terça-feira, 19 de setembro de 2017


“Hã... Oi, o que você está fazendo aqui fora?”

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017



Conto de Gustavo do Carmo


Durante oito anos Júlio foi humilhado por Giovanne no colégio. Não sofria agressões físicas, mas enfrentava piadinhas, gozações e chantagens. Piadinhas pelo seu jeito tímido e franzino, os seus óculos fundo-de-garrafa, os dentes superiores maiores e as orelhas de abano. Tudo isso lhe rendia os apelidos mais variados: Florzinha, Pulguinha, Cientista Maluco, Dentinho, Abridor de Garrafa ou de Lata, Dumbo e Orelhão Telefônico. Gozações quando tropeçava e caía no meio da rua ou acabava fazendo xixi nas calças na primeira série. E as chantagens eram sempre para obter algum lanche, uma cola ou mesmo dinheiro. Uma vez Giovanne inventou um empréstimo inexistente que Júlio teria feito com ele para comprar uma merenda no recreio. Deu um prazo de duas semanas para receber o pagamento com a grave ameaça de morte e desova na vala. Qualquer reação do pobre menino era neutralizada com uma nova chantagem.

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

João Paulo Mesquita Simões







A firma filatélica francesa "Delcampe", lançou este mês, na sua revista, um artigo sobre o Poeta Português Luís Vaz de Camões.

Para os filatelistas e outras pessoas interessadas, deixo aqui o link de acesso. 
 
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terça-feira, 12 de setembro de 2017


Um grande monstro metálico se ergueu atrás dela. Ela conseguiu sentir seu hálito quente. Não se virou. Não se apavorou. Ele era familiar. Olhava para ela como se esperasse uma resposta, um cumprimento. Alguma reação.

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017



Escovas de dente
Juntou as escovas de dente. Levou uma bronca da esposa pela falta de higiene. 


Cavalo dado
Não se importou com a educação: fez questão de olhar os dentes do cavalo que ganhou do sogro. A sorte é que eram perfeitos. 

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017


João Paulo Mesquita Simões










Os CTT apresentaram hoje, em Ponta Delgada, uma emissão filatélica dedicada ao Geoparque Açores, criado em 2010 e reconhecido como Geoparque Europeu desde 2013 e como Geoparque Mundial da UNESCO desde 2015. 
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terça-feira, 5 de setembro de 2017


Aos poucos os olhos dela foram ficando cada vez mais pesados. Ela lutou para não dormir, tentando se lembrar de seu passado. Havia uma tonelada de conhecimento em sua mente. Informações. Livros. Línguas. Mas nem um momento sequer. Nenhum rosto.

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017


Conto de Gustavo do Carmo

O metrô já não tinha nenhum banco vazio. Mas também não estava superlotado. Quem se apoiava nas barras de ferro no teto e na coluna ainda tinha espaço para se movimentar. Idosos e grávidas podiam ter a sorte de ganhar o lugar de alguém. Eu mesmo cedi o meu para uma senhora de aparentes setenta anos.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Por dudu oliva





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quinta-feira, 31 de agosto de 2017



João Paulo Mesquita Simões







Os CTT - Correios de Portugal, lançaram, a 25 de agosto, uma emissão alusiva aos 40 anos da "Guerra das Estrelas", vulgo "Star Wars".

Pessoalmente, não sou adepto deste tipo de filatelia, dado que nem é um tema português. Mas dado que é uma parceria entre os CTT e a Walt Disney e, tendo também a Inglaterra produzido selos desta saga mundialmente conhecida, vejo-me, portanto, obrigado a referi-la neste blogue.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017


Um, dois...

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017


Ser sincero é correr o risco de ser condenado ao fracasso.
Ser sincero virou motivo de piada. Tema de programa humorístico.
É preciso pedir aos outros para falar com sinceridade. Mas quando você pede, não gosta da verdade.
Tem aqueles que falam com sinceridade sem você pedir. Sem sequer ter pedido uma opinião. Mas, na verdade, estão é te julgando.
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terça-feira, 22 de agosto de 2017


Foi como o apertar de um botão vermelho de um controle remoto. Ela ligou-se. Abriu os olhos. Sentiu o frio entrando em seus pulmões. Entrou e saiu. E fez isso repetidas vezes. Viu uma vastidão branca.

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017


Conto de Gustavo do Carmo

Geraldinho brincava com o boneco do seu super-herói favorito. Fazia onomatopéias com as suas aventuras imaginárias. De repente o TeraMan voava na velocidade da luz pelo universo de fantasia que na realidade era o seu quarto e do seu irmão Afonsinho, o quarto de sua irmã Teresinha, o quarto dos pais, o corredor que liga os cômodos ao banheiro também visitado pelo herói, a cozinha, o quarto de empregada e finalmente a sala, onde terminou a viagem da personagem.
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terça-feira, 15 de agosto de 2017


- Até hoje eu nunca disse que eu te amo.
Era a primeira vez que se declarava.
- Mas eu já sabia.


Passou a levar a sério a lenda dos fuscas em par. Comprou outro só pra ficar na garagem fazendo companhia ao seu, que já estava bem velhinho.


Tentava escrever, mas nada bom o suficiente vinha em sua mente.


13 minutos e o time já tinha feito dois gols. Com certeza ganhariam o jogo.


Buzinou. Ela nem ligou.


Já era alcoólatra. Na terceira rodada perdia a conta de quantas havia tomado.


Por Lucas Beça
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017


Marido
Sempre foi um marido frio com a esposa. Um dia, amanheceu gelado. 

Surpreso
Era um homem tão frio que ficou surpreso quando descobriu que as pessoas eram quentes. 

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terça-feira, 8 de agosto de 2017


Disse sim para todos na vida. Assistiu Sim, Senhor. Passou a dizer não.


Pediu uma cerveja. Sua primeira. Mesmo tendo um gosto horrível, continuou bebendo.


Colocou música de pirata de fundo. Vestiu sua fantasia, com tapa olho e tudo. Fechou os olhos e se sentiu em alto mar. Mas ao abri-los, viu-se em seu quarto moderno e saiu do clima.


Foi ao mercado. Comprou goiabada, bolacha água e sal e chá mate gelado. Era tudo que precisava.


Cada ano tinha uma profissão. Os outros o criticavam. Ele que pagava suas contas. Não os outros.


Serei um astronauta! Pisarei em Marte!, disse derramando determinação a todos em sua volta.


Por Lucas Beça
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017


Conto de Gustavo do Carmo

Perdeu a vontade de se casar. Não se achava preparado, não queria ficar preso a um relacionamento e vulnerável a uma crise de ciúmes. Na verdade, Renan teve uma crise de insegurança. De medo.

Veridiana era uma mãe para ele. Era a candidata a esposa perfeita. Além de bonita e de corpo escultural, ajudava a revisar os seus contos e roteiros, fazia companhia a ele para assistir aos seus programas de carro e novelas, entendia tudo de futebol e torcia para o mesmo time dele, acompanhava-o nas livrarias, no cinema, no teatro e cozinhava para ele. Também o indicou para trabalhar na produtora de cinema da mãe dela.

Renan ainda tinha ótimas relações com a família da noiva. Todos muito divertidos e atenciosos com ele, seus pais, sua irmã e seu cunhado. E nunca foram preconceituosos com a origem de classe média baixa de Renan.
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017



Por  dudu oliva












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quarta-feira, 2 de agosto de 2017



Há alguns meses, o Guaraná Antarctica, incomodado com o sucesso do refrigerante de maracujá da Fanta (ícone nos sabores laranja e uva e lembrada por muita gente da minha idade pelo extinto sabor limão, substituído pelo Sprite), fez um daqueles típicos comerciais de provocação ao concorrente, usando a ironia como instrumento de comunicação. 

A AMBEV (ou melhor, InBev, já que agora foi comprada pela dona da Budweiser) já produziu o concorrente diretíssimo da Fanta: a Sukita, nas mesmas versões laranja e uva. O auge foi no início do século, lá pra 2000 ou 2001, com os comerciais do Tio Sukita, aquele coroa que cantava a bela jovem e era chamado de tio por ela no elevador. Depois, a Michelle Machri posou nua na Playboy. Antes da Sukita, a própria Antarctica, ainda independente, fabricava a Pop, que teve sabores laranja, uva e até cola, para concorrer com a Coca-Cola. A marca Sukita era da Brahma, que se fundiu à Antarctica na criação da AMBEV. 
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terça-feira, 1 de agosto de 2017


“Ah, sei lá, vamos fazer outra coisa. Todo dia TV, TV, TV...”

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quinta-feira, 27 de julho de 2017

João Paulo Mesquita Simões










Fazendo um parêntesis na filatelia portuguesa, hoje vou retratar um pouco da história do selo brasileiro, mais concretamente dos erros.

Como sabem, qualquer colecionador ambiciona ter selos com erros na sua coleção, pois isso valoriza-a.

No início, os selos brasileiros, não traziam o nome do país. Mais tarde, levaram o nome de "Brasil Correio" e "Estados Unidos do Brasil".

Das investigações que fiz, encontrei estas duas imagens do selo do Catálogo Regular nº 613, onde o casulo varia a cor no selo de 30 reais. O casulo apresenta o seguinte erro: branco num selo, cinzento no outro.

Só este facto, é motivo de suscitar interesse no colecionador, pois sendo o mesmo selo do mesmo valor com cores diferentes, é sinónimo de erro. Logo, tem mais valor do que o selo normal.

Ficam as imagens.




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terça-feira, 25 de julho de 2017


Um homem esbarra com o seu melhor amigo nos tempos de escola:

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segunda-feira, 24 de julho de 2017



Conto de Gustavo do Carmo

As pálpebras já começavam sentir o peso do sono quando ouvi um grito de mulher. Em seguida, uma sequência de “Socorro”.  Apaguei a luz para ver, anonimamente, pela janela, o que ocorria na porta do meu prédio.

Do segundo andar deu para ver dois homens negros, fortes e de cabeça raspada agarrando uma mulher loura. Corri para a porta para tentar ajudá-la, mas, ao passar pelo espelho, vi que eu estava todo desarrumado e fedia. Corri para tomar banho.

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Por  Dudu  Oliva



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quinta-feira, 20 de julho de 2017


João Paulo Mesquita Simões







Aqui no hemisfério norte, a época é de estio, de fazer dietas para ir para  a praia. Filatelicamente falando, pode deliciar a gula com estes maravilhosos selos de "Os Doces Tradicionais Portugueses".



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terça-feira, 18 de julho de 2017


Ares andava sobre as áridas terras de um mundo destruído. Armado apenas de uma espada ensanguentada, com a qual já havia tirado a vida de vários terríveis monstros e criaturas desde que vieram à Terra.

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segunda-feira, 17 de julho de 2017



Conto de Gustavo do Carmo
Originalmente publicado em 21/10/2013


— O Maracanã você conhece, né? Quem não conhece o Maracanã?

— Claro que eu conheço.

— Pois é. Foi inaugurado em 16 de junho de 1950 para a Copa do Mundo eum mês depois, testemunhou uma das maiores tragédias do esporte brasileiro, quando o Brasil perdeu de virada para o Uruguai.

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Por dudu  oliva



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quinta-feira, 13 de julho de 2017


João Paulo Mesquita Simões










“Aqui não andam só os vivos - andam também os mortos. A humanidade é povoada pelos que se agitam numa existência transitória e baça, e pelos outros que se impõem como se estivessem vivos. Tudo está ligado e confundido.” Emissão “Vultos da História e da Cultura”.


Selo de 20 gramas para correio nacional, com a imagem de Raul Brandão.

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terça-feira, 11 de julho de 2017


“Mas e aí, como é que foi lá?”

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segunda-feira, 10 de julho de 2017


Microcontos de Gustavo do Carmo

Processo
Decidiu processar a Vida por danos morais porque o limão que ela forneceu para a sua fábrica de limonadas estava estragado e provocou a sua falência.


Drama
Conseguiu tudo o que tinha fazendo drama. Um dia a vida lhe deu o verdadeiro drama.


Banda
O velho de 85 anos mandou o filho de 50 parar de ver a banda passar e dar um rumo à sua vida. 
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quinta-feira, 6 de julho de 2017



João Paulo Mesquita Simões



A Primeira Guerra Mundial, é lembrada pelos CTT - Correios de Portugal, com uma emissão saída a 30 de junho passado, conforme noticiei na postagem da semana passada.

Composta por três selos, e de lamentar nesta emissão, a falta de um bloco, focam os três ramos das forças armadas, com os temas: a guerra no ar da aviação militar portuguesa, a marinha na Grande Guerra e o exército português na I Guerra Mundial.

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

 ALARME
- O alarme do celular anda com vida própria ultimamente, noutra noite, estava para gritar às 4h55 da madrugada, quando gritou ainda às 23h55. Cinco minutos para a meia-noite, justo naquele dia, Irônico havia ido se deitar cedo, eram 19h ainda, dormiu e de repente, o alarme soou, porém, na primeira batucada, Irônico não chegou nem ver a luz do celular funcionando, achou que estivesse sonhando, porém, na mesma hora, acordou sua mulher, -"Giga, já são quatro horas?", ela então apenas disse - "Claro que não", porém, convicto de que estava a perder a hora de ir para o trabalho, Irônico ficou acordado, quando daí dois minutos após, tocava de novo o celular, ligou o aparelho e conferiu no alarme marcado, sim, estava marcado para soar as 4h55...
Inconformado, Irônico não conseguiu dormir mais, ficou na cama deitado com pensamentos diabólicos, não ouvia barulhos, mas estava sismado com tal.
Quando finalmente deu a hora de acordar, Irônico se levantou da cama, e foi aprontar seu café da manhã, e foi-se ao trabalho.
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terça-feira, 4 de julho de 2017


Estou aqui tomando o meu café da manhã, que consiste em um pão na chapa e um café, na padaria da esquina. Poderia até dizer que esse é o desjejum do paulistano. Alguns se arriscam e pedem um pão de queijo.

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segunda-feira, 3 de julho de 2017



Conto de Gustavo do Carmo

Pendurado na parede mais próxima do caixa, o quadro com moldura de madeira e vidro que protegia o papel A4, impresso por jato de tinta, com fonte Impact e o desenho de um idoso importado do ClipArt dizia:

FIADO SÓ PARA MAIORES DE 90 ANOS E ACOMPANHADO DOS PAIS.

Seu Joaquim não aguentava mais as pessoas pedindo para comprar fiado em seu bar. Já vendeu muito no passado, mas ninguém pagava e ficou com um prejuízo que quase o fez fechar o estabelecimento e voltar para Portugal.
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Por dudu oliva


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quinta-feira, 29 de junho de 2017




João Paulo Mesquita Simões













Desde 2014 até 2018, que vários países se juntaram e juntarão, para comemorar o Centenário da Primeira Grande Guerra em emissões filatélicas.

Portugal, à semelhança de outros países,também o fez em março de 2016, com a emissão de um inteiro postal, aqui representado.

Amanhã, dia 30 de junho, outra emissão vai sair sobre o tema.

É dessa emissão que falarei mais detalhadamente na próxima quinta feira.
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terça-feira, 27 de junho de 2017


Hoje eu vi um besouro na grama. Ele era verde e estava de pernas para cima. Estava chovendo. Eu estava sentado próximo a ele, encarando o nada até que meus olhos pousaram nele e não consegui mais desviar o olhar. Hipnotizado.
          
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segunda-feira, 26 de junho de 2017



Crônica de Gustavo do Carmo

Domingo, 25 de junho de 2017. Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1. Circuito de rua da capital Baku. Felipe Massa, da Williams (equipe que deu o tricampeonato a Nelson Piquet há exatamente 30 anos e pela qual morreu Ayrton Senna em 1994), que largara em nono lugar, pula para o sexto logo nas primeiras curvas.

Após algumas voltas, numa relargada voltando de bandeira amarela, Massa ultrapassa o francês Esteban Ocon, da Force India, e assume o quarto lugar. Na frente, Lewis Hamilton e Sebastien Vettel se envolveram em uma batida que poderia custar punição aos dois. Na nova relargada após o carro de segurança, Massa chega a ultrapassar Vettel pelo segundo lugar, mas o alemão logo recupera a posição e o brasileiro cai para terceiro. Se Vettel e Hamilton fossem punidos pelo acidente e a troca de insultos gestuais, Massa poderia assumir a liderança e vencer a prova.

Eis que a corrida é suspensa com bandeira vermelha por causa do excesso de detritos na pista perigosa após um acidente entre os carros da Force India, de Ocon e do mexicano Sérgio Perez. Assim, todos tiveram que voltar para os boxes, sair dos carros e esfriar a corrida. Na relargada, meia hora depois, Massa já perdeu duas posições. E logo em seguida, abandona com problemas no carro. Terminava assim mais um domingo frustrante para o Brasil na Fórmula 1, cada vez mais abandonada pelo torcedor e pela própria Rede Globo, que a transmite.
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quinta-feira, 22 de junho de 2017






João Paulo Mesquita Simões





O Homem, desde sempre, e com a sua capacidade de pensar, foi desenvolvendo a sua maneira de viver e de estar na Sociedade.

Um dos fatores  que levou ao desenvolvimento da Sociedade, foi a Indústria. Aprendeu a transformar materiais de origem vegetal e animal, em vestes para se cobrir nos invernos mais rigorosos.

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terça-feira, 20 de junho de 2017


Amassados! Cara, você não consegue desligar o botão de negócios, não é mesmo?”

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segunda-feira, 19 de junho de 2017



Conto de Gustavo do Carmo

Sou pároco há quarenta anos de uma igreja do subúrbio do Rio de Janeiro. Faço casamentos, batizados, unções dos enfermos e, claro, missas dominicais, comemorativas e fúnebres. Também reservo um dia para as confissões. Toda quarta-feira aqui na paróquia.

Antigamente, as confissões eram mais movimentadas. Havia fila enorme de pessoas. A maioria era de senhoras, mas tinha muito homem também. Hoje, com a internet e suas redes sociais, onde os jovens (e até idosos) confessam seus pecados para todo o planeta, a igreja vive vazia. Tanto que eu estou tirando esta programação da agenda, deixando apenas para marcar com o fiel. Se houver muita procura, eu retomo a atividade.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Por dudu oliva




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quinta-feira, 15 de junho de 2017

João Paulo Mesquita Simões






Já lá vai o tempo em que o principal hobbie de um jovem era colecionar selos, moedas, calendários, miniaturas de automóveis, e outros tipos de coleção.

Os tempos mudam, as vontades também, e eu não me canço de escrever sobre o impacto que as Novas Tecnologias têm hoje no desenvolvimento da criança e do jovem, levando-os a abandonar estes hobbies em troca dos telemóveis, dos computadores e, sobretudo, das redes sociais.

Num artigo publicado anteontem num site noticioso português, "Notícias ao Minuto", encontrei esta notícia que reflete aquilo que acabei de escrever.

"Desengane-se quem pensa que Hélder Sarmento está a vender a sua vasta coleção de selos. Entre os vendedores de coleções no OLX, no entanto, o sexagenário é quem tem mais anúncios.
Os largos milhares de selos que vende ou dá para a troca são “50 vezes” a sua coleção, que pretende manter. São todos “excedentários”, organizados por temas.
Com um valor superior ao custo de “dois apartamentos”, a coleção de Hélder “deve estar entre as 100 mais completas do mundo”, diz. Os selos que lhe faltam são raros e alguns podem custar milhões.
Foi precisamente o processo necessário para encontrar um selo em falta que originou tão grande quantidade de elementos repetidos. Com o dinheiro que ganha ao vender selos que já tem, Hélder compra lotes por atacado e procura os que lhe interessam. “Um baú fechado é o que motiva, às vezes encontram-se coisas extraordinárias”, conta.
Sete ou oito vezes por mês entra em contacto com casas filatélicas em Portugal e Espanha, que já o conhecem e têm o seu número guardado para o caso de surgir um selo potencialmente interessante.
Hélder herdou a coleção do pai, que por sua vez a herdou do seu pai - três gerações de filatelistas a trabalhar para um mesmo objetivo. Uma coleção destas “tem de ser mexida” e Hélder dedica-lhe seis horas por dia. Já o pai, com 88 anos, passa sete ou oito horas ‘à volta’ dos selos".

In: https://www.noticiasaominuto.com/pais/789863/adeus-colecao-vender-o-que-demorou-anos-a-conseguir-reunir?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=daily 

Quando esta geração de septuagenários terminar, os seus filhos e netos, não quererão por certo saber da coleção que tanto custou a fazer, vendendo-a por isso, ao desbarato!

Exemplo disso, foi um caso passado comigo, em que um amigo meu, após o falecimento do pai, me quis vender a coleção de selos, pois nem ele nem os irmãos colecionavam, nem pretensões a isso tinham. 

Mais uma vez, deixo o apelo para que não vendam ou se desfaçam do selo. Guarde a sua coleção, dedique-se a ela, e verá o quanto vai aprender com ela! 
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terça-feira, 13 de junho de 2017


Um homem sai do provador. Ele para. Analisa a jaqueta branca que ele está agora usando. Dá um enorme sorriso com as sobrancelhas e pergunta para a vendedora da loja:

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segunda-feira, 12 de junho de 2017



Conto de Gustavo do Carmo

Era a primeira que reencontrava o ex-marido após a assinatura do divórcio. Foram casados por apenas dois anos, mas namoraram durante quase vinte, quando Andrea e Fábio ainda estavam na adolescência. Agora Andrea é noiva de Cornélio, um jornalista que conseguiu o seu primeiro emprego de repórter cultural aos 35 anos, indicado por um ex-colega de faculdade.

Cornélio e Andrea conheceram-se na revista onde ele trabalhava como repórter. Ela, fotógrafa. Começaram a namorar três meses depois dele chegar à revista. No ano seguinte já marcaram o casamento.
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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Por dudu oliva


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quinta-feira, 8 de junho de 2017





João Paulo Mesquita Simões




Em 1925, sai uma bonita emissão comemorativa do Centenário do Nascimento de Camilo Castelo Branco, escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e dramaturgo, sendo um dos escritores portugueses mais prolífero e marcante da Literatura Portuguesa.

Há quem diga que foi maçon. 

Teve uma vida atribulada, que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. 

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