terça-feira, 31 de dezembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo

Dez, nove, oito... milhões de pessoas vestidas de branco faziam contagem regressiva para o ano novo na praia de Copacabana.  Quadras antes da orla, os aparelhos médicos de monitoração bipavam ao ritmo dos últimos segundos do ano velho.
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013


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terça-feira, 24 de dezembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo

A mesa já estava posta desde a manhã da véspera. Foi quando Edith começou a preparar a casa para a visita do ex-marido e dos dois filhos adolescentes, que ficaram sob a guarda do pai.

Madrugou na feira para comprar frutas frescas, especialmente as ameixas, as uvas verdes e o abacaxi. O peru ela começou a temperar assim que chegou da feira. Passou a manhã inteira na cozinha para isso. O resto da tarde levou para assar a ave no forno do seu velho fogão de quatro bocas.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Conto de Gustavo Carmo




Todos os anos, sempre no dia 30 de novembro, Edvaldo montava a árvore de Natal no apartamento onde morava, desde que nasceu, em um pequeno prédio em Olaria. Quando bebê assistia à mãe armar um velho pinheiro de papel alumínio. Aos cinco, os seus pais resolveram inovar e usaram um galho natural, colhido na Ilha do Fundão, decorado com algodão e bolinhas. Edvaldo lembra vagamente que foi com o pai buscar a árvore.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Por dudu oliva





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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013



Por Gustavo do Carmo

Astorzinho era um bom menino. Obediente em casa, alegre e divertido, adorava brincar. Principalmente na escola. Durante as aulas. E por esse motivo suas notas começaram a baixar.

Até a quarta série, mesmo se divertindo nas aulas, Astorzinho nunca havia tirado uma nota vermelha. Mas a partir da quinta, o rendimento do menino começou a cair. Veio a primeira anotação na caderneta por indisciplina.

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dudu oliva



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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões




Este livro dedicado aos colecionadores mais jovens, contém 40 selos de 10 emissões filatélicas lançadas em 2013.

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são as autoras dos textos que contam a história destas emissões, especialmente escolhidas para promover a filatelia junto deste público tão especial.


Com uma tiragem limitada a 3000 exemplares numerados, esta edição bilingue, contém um CD-ROM interativo que convida os jovens a «folhearem» o livro em formato digital, a ilustrá-lo ou a «navegar» através dos vários links sugeridos.

In: ctt.pt

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, são duas escritoras portuguesas que se dedicam à literatura infantil e, ao mesmo tempo, à literatura filatélica quando solicitadas pelos Correios de Portugal.

Temos de salientar e motivar os jovens ao colecionismo através da Literatura, pois só assim as coleções prevalecerão. O selo, está quase, senão mesmo em desuso. Culpa dos Correios, culpa das Novas Tecnologias, do email, do facebook e eoutras redes sociais, que nos põem a falar ou a escrever com qualquer pessoa de qualquer parte do país ou do mundo.

Nas escolas portuguesas, começa a haver o hábito de se levar uma formação em filatelia, um workshop ou outra atividade que fale de colecionismo para que a nossa juventude comece de novo a interessar-se por coleções como nós nos interessávamos na idade deles.

   Isabel Alçada                                                            Ana Magalhães Rodrigues
 
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013



Microcontos de Gustavo do Carmo


Refresco
Ficou rico no verão com o seu novo produto: refresco de pimenta nos olhos dos outros. 


Camisa
Suou a camisa. Estava muito calor. Trocou de roupa. 


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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013




Por dudu oliva


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A primeira extracção da cortiça ocorre, normalmente, quando a árvore atinge entre 25 a 30 anos, sendo que a extracção ocorre nos meses de Junho a Agosto. Essa cortiça, por vezes com espessura considerável, recebe o nome de virgem e distingue-se substancialmente da cortiça de reprodução extraída nos períodos seguintes: é designada por secundeira na segunda tiragem e por amadia nas tiragens ou extracções subsequentes. A cortiça amadia é a de maior qualidade, sendo por isso a mais valorizada, e a única que pode ser utilizada para o fabrico de rolhas. A partir desta fase, a cortiça é extraída a cada nove anos.
Actualmente, a cortiça é uma matéria-prima nobre cuja utilização se estende a variadas utilizações como sejam os revestimentos de solos, os isolamentos (térmicos e acústicos), na fabricação de instrumentos musicais, em artigos de decoração, nos componentes para calçados e para o sector industrial de diversos segmentos automóvel, bebidas, construção, alvenaria, decoração, entre outros.
Portugal, com uma área de 730 mil hectares de montado de sobro, é responsável por mais de 50% da produção mundial de cortiça. Outros produtores são Espanha, sul da França, sul da Itália, mais recentemente Marrocos, Argélia, Tunísia.
O desenvolvimento tecnológico e a aplicação de novas técnicas, incluindo de gestão, levaram à integração vertical de algumas operações de transformação da cortiça.
A cortiça também já foi usada para o descobrimento da célula (somente para o descobrimento da palavra célula, pois o que o cientista viu, não era na verdade a célula). Em 1665, Robert Hooke utilizou finos cortes de cortiça e visualizou em seu microscópio algo parecido com "favos de mel", e deu-lhe o nome de cécula, jurando ter visto "a celula".

In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Corti%C3%A7a


Em 2007, os CTT lançaram hoje o primeiro selo de cortiça do mundo na Assembleia da República, numa edição única de 230 mil exemplares que está "praticamente esgotada". O selo foi desenhado pelo designer João Machado.
"É um selo muito bonito, que homenageia em simultâneo quer a cortiça quer o sobreiro e o papel que o montado tem representado para fins ambientais em Portugal", destacou o presidente dos CTT, Luís Nazaré, no final da cerimónia de lançamento.

O selo, com a imagem de um sobreiro, tem o valor facial de um euro, e o presidente dos CTT assegura que a edição "está praticamente esgotada", estando afastada a possibilidade de uma segunda edição.

"Nunca fazemos segundas edições, é por isso que a filatelia portuguesa é tão considerada", explicou.

O presidente dos CTT sublinhou que, sendo uma estreia a nível mundial, não foi fácil produzir este selo de cortiça, em que cada exemplar é uma peça única.

"Tivemos de encontrar um material especialmente fino, que aguentasse a impressão, não se degradasse rapidamente e que pudesse ter no verso uma fita auto-adesiva", explicou, recusando contudo revelar o custo final da produção deste selo.

Na cerimónia de lançamento estiveram presentes o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, e o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva.

In:http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ctt-lancam-primeiro-selo-de-cortica-do-mundo-1312177 
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013




Conto de Gustavo do Carmo

Voltava do enterro da esposa. Morrera de câncer no colo do útero. Tinha apenas 30 anos. Ainda era uma menina. Com ela teve dois filhos, um casal ainda pequeno que iria crescer sem a mãe.

Gerlaine era a sua terceira esposa. As duas primeiras também morreram de câncer no colo do útero. Maria Isabel também não passou dos 30 e deu três filhos homens a Oswaldo. Todos já adultos. O mais velho até já lhe deu dois netos. Aurora ainda chegou aos 35 e deu duas meninas, hoje adolescentes, ao então biviúvo.

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