quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Faltam poucas horas para que o ano de 2015 dê lugar ao Novo Ano de 2016.
Durante este ano, falei da Filatelia Portuguesa, seus aspetos, histórias, e mais dados que achei interessante ver publicados nesta rubrica. 

Será então esta a minha ultima mensagem deste ano.

Espero apresentar-vos ao longo de 2016 o plano filatélico português e, caso haja emissões conjuntas com o Brasil, abordá-las também.

Tenciono modificar um pouco o formato e o texto da filatelia, alargando-o a países e temáticas do meu interesse e que deixarei à vossa consideração para comentarem. Sim, comentarem. 

O mal dos Leitores deste blogue, é não comentarem. 

Isso dar-nos-ia mais motivação e melhor tratamento dos temas que vos apresentamos. No meu caso, gostaria imenso de debater convosco ideias de modo a melhorar os meus posts.

Conto com a vossa colaboração.

Até lá, desejo-vos um Feliz Ano Novo, muitos Sucessos para todos.

A toda a Equipe do TC, votos de um 2016 cheio de coisas boas.

Ao Gustavo, nosso "patrão", que continue com este maravilhoso trabalho. Que seria dele sem nós? (risos!)

Votos de um Bom Ano! 
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Conto de Gustavo do Carmo
Conto originalmente publicado em 31/12/2008 às 23:55

O filho que estava na barriga de sua esposa era a esperança de Juvenal esquecer o péssimo ano que teve no trabalho. Jogador de futebol profissional, seu clube foi rebaixado no campeonato nacional com o último lugar.

O jovem atleta lembrou-se de uma coincidência que poderia sepultar de vez o ano velho: havia a possibilidade do neném nascer na virada do ano. Se Johnson fosse o primeiro bebê de 2016 a imprensa o procuraria, pararia de culpá-lo pela queda de divisão do time e ele ficaria orgulhoso de conquistar o primeiro lugar em alguma coisa.

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terça-feira, 29 de dezembro de 2015


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domingo, 27 de dezembro de 2015

Olhem as luzes
A apagar e acender
A acender e apagar
Não param nunca de brilhar
Ficam piscando, piscando
E aos poucos vou relembrando...
Ah essas luzes,
não param de acender
Lembranças que preferia esquecer
Só assim
não sentiria falta do que já era
Oh luzes tão belas
Porque insistem
em trazer o que passou
Ela já se foi
Vocês não entendem?
Nunca.mais.comeremos.tender
Juntos na noite de Natal
A mamãe por um tempo ate deixou de cozinhar
Só para não lembrar
Os.bons momentos
Dos velhos tempos...
Luzes por favor
PAREM
Logo ela deve aparecer,
Ela que se esforça tanto para esquecer
Luzes não a façam lembrar também
Ele já tem outro alguém
Não dá pra voltar atrás
E o Antonio meu irmão
Sempre querendo chamar atenção
Na verdade
Só queria esconder
A.carência por nao ter
Um pai por perto
Pra mostrar o que é certo
Luzes, ele também não pode ve-las
Pois essas lembranças...
ele não pode te-las...
Poupe-nos dessa.dor
Lhes peço por favor!
E o Vicente não quero nem pensar
No que vai.acontecer
Ele vai chorar
Se ele ver
E ele já sofreu tanto
Por favor
Parem se brilhar
#DoFundoDoBaú #1999
#VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015



Conto de Gustavo Carmo

Num canto da sala do apartamento de classe média, em um bairro da zona norte do Rio, sozinha e apagada, a árvore de Natal chora inconformada por ter sido abandonada pela família que a comprou:

— Por que me compraram? Por que me montaram? Por que me enfeitam tanto se nunca passam o Natal comigo? Eu sou tão grande e bonita, mas quando chega o dia eles me abandonam. Nem no reveillon eles ficam aqui. Vão todos embora para Cabo Frio e só me desmontam quase em fevereiro.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Por dudu oliva





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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015





João Paulo Mesquita Simões

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Microcontos de Gustavo do Carmo 



Peru de Natal
Naquela casa ninguém vai comer peru de Natal. O chefe da família era o goleiro de um dos times rebaixados. 


Então é Natal
— Então é Natal! E o que você fez?
— Um peru, um tender, farofa e panetone.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Por dudu oliva

Resgate

Recordo-me que quando era muito pequeno, acordei e fugi sozinho para o mar. Minha mãe foi até mim para não me afogar e fiquei zangado. Agora, percebo que ela estava-me a proteger das profundezas do mar.

Aliás, até hoje ela me resgata através desta recordação antiga.

***
Refúgio

Existem lembranças tão antigas, mas as recordo como se aconteceram ontem. Por exemplo, quando minha mãe fazia o bolo de chocolate com recheio de doce de leite. Ela me dava as latas de leite condensado e a panela para eu raspar. Ficava num canto esperando e impaciente. O natal da minha infância era mais brilhante e mágico, ficava doido para abrir meus presentes que ficavam debaixo da árvore de natal. Recordações lindas que servem como refúgio para descansar um pouco e, depois, com as baterias restabelecidas continuar a travessia.

***

Pena que não tem curso

Têm coisas que marcam não é mesmo? Lembro-me que eu brincava com uma menina negra e ela me contou que sua mãe lhe disse que quando crescesse, ficaria que nem a Xuxa: Loira e de olho azul. Olhei para ela sem ação, sua mãe não fez por maldade, talvez, não queria chatear a filha. Amar é muito complicado, pena que não tem curso.

***

Na memória dos outros

Tornar-me um personagem na memória alheia me assusta, pois sinto uma impotência de não poder controlar minha imagem na mente do outro. Por isso, sempre me pergunto o que as pessoas acham de mim e se o que pensam fazem da parte da verdade da minha existência. Até quando sou responsável e inocente sobre as opiniões que têm ao meu respeito? Tenho a consciência limpa de que sou correto nas minhas atitudes e se outro pensa qualquer coisa sobre mim, o problema exclusivamente nele. Não tenho nada a ver com isto.


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Foto: Genebra - Por Gustavo do Carmo


Conto de Gustavo do Carmo

Já esteve nos mais ricos países do mundo: Suiça, Suécia, Japão, Alemanha, França. Estados Unidos, Espanha, Itália, Austrália...  Conheceu diversas cidades: Genebra, Zurique, Estocolmo, Tóquio, Munique, Berlim, Monte Carlo, Miami, Melbourne, Nova York... Já viajou de avião, trem-bala, navio, iate e veleiro.

Aliás, escolheu Genebra como a sua cidade favorita. Morre de saudades de lá. Ruas limpas, trânsito organizado, meios de transporte eficientes e gente bonita na rua. Achou Berlim um pouco suja. Viena fedia a fezes dos cavalos que moviam as charretes turísticas. Londres estava muito cheia e desorganizada em comparação com a penúltima vez que esteve lá.
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domingo, 6 de dezembro de 2015

Ah se ele soubesse
Que só de falar com ele
meu coração se aquece
E meu mundo todo
Se enche de cor...
Se isso não é amor
Não sei o que mais pode ser
E se isso não for bem querer
Se não for indicio que estou laçada
Não sei de mais nada!
Loucura?
Claro que.sim
Mas poetas são mesmo assim
Sentimos um amor sem fim
E exageramos na paixão
Porque nosso coração é infinito
E quando achamos algo bonito
Logo ele é lindo, logo é eterno
O mais belo
Dentre todos
Intensos e loucos
Amamos como poucos
E quanto ele? Não tem nenhuma noção
Do sentimento que despertou
Em meu coração
E sigo assim, escondida em mim
Escondendo aquilo que queria gritar
Fingindo nem ligar...

-AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

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Dudu oliva



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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015


João Paulo Mesquita Simões 


Dezembro é o mês do Natal . O mês das asneiras alimentares.

Mas não venho falar de asneiras alimentares nem tão pouco do Natal. Venho-vos falar de um selo também ele do Natal de 1995, que saiu com um erro.

Como devem saber, um erro é sempre um erro, uma coisa que fica defeituosa, mal feita, sem valor.

Na Filatelia, um erro pode valer milhões!

Então, analisando este selo que vos mostro aqui, nota-se que o nome do país foi omisso.

O nome Portugal não aparece em qualquer parte do selo como podem observar.

É claro que muitos colecionadores adquiriram este selo para as suas coleções. Mais raro ficou, quando os Correios de Portugal deram pelo erro, e emitiram novo selo, agora já com o nome do país, fazendo valer ainda mais o selo anterior.

Por isso, se tiverem selos em casa, vejam bem se as imagens destes estão bem focadas, se as serrilhas são exatamente iguais, se há fósforo (linha amarelada na vertical ou horizontal do selo junto à serrilha), valor facial deslocado ou desfocado, entre outros.

Se assim for, têm perante vós um selo mais valioso, dependendo do valor do erro.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015



Crônica de Gustavo do Carmo

Estava  na lanchonete, comendo o meu pastel de camarão, pensando nos meus problemas, nas minhas inseguranças, quando fui abordado por uma voz sôfrega:

— Tio, compra uma bala para me ajudar comprar comida?

Virei para ele e disse, enquanto sacava o meu porta-níqueis e catava algumas moedas.
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domingo, 29 de novembro de 2015

Por dudu oliva

Poxa vida! Fazer parte da história do blog me deixa satisfeito. Recordo-me que conheci Gustavo ( o editor do blog) no portal do Comunica-se. Depois, fizemos juntos uma oficina literária na tijuca. Convidou-me para participar de seu espaço virtual, quando ainda estava no portal. Um tempo depois, Gustavo o transferiu para o blogspot.

Também, “blogo” há dez anos. Desde as primeiras postagens até as atuais, pode-se perceber que brinquei e ensaiei diferentes formas de expressões. Escrevi contos, crônicas e até estou a produzir vídeos. Amadureci ao longo dos anos, entretanto, refiro-me como pessoa, já que como escritor a travessia ainda é muito longa.

Desejo que este espaço continue muitos anos de vida, continuando a mostrar diferentes olhares sobre o mundo com poesias, resenhas, crônicas, contos e vídeos. A produção própria de conteúdo propicia ainda mais o desenvolvimento da Democracia e ajuda a construir um mundo melhor. Lógico que os blogs e sites de grandes corporações de mídia possuem mais visibilidade, mas não se pode desistir por causa deste fato.  


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"Conheci o TC navegando pela net num momento em que estava muito interessado em literatura, e tinha tempo... Rsrsrs. Colaborava com um jornal do município de Ferraz de Vasconcelos, onde morava e sentia necessidade de produzir mais e levar minha escrita pra internet. Em contato com o TC, fiquei muito feliz pelo espaço e mantinha a disciplina da escrita semanal. Tenho um carinho muito especial pelas Histórias do Amadeu, e sinto saudades daquele tempo. Espero em breve poder me dedicar novamente aos contos e crônicas e quem sabe participar de mais uma temporada no TC. Parabéns TC! Vida longa!!!"

Ed Santos colaborou para o Tudo Cultural entre 2008 e 2010 e publicava as Histórias do Amadeu todo domingo. Tive a honra de conhecê-lo pessoalmente meses antes dele sair do blog, quando fez uma visita ao Rio de Janeiro. 


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Depoimento de João Paulo Mesquita Simões




Conheci o Blogue através do Miguel Angel. Na altura, eu já escrevia para jornais regionais portugueses sobre a Filatelia, mas queria ir mais além. Queria ir para a blogosfera. Foi então que o Miguel me indicou o “Tudo Cultural”, e entrou em conversações com o Gustavo. Assim, passei a escrever no TC, seu único colaborador estrangeiro.

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Por Gustavo do Carmo


Desculpem-me o clichê, mas uma década passou voando. Em 2005, decidi criar um blog com um tema diferente dos automóveis, dos quais falava desde 2001 e que não estavam me dando retorno. Afinal, eu não dirijo. 

Estava cursando pós-graduação em Gestão de Cultura na Universidade Estácio de Sá e, por isso, escolhi a área cultural. O provedor não era o atual Blogger, que eu ainda não conhecia na época. Mas o Blog-se, do Comunique-se, que foi extinto recentemente. 
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Por dudu oliva


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segunda-feira, 23 de novembro de 2015


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O tal do amor verdadeiro
 é se amar por inteiro
E Consequentemente
qualquer historia que vier pela frente
passa a ser uma historia de amor
Dure ela 3 horinhas
ou uma vida inteira
Seja ela permanente
ou passageira
Por que Quando a gente vive esse amor
Tão puro e incondicional
A gente para de projetar um ideal
Impossível de se realizar
Em vez disso a gente passa a amar
E a espalhar a preciosidade
Desse tal amor de verdade
Que mora dentro da gente
Que nos faz ser diferentes
Que nos faz inteiros
-Aninhasuely #VamosPoetizarOMundo
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Conto de Gustavo do Carmo

Atendeu, com voz bem tremida, o interfone que tocava insistentemente.

— Quem é?
— Encomenda para a senhor Péricles Soares.
— Você poderia subir, por favor? É que eu sou idosa e não posso mais descer escada rápido.
— Claro, minha senhora. Tudo bem. 
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sábado, 21 de novembro de 2015


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO
MONTAGEM COM FOTOS DE DIVULGAÇÃO DA SAMSUNG E DA ÚNICA EDITORA


O livro A Teoria de Tudo, escrito por Jane Hawking, adaptado para o cinema e indicado ao Oscar este ano nas categorias filme, atriz (Felicity Jones), roteiro adaptado, trilha sonora e ator (Eddie Redmayne) - ganhando somente este último - vem sendo vendido como a biografia do astro-físico Stephen Hawking, ex-marido da autora que sofre da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Mais detalhes da sinopse veja aqui

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Por dudu oliva


Vamos viver no chique da imaginação...

Nunca gostei de rótulos e frases feitas, pois empobrece a vastidão da alma. Por exemplo, é a frase " sair do armário". Será que só tem um sentido das pessoas assumirem suas preferências sexuais? O ser humano é um bicho tão estranho que oculta tantas coisas no armário escuro do inconsciente. Mulheres que se dizem recatadas escondem seu lado puta, como os cidadãos ditos de bem escondem objetos de suas vítimas (quando saem para caçar de noite)... Enfim, tem tanta gente que oculta várias coisas no armário, que é complicado ficar padronizando esta diversidade em rótulos engessados e cheios de fissuras. Às vezes, tem gente que gosta de imaginar o armário como sendo um portal mágico para um mundo repleto de aventuras e encanto. Vamos ampliar a mente e se livrar dos estereótipos que são bastante deselegantes por sinal, amigos. Vamos viver no chique da imaginação e brincar no arco-íris, encontrando o ouro mágico! NÃO, não tomei o chazinho de cogumelos. Só estou divagando uma ideia recorrente que sempre penso.

***
NÃO QUERO ACREDITAR
Assistia ao Filme Êxodo: Deuses e Reis, que é uma nova versão da história bíblica de Moisés e como Deus salvou o povo hebreu da crueldade dos egípcios. Sei lá, não quero acreditar num Deus violento e vingativo. Almejo crer num Deus que vai além de uma forma e que pode está em qualquer lugar. Como já disse uma vez, se o pássaro é de Deus, a barata e outros bichos "asquerosos" os são também. Ele está em mim e não preciso de nenhum guia espiritual para conversarmos. Apesar dos meus defeitos, sinto que me dá força para superar minhas dificuldades. Com o tempo, percebi que ele não vai descer e resolver meus problemas, mas me fazer companhia, apesar de estar em outra dimensão, cuidando dos outros seres. Agora, como Deus é? Talvez seja tudo e nada e nada e tudo.


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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Os postais tal como os selos e os carimbos, também se colecionam.



Há quem junte estas três coisas numa só. E a isso chamamos postal máximo.

Porquê?

Um postal máximo, é constituído por um simples postal, onde lhe é colocado um selo sobre o tema do postal e um carimbo nominal dos Correios igual também ao selo e ao postal.

A este conjunto chama-se "Postal Máximo".

A imagem que aqui apresento, é do Forte de Santa Catarina na Figueira da Foz, minha cidade natal que, em 1982, completou 100 anos.

Na altura, os CTT - Correios de Portugal, emitiram uma série de dois valores também na imagem, e várias outras peças filatélicas.

Como o tema deste post é o postal máximo, deixo só o postal em si e os selos da coleção para melhor verem.

E visitem a Figueira da Foz, para ficarem a saber um pouco da sua história! 

Até para a semana.
 
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015


Conto de Gustavo do Carmo 
Publicado originalmente em 12 de março de 2008

Fazia oito horas que estava no shopping. Acompanhava a esposa que tentava fazer compras. Tentava porque em cada loja que ela entrava ficava uma hora experimentando vestidos e calçados. Não levou nenhum deles. Dizia que não ficavam bonitos nela. Mesmo provando mais de dez peças por boutique.

Até as seis primeiras lojas, Naldo a acompanhou. A partir da sétima, decidiu sentar-se no banco mais próximo ao lugar onde estivesse Sabrine. Não aguentava mais bater perna no shopping. Sabrine já não precisava e nem queria mais o marido ao seu lado, reclamando. Ela o autorizou a fazer o seu roteiro pelo shopping. Ele estava livre para ir a uma livraria, a uma banca de jornal, babar pelos aparelhos eletrônicos ou procurar alguma roupa ou acessório masculino.

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domingo, 15 de novembro de 2015

Eu preciso aprender
A.não querer
Amar por dois
Tenho que saber
Que não tem essa de se ajeitar depois
O que é, é
E.eu mereço algo por inteiro
Tenho que me amar
Primeiro
Tenho que me dar valor
Tenho que receber amor
Pra só depois me doar
Só depois me entregar...
 preciso aprender!

#AninhaSuely
#VamosPoetizarOMundo
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sábado, 14 de novembro de 2015

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO, COM INFORMAÇÕES DA DIVULGAÇÃO



Este ano, o Supremo Tribunal Federal liberou as biografias não-autorizadas de personalidades brasileiras, causando muita polêmica e discussão. Roberto Carlos e Caetano Veloso são dois artistas que se opuseram, sem sucesso, à liberação. 
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

João Paulo Mesquita Simões

O dia 11 de novembro é o dia de S. Martinho.


São Martinho, ou Martinho de Tours, nasceu em cerca de 316 na antiga cidade de Savaria na Panónia, uma antiga província na fronteira do Império Romano, na atual Hungria. Filho de um comandante romano, cresceu na região de Pavia, em Itália, no seio de uma família pagã. Criado para seguir a carreira militar, foi convocado para o exército romano quando tinha quinze anos, viajando por todo o Império Romano do Ocidente.
Apesar de ter recebido uma educação pagã, foi em adolescente que Martinho descobriu o Cristianismo. Mas foi só mais tarde, em 356, depois de ter abandonado o exército que foi batizado. Tornou-se discípulo de Santo Hilário, bispo de Poitiers (na zona oeste da atual França), que o ordenou diácono e presbítero, regressando de seguida a Panónia, onde converteu a mãe. Mudou-se depois para Milão, de onde terá sido expulso juntamente com Santo Hilário. Isolado, terá passado algum tempo na ilha da Galinária, ao largo da costa italiana.
De volta à Gália, foi perto de Poitiers que fundou o mais antigo mosteiro conhecido na Europa, na região de Ligugé. Conhecido pelos seus milagres, o santo atraía multidões. Foi ordenado bispo de Tours em 371 e fundou o mosteiro de Marmoutier, na margem do rio Loire, onde vivia na reclusão. Pregador incansável, foi também o fundador das primeiras igrejas rurais na região da Gália, onde atendia tanto ricos como pobres. Morreu a oito de novembro de 397 em Candes e foi sepultado a onze de novembro em Tours, local de intensa peregrinação desde o século V.
É na data do seu enterro, três dias depois de ter morrido em Candes, que se comemora o dia que lhe é dedicado. Acredita-se que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece. O acontecimento é conhecido pelo “verão de São Martinho” e é muitas vezes associado à conhecida lenda de São Martinho.

A lenda de São Martinho

Num dia frio e chuvoso de inverno, Martinho seguia montado a cavalo quando encontrou um mendigo. Vendo o pedinte a tremer de frio e sem nada que lhe pudesse dar, pegou na espada e cortou o manto ao meio, cobrindo-o com uma das partes. Mais à frente, voltou a encontrar outro mendigo, com quem partilhou a outra metade da capa. Sem nada que o protegesse do frio, Martinho continuou viagem. Diz a lenda que, nesse momento, as nuvens negras desapareceram e o sol surgiu. O bom tempo prolongou-se por três dias.
Na noite seguinte, Cristo apareceu a Martinho num sonho. Usando o manto do mendigo, voltou-se para a multidão de anjos que o acompanhavam e disse em voz alta: “Martinho, ainda catecúmeno [que não foi batizado], cobriu-me com esta veste”.

As tradições do dia de São Martinho

O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura em que se prova o novo vinho. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”.
De acordo com alguns autores, como José Leite de Vasconcelos e Ernesto Veiga de Oliveira, a realização dos magustos remonta a uma antiga tradição de comemoração do Dia de Todos os Santos, onde se acendiam fogueiras e se assavam castanhas. Em outros países, como na Alemanha, acendem-se fogueiras e fazem-se procissões, e em Espanha matam-se porcos, tradição que deu origem ao ditado popular “a cada cerdo le llega su San Martín” (“cada porco tem o seu São Martinho”). Também no Reino Unido existe a expressão “verão de São Martinho” que, apesar de já raramente utilizada, está também ligada com a crença de que o tempo melhora nos dias que antecedem o feriado.

In: http://observador.pt/2014/11/11/historia-sao-martinho/

Não temos em Portugal qualquer selo sobre este santo. No entanto, e dado que o ditado diz como referido em cima,  “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”, os CTT - Correios de Portugal, emitiram uma série da Madeira composta de seis selos mostrando todo o processo da apanha da uva, até ao engarrafamento do vinho.
 
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015


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ENSINANDO A RECICLAR


Personagens: A Fadinha Natureza
                       A Bruxinha Poluição
                       Joãozinho


 A peça começa com Joãozinho em dúvida, pois não sabe em qual lixeira deve colocar o lixo. Ele segura um sacola contendo papel, vidro (uma garrafa), plástico (uma sacola) e uma latinha.


Joãozinho –  Tenho aqui quatro lixeiras,
                  Em qual delas vou botar
                  Toda, toda esta sujeira
                  Todo o lixo do meu lar?

(Entra a Bruxinha)

Bruxinha  –  Ah! menino, não importa,  
                 Não precisa separar!
                 Deixe aí na sua porta,
                 Que ninguém vai reparar!

(Chega a Fadinha)

Fadinha   – Essa não é a verdade!
                O bom mesmo é separar,
                Pois o lixo da cidade
                Vai poder se reciclar!

Joãozinho – Mas eu não sei onde pôr,
                 É difícil de entender!
                 Cada um é de uma cor.
                 Como é que eu vou fazer?

Bruxinha   – Que tal pôr no riachinho!
                 É uma ideia pra você...
                 Você chega bem cedinho,
                 Pra ninguém daqui te ver!

Fadinha     – Nada disso! Eu ensino
                  E você vai entender.
                  Sei que é um bom menino
                  E pra sempre vai saber!

( A Fadinha pega a sacola e começa tirar cada material de dentro)

Fadinha   – No azul vai o papel;
                No amarelo a latinha;
                Nesse verde ponho o vidro;
                No vermelho a sacolinha!

Joãozinho – Ah, agora eu entendi,
                 Farei isso com certeza,
                 Direi tudo o que aprendi,
                 Para o bem da natureza!



Autor:  Narcélio Lima de Assis 
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Microcontos de Gustavo do Carmo



Monstro
"CRIAMOS UM MONSTRO". Era o slogan da Escola de Atores que revelou vários monstros sagrados do teatro, cinema e televisão. 


Cena
Roubou a Cena. O ator desempregado e falido foi preso em flagrante pelo assalto à aposentada.


Ator
Virou ator. Mas só fazia papel de ridículo.
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domingo, 8 de novembro de 2015

E Você nunca desistiu de mim Senhor
Sempre esteve ao meu.lado
Me sustentando com o seu amor
Nunca deixou de me olhar
Desse jeito doce e belo
Mesmo quando eu estive ausente
Nunca se desfez do elo

Sua luz que me sustenta
E Que me levou a enxergar
Hoje sei que meu destino
Se resume em te amar
E não há como fugir
Pois Você está em tudo
Você é mais que imaginei
Você é meu próprio mundo

E onde eu for
Você lá estará
Hoje sei que meu destino
Se resume em te amar
E nada do que eu faça
Te afastara de.mim
Seu amor é infinito
 sempre foi assim
-AninhaSuely
#VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Por dudu oliva


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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

João Paulo Mesquita Simões

Quando íamos aos Correios, ou a uma loja que vendesse selos para colocarmos nas nossas cartas, a                                                    
 
inexistência de goma para colar os selos nos envelopes ou nos postais, era quase nula. Então lambíamos o selo, ou passávamos com o dedo mindinho cheio de cuspo no verso do selo para o colar ao sobrescrito.

Sei que o que acabei de escrever, é uma grande porcaria. Mas até tinha um sabor agradável!

Depois, e para quem era colecionador, recortava o selo do envelope e colocava em água até se descolar do papel, e seguia-se, como já expliquei em outros artigos, todo o processo de descolagem, secagem e classificação da espécie.

Um selo, conta uma história. História essa, sempre ligada ao país de origem, como também já referi noutros artigos. Mas os tempos mudam. E, além do selo gomado, surgiu o selo autoadesivo.

Esse, não precisa de levar cola posteriormente, nem saliva para o fixar no sobrescrito. Já traz. É mais higiénico. Mas para mim, como colecionador, tem um contra. Não o podemos tirar do papel, caso contrário estragamos o selo.

Deve ser recortado com o papel que ocupa a sua superfície, e guardado num álbum assim mesmo.

Se o colocarmos em água para o separar do papel, arriscamos a estragar a espécie.

Por isso, gosto mais do velho método tradicional. O de recortar o selo, colocá-lo na água, secá-lo, classificá-lo e arrumá-lo.


Como diz o ditado, "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades". E esta foi uma delas.

Deixo-vos aqui uma emissão dos Açores de 2015 de selos auto adesivos que foi emitida em 23 de outubro.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015



Conto de Gustavo do Carmo

Conheceram-se. Conversaram. Dançaram coladinhos ao som de Besame Mucho. Beijaram-se. Apaixonaram-se. Brigaram por ciúmes. Fizeram as pazes. Tudo no mesmo baile da terceira idade. Iniciaram, a partir daí, uma relação que foi oficializada, cinco anos depois, em um casamento, que durou cinquenta anos, três filhos, quatro netos e dois pequenos bisnetos.
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domingo, 1 de novembro de 2015

Por Aninha Suely

Rotular é limitar
É querer emoldurar
Categorizar...
Relacionar
É mais do que se
Pode classificar
É viver e se entregar
É Degustar...
Pra que nomear?
Pra que racionalizar?
Se a beleza está
Em Se deixar levar...

 #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Por  dudu  Oliva

Estou começando a correr. Na verdade, alterno caminhada e corrida. Poxa vida, nunca pensei que conseguiria correr um dia e fico feliz pela conquista pessoal. Hoje, corria tranquilamente, quando um homem de carro gritou para mim: - CORRE QUE NEM HOMEM

Fiquei sem entender, achei tão gratuito o ato de me sacanear e como é correr como homem? O que é ser homem? Sacanear os outros sem motivo? Agredir por motivos irrelevantes? Correr com velocidade como os "homens de verdade" fazem no trânsito? Sinceramente prefiro ser tartaruga a um coelho estressado e desiquilibrado. Passei da fase que deseja mostrar o que posso fazer e sim estou num estágio de mostrar, para mim mesmo, que posso ultrapassar minhas dificuldades, respeitando minhas limitações. Sabe, tem uma coisa, não acredito mais em grandes revoluções que mudam o mundo em curto prazo. O tempo está me mostrando o contrário.

As transformações lentas são muito mais duradouras e mudam as estruturas. Portanto, o outro pode achar que não vale a pena minhas caminhadas e corridas, porém, o que vale é eu perceber as mudanças no condicionamento físico. 

Não preciso ter corpo de atleta para ser feliz e saudável.


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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


 


Os CTT - Correios de Portugal, emitiram ontem mais uma série dedicada à Expansão Portuguesa do século XVI, desta vez dedicada à chegada dos Portugueses a Timor-Leste.

 Composta por dois selos e um bloco, com design de A. F. Atelier, e impressão da Imprensa Nacional - Casa da Moeda. Foram ainda editados dois tamanhos de sobrescritos de primeiro dia, e a pagela de apresentação da emissão.

Os selos e o bloco, mostram aspetos da cultura Timorense, como modelos de habitações, um pedaço de tecido característico desta zona, mapas antigos da região, folhas de Sândalo, uma árvore muito apreciada na China e na Índia, e a estrofe 134, do canto X de «Os Lusíadas», de Luís de Camões. Todas estas imagens foram cedidas por várias entidades, como a Biblioteca Nacional de Portugal, o Museu Nacional de Etnologia, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e o Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, entre outras.


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segunda-feira, 26 de outubro de 2015



Crônica de Gustavo do Carmo

Já ouvi várias vezes - na faculdade de jornalismo que eu fiz, nas dicas de sucesso da mídia e principalmente na pós-graduação em telejornalismo que eu não terminei – que o jornalista não pode ser preconceituoso.
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domingo, 25 de outubro de 2015


Quero te ter com calma
Tocar em sua alma
Te roubar pra mim
E cada beijo meu será como uma prece,
E te dedicarei o amor que vc merece...
Serei sua
Princesa ou puta
Amiga ou paixão
Serei aquilo que quiseres
Serei todas as mulheres
Que desejar
Em uma só.. .
Quero te amar sem pressa
Sem dó
Sem pudor,nem temor
Quero me enroscar nos seus braços
Ganhar os seus amassos
Roubar seu coração
Por que o meu já esta
Em suas mãos
- AninhaSuely
 #VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


De 26 de abril a 1 de maio de 2016, a cidade de Viana do Castelo no norte de Portugal, irá acolher  a XXII Exposição Filatélica LUBRAPEX 2016, «A Força da Fraternidade Luso-Brasileira», organizado pela Federação Portuguesa de Filatelia.

Esta Exposição Luso-Brasileira vai assinalar os 50 anos de realização contínua, sendo por isso um grande evento filatélico para Portugal.

A imagem do certame aqui apresentada, foi retirada da Internet.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O que eu quero dizer,
Eu não posso falar...
E o que eu quero fazer
Não vai rolar
Por isso me calo
Me fecho
Me escondo
em mim mesma
E omito aquilo
Que gostaria de gritar
Aos quatro ventos...
Eu invento
Que.não sinto
Eu simplesmente minto
Pra mim
E é desse.jeito assim
Que vou vivendo
Que.vou me.virando
Fingindo
Que.me.engano 😉 ~
 AninhaSuely
#VamosPoetizarOMundo
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Por Gustavo do Carmo

Ivan esperou vinte e cinco anos para conhecer Mislaine e perder a sua virgindade. E tirar a dela também. A primeira vez do casal foi em um motel. Descobriram como era bom o prazer do sexo. Já namoravam oficialmente há seis meses quando tiveram a primeira conjunção carnal.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


A Ciência ganhou um estatuto próprio durante a criação da UNESCO, em 1945, traduzido na implementação de programas nesta área do conhecimento. Estes têm como objetivo contribuírem para a manutenção da paz e da segurança no mundo, bem como para o desenvolvimento das sociedades. Assim, a UNESCO tem procurado promover, ao longo destes anos, uma cooperação científica para lá das fronteiras, das ideologias e das especificidades culturais.
Tendo presente que, em 2015, se comemoram os 70 anos da UNESCO e que, em simultâneo, se celebram o Ano Internacional da Luz e o Ano Internacional dos Solos e estão em decurso a Década da Biodiversidade (2011-2020) e a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável pós-2015, a Ciência, mais do que nunca, deve estar ao serviço da sociedade, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentável e alertando para as consequências das nossas atividades, em particular, mas focada na busca permanente de soluções para os desafios que se colocam no presente de forma a garantir o nosso futuro.

Elizabeth Silva
Setor das Ciências - Comissão Nacional da UNESCO


CELEBRAR A LUZ
Usamos luz para nos unirmos em celebrações sociais, mas em 2015 celebramos a própria luz, o pensamento e as descobertas sobre a luz, de qualquer tipo, mesmo
a que não detetamos com os olhos. A luz faz brilhar galáxias, aciona chips de computador, dá vida às flores, cria imagens de raios-x, brota dos lasers, viaja na internet…
A luz, a sua origem, composição e processamento pelo cérebro humano, é um problema central na história do pensamento e atividade humanos. Mas a sua manipulação é uma solução que encontra sempre um problema: na engenharia, arte, indústria, medicina, comunicações, ambiente, energia, agricultura, investigação
histórica, preservação do património.
Pelo papel da luz no desenvolvimento sustentável, educação e cultura, as Nações Unidas proclamaram 2015 Ano Internacional da Luz e da Tecnologias baseadas na Luz. Para meditar na riqueza que advém de aproveitar luzes diferentes e divulgar o impacto das tecnologias com base nas descobertas sobre a Luz. Para inspirar.

Teresa Peña
Comissão Nacional para o Ano da Luz


PELA PRESERVAÇÃO DOS SOLOS…
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 2015 como o Ano Internacional dos Solos, visando alertar os seres humanos para a relação direta entre solos férteis e sociedades prósperas. Nesse sentido, as múltiplas iniciativas relacionadas com esta celebração pretendem contribuir para aumentar a consciencialização da sociedade para a necessidade de uma gestão sustentável dos solos, enquanto
base para os sistemas de produção de alimentos, combustíveis e fibras naturais, o fornecimento de água limpa, as funções essenciais dos ecossistemas e uma melhor adaptação às alterações climáticas, para as gerações presentes e futuras.
Assumindo o papel de «pele da Terra», os solos são um recurso natural finito e não renovável à escala de vida humana. Contudo, a área de solos férteis existente no nosso planeta tem vindo a tornar-se cada vez mais limitada, devido à sua crescente degradação, má gestão e urbanização. Assim, urge que cada um de nós adquira maior perceção sobre o papel de «solos saudáveis para uma vida saudável», contribuindo para a reversão da tendência atual e ajudando a manter os níveis de produção de alimentos necessários à subsistência da população humana, que se estima possa alcançar nove mil milhões de habitantes em 2050.

Artur Sá
Presidente do Comité Português para o Programa Internacional
de Geociências da (IGPC–UNESCO) 

In: Pagela dos CTT- Correios de Portugal


Esta emissão foi posta em circulação ontem.
As imagens, são propriedade dos CTT - Correios de Portugal. 
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Microcontos de Gustavo do Carmo 


Fofoqueira
Desde criança, suas fofocas separaram os pais, primos e tios. Quando separou os avós, foi expulsa de casa pela mãe. Cresceu e se tornou a jornalista mais influente na área de celebridades. 


Assassino
Quando criança adorava matar os passarinhos de casa. Cresceu e virou dono de funerária. 
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domingo, 11 de outubro de 2015

E toda vez que penso em vc Penso em saudade, penso em abraço quentinho Penso em carinho Toda vez que ouço sua voz Sinto um aconchego, uma paz, um sossego Cada mensagem sua pra mim Me deixa assim, feliz. E um tanto ansiosa... Me deixa nervosa De um jeitinho bom E coloca esse sorriso bobo No meu rosto Essa vontade de não te deixar Ir embora Essa necessidade de aproveitar O agora -AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Por dudu  oliva





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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Quase todos nós usamos as Redes Sociais para comunicar.

Porque são baratas, conversa-se em tempo real, mostram-se todos os tipos de ficheiros, e fazem-se compras e trocas. 

Eu uso as Redes Sociais, nomeadamente o Facebook por dois motivos:

1 - Ler notícias que nem sempre passam nos Órgãos de Comunicação Social de Portugal,

2 - Fazer compras ou troca de selos com filatelistas de outros países.

É uma maneira de levar ao Mundo o Selo Português e, também, ficar a conhecer melhor os selos e culturas de outros países.

Os países Asiáticos e do Médio Oriente, são aqueles que mais páginas têm no Facebook, e atualmente correspondo-me com a Malásia e com a Índia.

A quem ler este blogue, tenha a sua página no Facebook, e colecione selos, entre em contacto comigo. Tenho todo o interesse em trocar selos com o Brasil e, sendo a Filatelia Ciência no vosso país, trocar umas ideias em páginas destinadas aos colecionadores.

Um intercâmbio luso-brasileiro, seria de todo interessante.

Caso me deixassem publicar as nossas discussões e conclusões neste blogue, melhor seria. 

Fica o apelo. 
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015



Conto de Gustavo do Carmo

Ele criou Veridiana. Ela inventou Osmar. Veridiana expressava o lado feminino de Felix Mendes, jornalista e escritor de muito sucesso, com cinco livros entre os dez mais vendidos do país.

Osmar era o lado macho de Patrícia Fritzcovitz, formada em Letras e um fenômeno emergente que colocou o seu primeiro livro, Ex-Namorado, de publicação paga, no mesmo top 10 em que figurava o livro de Felix, Em Busca do Desencalhe.
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domingo, 4 de outubro de 2015

Acreditava tanto no amor
Que o via em qualquer lugar
Estava sempre disposta
A se entregar, a recomeçar...
E Desperdiçava seu tempo
Sua energia
Com quem não merecia
Se jogava de cabeça
Sempre
Mesmo depois de tantos
Acidentes
Mas era sempre positiva
E achava que um dia encontraria
O amor da sua vida
Ainda nessa vida
E estava sempre disposta a tentar
De novo e de novo
- Aninha Suely #VamosPoetizarOMundo
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