encontrar seu sentido da vida, uma vez que, cada um de nós possuiu uma individualidade e não existe uma receita de bolo de um sentido da vida para todos. Precisam-se regatar as lembranças e os momentos de tudo que se viveu e seguir em frente. 

 O livro expõe que o ser humano precisa encontrar seu sentido na vida e perceber que o sofrimento ou a dor há algo positivo, fortalecendo o indivíduo continuar a viver.






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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Os CTT - Correios de Portugal, emitiram pela primeira vez no nosso país e no Mundo, uma coleção de selos em lata de conserva.

Em vez de peixe em conserva, encontramos dentro da lata... selos! A apresentação foi feita no dia 31 de outubro, numa emissão de 125 mil exemplares.

A emissão mostram-nos três imagens por selo, e a emissão é composta por seis selos. O selo de 0,47 euros mostra Um galeão a vapor, o pormenor de um cartaz publicitário da empresa Anuário do Brasil, e um Biqueirão. O selo de 0,58 euros mostra o "desenvasar" da sardinha. Nas três imagens do selo de 0,65 euros, estão o cais de descarga do peixe para a fábrica de conservas, e uma cavala. O selo de 0,75 euros, mostra o enlatamento e um cartaz das conservas de atum. O selo de 0,80 euros apresenta a secção do "vazio", um postal publicitário e uma lula. Por fim, o selo com o valor facial de 1,00 euro, mostra a secção do "cheio", o cartaz publicitário das conservas Boavista e uma enguia.

Selos coma as dimensões de 30,6 X 80 mm, com design de Fernando Pendão do Atelier Pendão & Prior.





 A série
O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro da

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cultura/detalhe/selos-homenageiam-industria-conserveira
O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro da

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O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro da

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mostra um Galeão a Vapor, o pormenor de um cartaz publicitário da empresa Annuário do Brasil, e um Biqueirão.

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mostra um Galeão a Vapor, o pormenor de um cartaz publicitário da empresa Annuário do Brasil, e um Biqueirão. O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro das conservas, e uma sardinha. Nas três imagens do selo de 0,65 euros estão o cais de descarga do peixe para a fábrica de conservas, uma ilustração de Fred Kradolfer e uma cavala. O selo de 0,75 euros mostra o enlatamento, um cartaz publicitário das conservas e atum. O selo de 0,80 euros apresenta a secção do ‘vazio’, um postal publicitário de Brandão Gomes e uma lula. Finalmente, o selo com o valor de 1,00 euros mostra a secção do ‘cheio’, um cartaz publicitário das conservas Boavista e uma enguia. Os selos têm um formato de 30,6 X 80 mm e o design é da responsabilidade de Fernando Pendão do Atelier Pendão & Prior.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cultura/detalhe/selos-homenageiam-industria-conserveira
O selo de 0,47 euros mostra um Galeão a Vapor, o pormenor de um cartaz publicitário da empresa Annuário do Brasil, e um Biqueirão. O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro das conservas, e uma sardinha. Nas três imagens do selo de 0,65 euros estão o cais de descarga do peixe para a fábrica de conservas, uma ilustração de Fred Kradolfer e uma cavala. O selo de 0,75 euros mostra o enlatamento, um cartaz publicitário das conservas e atum. O selo de 0,80 euros apresenta a secção do ‘vazio’, um postal publicitário de Brandão Gomes e uma lula. Finalmente, o selo com o valor de 1,00 euros mostra a secção do ‘cheio’, um cartaz publicitário das conservas Boavista e uma enguia. Os selos têm um formato de 30,6 X 80 mm e o design é da responsabilidade de Fernando Pendão do Atelier Pendão & Prior.

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O selo de 0,47 euros mostra um Galeão a Vapor, o pormenor de um cartaz publicitário da empresa Annuário do Brasil, e um Biqueirão. O selo de 0,58 euros mostra o ‘desenvasar’ da sardinha, o pormenor de gravura do livro de ouro das conservas, e uma sardinha. Nas três imagens do selo de 0,65 euros estão o cais de descarga do peixe para a fábrica de conservas, uma ilustração de Fred Kradolfer e uma cavala. O selo de 0,75 euros mostra o enlatamento, um cartaz publicitário das conservas e atum. O selo de 0,80 euros apresenta a secção do ‘vazio’, um postal publicitário de Brandão Gomes e uma lula. Finalmente, o selo com o valor de 1,00 euros mostra a secção do ‘cheio’, um cartaz publicitário das conservas Boavista e uma enguia. Os selos têm um formato de 30,6 X 80 mm e o design é da responsabilidade de Fernando Pendão do Atelier Pendão & Prior.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cultura/detalhe/selos-homenageiam-industria-conserveira



 Os blockets que se encontram dentro da caixa de conserva



 A lata de conserva com os selos lá dentro

 
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Vinho dos Mortos (2)

O nome causa estranheza e até um certo espanto, porém quando se conhece a fundo a rica história do Vinho dos Mortos, com todos seus detalhes, sabores e aromas, é impossível não querer vivenciar e degustar esta iguaria.
A tradição do Vinho dos Mortos surgiu em Portugal, no ano de 1807, durante a Guerra Peninsular. Conta a história que após a invasão das tropas francesas em Trás os Montes e Beira Alta, as vilas foram saqueadas. Toda a produção de vinho e os alimentos colhidos no campo eram levados pelos invasores.
Tentando impedir o saque dos vinhos, os colonos enterraram suas garrafas entre as pastagens, plantações de uva e debaixo das adegas e fugiram para salvar suas famílias.
Quando a guerra terminou e eles puderam voltar para casa se surpreenderam com o que encontraram. Ao desenterrarem as garrafas de vinho já esperavam que a bebida estivesse estragada. Porém, não foi o que ocorreu. O enterro das bebidas deixou o vinho ainda mais saboroso, pois a terra possibilitou que as garrafas ficassem em um ambiente perfeito: escuro e com temperatura constante.
Esta tradição é relembrada e vivenciada todo o terceiro sábado de cada mês na adega e restaurante Quinta do Olivardo, em São Roque (SP). A quinta, especializada na culinária portuguesa possui uma produção própria de vinho e mensalmente convida os turistas para vivenciarem esta grande experiência.
Segundo Olivardo Saqui, proprietário da Quinta do Olivardo, o turista é convidado a enterrar uma garrafa numerada e depois de seis meses ele pode voltar, abrir as covas e desenterrar sua garrafa, degustando a iguaria. “É uma noite mágica. Deixamos a casa iluminada apenas com velas e tochas para deixar o ambiente semelhante ao período de 1807 e, ao som dos tradicionais fados portugueses, interpretados em voz, violão e guitarra portuguesa, conduzimos os turistas entre nossos parreirais que ladeiam a propriedade para enterrar ou desenterrar o vinho. É uma experiência única! ”, frisa Olivardo.
Eu, particularmente, ainda não fiz esta experiência, mas acho que essa dá até para fazer em casa mesmo (risos).

A história original pode ser encontrada no site da Câmara Municipal de Boticas (Portugal), lugar de origem. http://www.cm-boticas.pt/conteudos/default.php?id=1


                                                           TEXTO REPRODUÇÃO : Weverton Galease


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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Conto de Gustavo do Carmo

Eram amigos inseparáveis quando crianças e adolescentes. Mas tinham personalidades diferentes. Geraldo era tímido, caseiro e dependente dos pais. Ezequiel era mais esperto e independente.

Moravam no mesmo prédio no subúrbio da cidade. Conheceram-se quando Geraldo tinha seis anos e Ezequiel quatro. O pai de Geraldo, gerente regional de uma empresa de ônibus, era dono do apartamento enquanto Ezequiel morava de aluguel com os pais e três tios, irmãos mais novos de sua mãe.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Os CTT - Correios de Portugal, emitiram no passado dia 27 de outubro, uma série dedicada aos cafés históricos de Portugal, e que se encontram espalhado de norte a sul do país.

A ideia desta emissão, partiu de Vitor Marques, coproprietário de Café Santa Cruz em Coimbra, para juntar proprietários de cafés históricos portugueses, que pela sua arquitectura, obras expostas e espaços de lazer, são pontos de interesse turístico e de convívio das populações locais.

Os selos, todos com valor facial de 0,47 euros representam o Café Santa Cruz em Coimbra, Café a Brasileira em Lisboa, Café Arcada em Évora, Café Paraíso em Tomar, Café Apolo no Funchal e Café Athanásio em Angra do Heroísmo.

O bloco, com um valor facial de 0,50 euros, representa o Café Magestic no Porto.



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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Essa postagem é para os verdadeiros leitores do TUDO CULTURAL, até pensei em colocar no ar o post sobre o 'Vinho dos Mortos' hoje, mas achei meio pesado o assunto (título) para este respeitável 2 de novembro.
Então tive uma ideia, e quero que você que está lendo isto agora, participe;
De quem você sente saudade no meio cultural?

*Se tivermos mais de 100 comentários neste post, farei um post especial daquela pessoa que eu sinto falta no meio cultural.
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terça-feira, 1 de novembro de 2016


 O que temos pra novembro além de dois feriados e um dia da consciência negra? Pois bem, estive pesquisando em jornais angolanos algum livro que eu pudesse ter acesso para começar a lê-lo, encontrei este, descrito poético, é um livro do angolano Adolfo Maria, que decidiu juntar todos os poemas que escreveu durante sua prisão, entre 1975 e 1978. Quando disse "sua prisão", me referia a uma auto-prisão, já que Adolfo Maria, retrata em seus poemas, uma perseguição sofrida naquele tempo de luta pela democracia em Angola, 

 Adolfo Maria é conhecido por ter participado da luta pela libertação do povo angolano. Em 1959 foi preso pela então PIDE, polícia portuguesa; e cinco meses após a independência de Angola, foi perseguido pela polícia política do Novo Estado Angolano, a DISA. Esta que era chefiada pelos seus antigos companheiros de luta, aos quais o expulsaram do país em 1979.

 Em entrevista pré-lançamento do livro a um jornal de Angola, Adolfo Maria disse : “Nestes escritos estão expressos os meus desabafos e sentimentos, assim como estão explicitados os meus questionamentos, as ideias sobre o que se passava no país e o meu pensar sobre o mundo, a sociedade humana e o seu devir […] O título: Angola no tempo da ditadura democrática revolucionária (poética do auto-cárcere)exprime, creio, a situação naquela época (a do coletivo nacional e a minha própria)”.
 Abaixo deixo-vos detalhes do livro, ao qual irei ler...


Sinopse:

Os escritos que integram o presente livro pontuaram o meu dia-a-dia numa longa situação de esmagadora solidão em auto-cárcere. Editados por ordem cronológica, ora curtos ora longos, mostram as minhas reações nos mais variados momentos da afincada luta pela sobrevivência. Num mesmo dia, refletindo os sucessivos estados de alma, produzia poemas de revolta pela situação em que estava, poemas de amor e de evasão delirante, ou de reflexão e doutrina. Nestes escritos estão expressos os meus desabafos e sentimentos, assim como estão explicitados os meus questionamentos, as ideias sobre o que se passava no país e o meu pensar sobre o mundo, a sociedade humana e o seu devir. (...) O título: “Angola, no tempo da ditadura democrática revolucionária (poética do auto-cárcere)” exprime, creio, a situação naquela época (a do colectivo nacional e a minha própria). [extracto de “Explicando este livro”]

Índice:

EXPLICANDO ESTE LIVRO

POEMAS
1 Auto-cárcere
2 Só assim
3 Condensação
4 Festa da família
5 Venham mulheres todas
6 Pensando em vocês
7 Poucos e muitos
8 História do poeta-abelha e da escura flor
9 Roupa de todos
10 Presenças
11 Gemidos do longe
12 Trajectória
13 Amargura
14 Grito na solidão
15 Tu
16 Ano novo
17 Proposta
18 Marcha do proletário
19 Itinerário
20 Comemorações
21 Boa noite gaivotas
22 Saudação fraternal
23 Grata recordação 24 Roteiro da intelectualidade
25 Ideia presa
26 O novo apostolado
27 Oftalmologia na solidão
28 Dedicatória
29 O meu direito
30 Meu cosmo
31 Poema dos meus filhos
32 Funestos efeitos
33 Tema
34 Libelo
35 Lição de psicologia
36 Vestal minha
37 Transmutação
38 Invulgar história banal
39 De pé
40 Chuva do foragido
41 Os abutres
42 Conjugação em tempos de demência
43 Se és (à maneira de kipling, talvez)
44 Espiral
45 Rafeiros, sou homem
46 As falas do meu pensamento
47 Sismógrafo
48 Minha Luanda triste
49 Egoísmos do ego
50 Tema em variações
51 Escultura
52 Liberdades minhas
53 Caminho em paradoxos
54 Coisas simples
55 A tão falada
56 Era kwela
57 Pesadelo em jaula
58 Purgante
59 Ad libitum
60 Mergulhar em ti
61 Quem já agarrou o mundo?
62 Nova suffragette
63 Catástrofe das catástrofes
64 Um em dois
65 Oiçam então (interpelações a fingir que são versos)
66 Panfleto para reflexão
67 O tal homem novo
68 Solilóquio
69 Advertência
70 Amor em passeio
71 Tristeza de foto antiga
72 Jardim
73 Em dedos condensados
74 Pausa de poesia
75 Encontro marcado
76 Explicação devida
77 O meu narcisismo
78 O nosso redondo mundo
79 Rebita dos alienados
80 Em um só dia
81 Preceitos
82 Hoje Domingo não há praia
83 Em refluxo
84 A ficar em recordação
85 Urgência
86 Toma pobreza
87 Registo de impossível conversa sobre concretas coisas
e novas possibilidades
88 Cada um com o seu platonismo 89 Canção para roda (de miúdos ou mais velhos)
90 Luar lá fora
91 Quem canta
92 Aqueles… cidadão!
93 Nosso caminhar
94 Subversão – I
Subversão – II
95 História e presente
96 Galileu, velho teso
97 Só um pedido
98 O inebriante jogo
99 Olhos em caminho calcorreado
100 Recebi a tua rosa
101 Proscrito
102 Os títeres
103 Cava-se vida no rosto
104 Três natais
105 Um comovido obrigado
106 Tu meu delirar
107 Vénus em bicha de autocarro
108 Ai a grande festa
109 Amor escondido
110 Bilhete
111 Retorcido tronco
112 No meio de vocês a protegerem-me
113 Procurando ternura
114 Está aí o cinzento
115 No tempo da flor contra o comboio
116 A pensar no pensamento
117 Festa na nesga de sol
118 Chora para construir riso
119 Preciso de um jardim
120 E a verdade foi dita
121 Não mero objecto
122 Só pergunto
123 Sala cheia de 3 flores
124 Em respeito e ternura
125 É Abril
126 Génesis em Abril
127 Poema para gente
128 Peregrinação em chuva de Abril
129 Hum! Ela…
130 Para lá…
131 Kuaah kuaah tchrrriuu trriu
132 Agora nesta hora um ano
133 Correr o risco
134 Neste mês-prenhez
135 Cheiro de peixe na rosa
136 Em... que
137 Ser, sentir, saber
138 Conta a estória
139 Pergunto só
140 Era uma vez ou uma estória da história
141 É mulata
142 Loucamente lúcido
143 Quadra de namorar
144 Neste ciclo
145 Paisagem
146 Presto declarações
147 No instante
148 Esses olhos
149 Reportagem
150 Carrossel
151 Violador orgasmo
152 Sem florir
153 Hossana
154 Sem roupa
155 Soturno
156 Lótus
157 Ri
158 Viandante perplexo
159 Solidão do liberto
160 Subiram palavras
161 Para os teus anos
162 Apenas aviso
163 Minha religiosa guerra
164 Viscoso tempo
165 Tempo de coisas simples
166 Um aniversário
167 Sem lamentação
168 Corpo encalhado
169 Flores precisam-se
170 Uma explicação
171 A pérola
172 Petrificação
173 Assepsia nos jardins-sangue
174 Um sol quotidiano
175 Muro
176 Mar no pulmão
177 Fazedores de história
178 A Cristo
179 Afinal
Em Apêndice – Às Irmãs Marias das Cartas
O Autor



O AUTOR:

A atividade cívica de Adolfo Maria – que começou pela abnegada participação no combate cultural, político e armado pela independência do seu país, Angola, e pela democracia – continuou, no exílio em Portugal, através da colaboração em órgãos da comunicação social portugueses e através das diligências para o fim da guerra civil, integrado num Grupo de Reflexão. Posteriormente empenhou-se no resgate da memória e tem fornecido testemunhos e análises destinadas a teses de universitários e participado em colóquios sobre África e Angola, assim como na escrita de livros.
São exemplo os seus depoimentos e análises no livro Angola no percurso de um nacionalista – conversas com Adolfo Maria; na série documental A Guerra da RTP; na recolha da Associação Tchyweka sobre a luta de libertação, Nos trilhos da independência; em Debate Africano da RDP e RTP África onde faz parte do painel de comentadores do programa; ou a sua colaboração no jornal
cultural luandense "O Chá", as entrevistas ao Novo Jornal, de Luanda e ao site Rede Angola.
Além do presente livro, Adolfo Maria é autor das seguintes obras publicadas por esta editora: "Angola - sonho e pesadelo"; "Na terra dos TTR, romance"; "Angola – Contributos à reflexão"; "Naquele dia, naquele Cazenga, romance".

Detalhes:

Ano: 2016
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 280
Formato: 16x23

ISBN: 978-989-689-596-9


                        TEXTO E RESUMO : WEVERTON GALEASE
                        COLABORAÇÃO : EDIÇÕES COLIBRI / PORTUGAL
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016


Crônica de Gustavo do Carmo


Há uns quinze anos, quando reclamava com uma colega de faculdade de publicidade que ninguém me procurava, ela me deu um fora me perguntando: 

— Você procura? 

Na época, fiquei completamente sem graça e apenas murmurei que sim. Ela duvidou, claro. E ainda retrucou com um “Não procura nada”. 
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Por dudu oliva


Tu
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






https://www.facebook.com/NATO/videos/1208720375817958/
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016



Conto de Gustavo do Carmo


Sempre preocupada com o bom atendimento dos seus clientes, a Men Plus, uma loja de roupas de tamanho grande (roupa pra gordo, deixando o politicamente correto de lado), ligou para o Senhor Gastão, um dos seus mais assíduos compradores, através de sua gerente Teresa: 

— Senhor, Gastão? Aqui é Teresa da Men Plus e estou te ligando para avisar que chegaram a jaqueta tamanho 5G e a calça jeans 60 que você encomendou. 

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016


Conto de Gustavo do Carmo

Fazia semanas que Reginaldo queria falar com a esposa, Alice, mas não tinha coragem. Em um dia claro e quente de verão ele abriu o jogo assim que chegaram da praia.  
— Amor, eu preciso falar com você.
— O que foi, meu querido? Agora eu fiquei preocupada. 
— É um assunto muito sério.
— Fala logo, Regi! O que foi? É alguma doença?
— Ainda não. Mas preciso deixar a minha consciência limpa.
— Credo, Reginaldo! O que foi que você fez? Matou alguém?
— Não!
— Tem outra mulher?
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Por Dudu Oliva



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quinta-feira, 13 de outubro de 2016


João Paulo Mesquita Simões                                                              







Tal como na maior parte dos estados europeus, também em Portugal não havia, nos primeiros séculos da nossa nacionalidade, qualquer sistema organizado de transporte de correio.

Receber cartas, era um privilégio  da Nobreza e do Rei, que confiavam os documentos aos seus escudeiros e moços de estrebaria.

Com o surgimento da Burguesia mercantil na Idade Média, que se foi fortificando, surgiram os correios das Corporações e Ofícios, garantindo a troca de correspondência entre os seus membros, respondendo assim às necessidades específicas desta classe. 

A Igreja, por seu turno, sentiu também essa necessidade. De espalhar a sua correspondência usando para isso os monges que, regularmente, andavam de cidade em cidade.

Com os Descobrimentos, o panorama social modificou-se. Lisboa era uma cidade cosmopolita, comercial. A nossa Coroa começou a ter laços com outros reinos europeus; e com o ouro do Brasil e as especiarias da Índia, D. Manuel I, por carta régia de 6 de novembro de 1520, cria o Ofício de Correio Mor, incumbindo Luís Homem, de organizar um serviço público de correios em Portugal possibilitando que qualquer cidadão tivesse o direito de enviar a sua própria correspondência.







Fonte:https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/comunicacao-e-patrocinios/media/noticias/ctt-iniciam-celebracoes-dos-500-anos-do-correio-em-portugal-com-emissao-filatelica
 
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segunda-feira, 10 de outubro de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Flores em você
— Eu vejo flores em você. 
— Obrigada. Fico lisonjeada por estar tão bela. 
— Não. É que você está tão suja, que já nasceu mato e até flores. 
(inspirado na canção Flores em Você, de Edgard Scandurra, do conjunto Ira!)


Nem tudo
Nem tudo são flores. Tem folhas e frutas também.

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sábado, 8 de outubro de 2016

 Para os leitores do Tudo Cultural que acompanham meus posts sobre vinhos, vai gostar dessa notícia. Recentemente, a rede Pão de Açúcar, fez uma compra a mais de vinhos portugueses, gerando uma receita extra para os produtores portugueses. Pois bem, desde então, meados de junho, Portugal vem visando o mercado brasileiro, e decidiu pousar em território carioca, para fermentar o mercado do vinho português por aqui.

 Em setembro passado, o presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), Paulo Nunes de Almeida, se reuniu no Rio de Janeiro com o presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, Ricardo Coelho, para estreitar o relacionamento entre ambas instituições para preparar uma 'Missão Empresarial ao Brasil', esta que venho abaixo a dizê-los;

 De 26 de novembro à 1º de dezembro, o Rio de Janeiro receberá a Portugal Market Week , uma semana de amostra e prova de produtos agro-alimentares, em especial o vinho.

 Mesmo com a contração econômica atual, o Brasil é destacado como a nona economia mundial e a primeira da América-Latina, e os portugueses visaram que sim, é lucrativo investir por aqui, sendo que o crescimento do consumo de vinhos portugueses tem aumentado. Claro, que falo daqueles com preços mais em conta. Os portugueses ainda desembolsam uma boa quantia em taxas para adentrar ao mercado interno brasileiro, mas mesmo assim, nas proporções em que tem se tornado o 'manifesto' do grupo Pão de Açúcar, ainda sim é lucrativo.

 Este evento ainda acontece na mesma semana em Belo Horizonte e João Pessoa, porém, todos coordenados pela Câmara Portuguesa de Comércio e Industrias do Rio de Janeiro.

 É possível visualizar a agenda neste link em pdf : http://www.aeportugal.net/sgn/data/db_pdf/NBOW201636_nbownls3.pdf

 Até o início dos trabalhos, volto ao Tudo Cultural trazendo quais marcas e uvas farão parte do evento.


                                                                                    Texto: Weverton Galease
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Celebraram-se ontem os 106 anos da implantação da República em Portugal.

A monarquia estava velha, o povo inculto, e um grupo de homens afetos ao regime republicano, decidiram, a 5 de outubro de 1910, por fim à monarquia.

Os selos em vigor, tinham a efígie do rei D. Manuel II. Ora com o advento da República, havia que mudar os selos que circulavam nas cartas.

Assim, sobre o selo de D. Manuel II, surge a sobrecarga "República" eternizando o regime então em vigor.

Só em fevereiro de 1911, depois de aberto um concurso para um selo da República, apareceu o selo de uma deusa romana, Ceres, para simbolizar a República, com o barrete frígido e o escudo de Portugal ao peito, é considerado um dos mais belos originais de selos, produzidos até hoje. Estava lançado o primeiro selo da República Portuguesa, que, aquando do Centenário, foi novamente reproduzido e que aqui vos mostro.
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terça-feira, 4 de outubro de 2016


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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Conto de Gustavo do Carmo

— Eu não vou, pai!
— Mas tem que ir!
— Eu não quero!
— Já disse: tem que ir!
— Não quero, pai! Não quero! Não quero! Não quero! Diz, sapateando.
— É pro seu bem, meu filho!
— Você sempre diz isso! Mas eu não quero saber. Eu não vou!
— Eu estou perdendo a paciência, Geraldo! Você vai sim! Nem que eu tenha que te arrastar!
— Eu não vooooooooou! Nããããão! Começa a chorar aos berros.
— Engole esse choro que está todo mundo olhando!
— Não quero saber. Não vou! Não vou! Não vou! Eu quero ficar em casa no meu computador.
— Eu vou te dar uma surra no meio da rua, na frente de todo mundo, se você não me obedecer. Diz o pai, tirando o cinto das presilhas da calça.
— Pode dar! Eu não tenho mais medo de você!
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sábado, 1 de outubro de 2016

  Dona Piedade no auge de seus conselhos aos noventa e cinco anos de idade, vivera perturbando seu neto Ademar, que com quarenta anos almejava adentrar ao cargo maior de sua cidade;

  Ademar prometera perante a vitória, acabar com qualquer investimento em estradas na cidade, dizia que a poluição dos veículos motorizados era a causa de tanta falta de saúde na cidade;

  Ferrovias, única proposta de Ademar se eleito prefeito, ao qual interligava tudo e todos, acabando com todos os problemas da cidade;

  Pois, Dona Piedade vivia dizendo que no seu tempo de juventude, tudo se fazia de trem;

  E acabou fazendo seu último ato em vida, ao enterrar os pedaços do eleito prefeito Ademar, que encheu a cidade de ferrovias, e acabou atraindo o suicídio a si mesmo, quando numa crise de governo, acabou usando a obra pública!


                                                                                    Mini-Conto de Weverton Galease
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