sexta-feira, 29 de julho de 2016

Por Dudu Oliva




3

quarta-feira, 27 de julho de 2016


 'Olá meus caros, depois de seis artigos do Roteiro do Vinho ao qual conhecemos um pouco dos vinhos do exterior, chegou a hora e a vez dos nossos vinhos, afinal, podem se gabar dos importados, mas no Brasil também se produz vinhos de ótima qualidade. Estive recebendo vários "release's" de produtores brasileiros, e então escolhi um deles para iniciar a nossa jornada por aqui. Não pude ir pessoalmente a vinícola e suas adjacências por falta de patrocínio.'



O mercado nacional de vinhos finos vem registrando uma curva crescente na procura e no consumo por produtos com estilo jovem e fáceis de beber. Ano a ano, é perceptível o aumento no interesse pela bebida, principalmente em confraternizações de jovens-adultos. Pensando em atender esta demanda, a Famiglia Zanlorenzi apresenta o rótulo Las Fuentes. A novidade que amplia o portfólio de vinhos finos nacionais da companhia é uma excelente opção de vinho fino nacional de entrada, compatível em preço e qualidade com os importados.

Desenvolvido a partir de um conceito de vinho leve e gastronômico, o Las Fuentes promete surpreender aquele consumidor que busca um vinho para o dia-a-dia. “Isso se dá pelo teor alcoólico moderado, paladar macio e aromas frutados, características que agradam principalmente quem está ingressando no consumo de vinho”, explica o gerente de produção e enólogo da Famiglia Zanlorenzi, Ricardo Morari.

A linha de vinhos Las Fuentes é composta pelas variedades Cabernet Sauvignon/Merlot Suave, Cabernet Sauvignon e Merlot. É produzida na unidade da empresa em São Marcos (RS), com uvas da Serra Gaúcha, e engarrafada na fábrica em Campo Largo (PR). Concorrerá na gôndola com os reservados chilenos, se posicionando na categoria de vinhos que apresentam um bom custo-benefício, com qualidade e características de um vinho jovem.

Como todos sabemos a Serra Gaúcha é a grande responsável por quase toda a produção de vinhos brasileiros, com certeza será citada aqui novamente em futuras matérias, mas vamos então conhecer o que é o 'Las Fuentes'.

            CABERNET SAUVIGNON/MERLOT (SUAVE)

Vinho com coloração rubi com reflexos violáceos e aromas de frutas maduras como figo, tâmaras e ameixa. Possui corpo médio, paladar delicadamente suave, macio e com acidez equilibrada. Vinho de transição, pois o toque de açúcar presente minimiza o “choque” gustativo entre o vinho de mesa e o vinho fino. Harmoniza com pratos leves com molhos agridoces e chocolates.

                                  CABERNET SAUVIGNON

Possui coloração rubi intensa e aromas frutados que lembram framboesa, amora e mirtilo, além de toques vegetais característicos da variedade. Possui corpo médio, com taninos macios e acidez equilibrada. Harmoniza com queijos e embutidos, carnes vermelhas e de caça, massas à carbonara, lasanha à bolonhesa e pizzas.

                                                   MERLOT
      
Possui coloração rubi com reflexos avermelhados e ótima intensidade aromática com notas de morango, framboesa e cereja. Apresenta também toques de especiarias. Possui corpo médio, com taninos macios e elegantes e boa persistência. Harmoniza com carnes vermelhas, costela e lombo suíno, massas com molhos condimentados, pizzas, panquecas e risoto de funghi.

Sobre o Grupo Famiglia Zanlorenzi - fundado em 1942, o Grupo Famiglia Zanlorenzi é atualmente uma das maiores empresas de derivados de uva e uma das mais importantes indústrias de bebidas do Brasil. A base produtora do grupo está situada na Serra Gaúcha em São Marcos/RS e o pólo industrial em Campo Largo/PR. Presente em todo o território nacional (bem como em diversos países da América Latina), possui um vasto portfólio de produtos, com 11 marcas e mais de 110 rótulos, que abrange quatro categorias de mercado: vinhos de mesa, vinhos finos nacionais e importados, espumantes e frisantes e sucos.


                         PUBLICAÇÃO : WEVERTON GALEASE
5

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Por  dudu  oliva




4

quinta-feira, 21 de julho de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Foi a 17 de julho de 1916 que se realizou o primeiro voo militar português. Esta emissão CTT celebra, não só a técnica e mestria que tornaram possível este feito, como também os homens e mulheres que, no último século, serviram na Aviação Militar. Conheça a pagela:http://bit.ly/Pagela_VooMilitar


0

quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Vamos mudar o rumo do país"
                                 "Chegou a hora de fazer diferente"
                                                                         "Vote certo desta vez"
                                                                                                    "Elimine a corrupção em sua cidade"

 É...quem aqui não ouviu coisas assim e muito mais, quando estamos próximos das eleições? Quem aqui está de saco cheio, acho que vai acabar concordando com o que vou escrever abaixo, e que o TSE se dane!
 O voto é obrigatório, se você não vota, você perde direitos na sociedade, você paga multa -esta que por milagre ainda é algo barato. Vos digo, esta "crônica" é pessoal sim, e a intenção é expor o meu saco cheio de muita politicagem no Brasil.
 Recentemente me mudei de cidade, mas não transferi meu título de eleitor, que continua sendo da cidade de São Roque-SP, é lá em que vou ter que ir obrigatoriamente em um domingo, votar, mas não, não acontecerá de novo, pelo menos de graça, aos candidatos desta cidade, não escolherei um para votar, pois sei que o rumo será o mesmo!
 Meu voto está a venda, e não me importo em dizer isto, e não estou falando em cesta básica, quem quiser meu voto, terá que depositar a grana em conta-corrente, caso contrario, eu me reservo ao direito de não votar no dia 2 de outubro.
 Qual a política brasileira para com a literatura?
 E não me venham falar da corrupta Lei Rouanet...por favor!
 Preciso de um tempo para voltar a acreditar que o meu voto pode mudar o rumo do Brasil de verdade. E votar em branco/nulo não irá ao meu favor.
 Pessoas de boa ideia, como meu amigo Gustavo do Carmo, arriscam seu tempo fazendo algo pela nossa literatura, sou fã sim de seus contos e suas crônicas, não é a toa que de certo modo temos uma amizade, porém, é de muita batalha de divulgação em que se mantém este projeto do 'Tudo Cultural', em trabalhos assim, o governo não mete a mão, porque é mais fácil meter a mão no dinheiro emprestado a "grandes" artistas. Ou você acha que o "Rei" Roberto Carlos só chegou onde está por talento? Até hoje há uma panelinha apadrinhada por trás disso! Ao qual é o mesmo que tentam fazer com o cantor Luan Santana. Ah, Paulo Coelho mora no Brasil?
 Pois é TSE, tá fácil pra ninguém (pra não-apadrinhados)


                                                                                ESCRITO POR : WEVERTON GALEASE
                                                                                       email : wevertonfgs@bol.com.br
                                                                                         twitter.com/WevertonGalease
0

segunda-feira, 18 de julho de 2016


Por Gustavo do Carmo
Publicado originalmente no meu antigo blog Curto e Cultural em 9 de março de 2009 . 




Ouvia sempre a irmã dizer que escritores e pintores só são valorizados depois de mortos. Mas ele só queria ser reconhecido vivo e ficar muito rico. Deprimido com o fracasso, acabou suicidando-se. A primeira coisa que a irmã fez foi apagar da memória do computador e do pen-drive todos os contos que o autor morto escreveu. Os textos impressos e os cadernos de idéias foram rasgados e queimados.
0

domingo, 17 de julho de 2016

0

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Por  Dudu Oliva



0

quinta-feira, 14 de julho de 2016

João Paulo Mesquita Simões






No passado domingo dia 10, Portugal venceu a França por uma bola a zero em Paris, na final do Euro 2016.

Para comemorar a efeméride, os CTT Correios de Portugal, emitiram este bloco de dois euros.


0

quarta-feira, 13 de julho de 2016




Conto de Weverton Galease

  Numa bela sexta-feira, o jovem Antônio Carlos foi ao salão dos Silva, dar um corte nos volumosos cabelos castanhos, porque no sábado o salão era um inferno, sentado na poltrona de espera, foi sacando entrada de velhinhos no habitat, porém estes não estão indo ali para fazer o mesmo que ele, os velhinhos estavam fazendo o jogo do bicho, muito comum por ali.

  Quando chegou a vez de Antônio Carlos cortar a "juba", começou a conversar com o senhor que estava ao lado, fazendo cálculos e mais cálculos, havia naquele salão um belo calendário, contendo vários animais, um típico "calendário do ano", curioso, Antônio Carlos perguntou ao senhor:
 -Este calendário ali na parede, onde conseguiu?
 Enrugando a testa, o senhor lhe respondeu:
 -Ah, este calendário é uma cortesia à vista de quem joga no jogo do bicho. Você quer um? Tem que jogar?
  Antônio Carlos então pensou, e replicou:
 -Eu nunca joguei nisso, mas como sempre tem a primeira vez e estou com dois reais aqui, acho que dá para eu jogar. Quem sabe eu tenha a "sorte de principiante", não é?
 
  O senhor rapidamente lhe deu uma lista com os números respectivos aos bichos, Antônio Carlos escolheu os números do leão, jogou, o jogo "corria" no sábado. Antônio Carlos então foi para casa, e pensativo, sem querer já fazendo planos, pois os dois reais poderiam se tornar dois mil.

  Chegando em casa, em segredo, não contou pra ninguém, simplesmente cortou o cabelo e pronto! Como sábado iria ficar em casa por causa das visitas que vinham de Macaé, interior do Rio de Janeiro, Antônio Carlos só voltou ao salão no domingo, quando descobriu que havia ganhado, o leão lhe rendeu dois mil reais, pouco dinheiro para se sonhar, então o jovem apenas queria multiplicar investindo este dinheiro, resolveu abrir uma conta bancária para adentrar à bolsa de valores, como morava ali próximo a Avenida Paulista, fez isso o mais rápido possível, recebeu orientações e investiu seu dinheiro, comprou ações de uma empresa quase falida no mercado de ações, a qual valiam apenas oito centavos, Antônio Carlos não sabia, mas estava prestes a não multiplicar seus dois mil reais.

  Passaram-se duas semanas, e Antônio Carlos estava já injuriado, pois as ações da tal empresa que foram recomendadas por seu banco, haviam se valorizado apenas um centavo, segurou-se mais uns três dias e resolveu vender as ações, no caso, por oito centavos mesmo, ganhou um centavo em cima de cada ação que havia investido com seus dois mil reais, voltou ao seu banco e aplicou o dinheiro na em uma estatal, a qual as ações valiam mil vezes mais.

  Passado mais uma semana, Antônio Carlos foi verificar seu investimento, e notou que havia perdido metade do seu dinheiro, pois as ações da estatal tinham super se desvalorizadas, daí por curiosidade, resolveu ver quanto estavam valendo as ações da primeira empresa que tinha comprado, quase caiu de costas, quando viu, que aquelas ações que ele vendeu por oito centavos, estavam valendo dez reais.
  -Mas como assim? Perguntou Antônio Carlos ao seu assistente bancário, que lhe explicou:
  -Nós dissemos para você ficar com aquelas ações, porque a empresa estava prestes a liberar seus dividendos, ao qual, você iria multiplicar seu investimento, lamento por ter optado pelo outro caminho. Pois um leão pode não visitar seu bolso duas vezes...
0

segunda-feira, 11 de julho de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Voz
Soltou a voz nas estradas. Foi multado por trafegar com som alto.


Posto Ipiranga
Perguntou no Posto Ipiranga. Ninguém soube responder onde tinha uma oficina perto daquela estrada.
2

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Por dudu oliva





1

terça-feira, 5 de julho de 2016


 

CONVIDADO DO MÊS - JOSÉ MILTON CASTAN JUNIOR
                                         Crônica - 'Mundo dos Nuggets'
            
A passagem para o mundo dos nuggets é destino certo de muitas galinhas (e galos também). Não importa se brancas, carijós, grandes, pequenas ou New Hampshire (das melhores pra nuggets). Uma vez pertencente ao mundo dos nuggets, sempre nuggets.
            O formato característico é a marca dos nuggets; empanados e doiradinhos são reconhecidos de longe.
            Recente fui dar palestra motivacional aos funcionários numa fábrica de nuggets. Gentilmente me convidaram para conhecer a produção, e vi surgirem centenas ou milhares de nuggets por minuto. Máquinas barulhentas vibravam. Uma massa esbranquiçada e molenga caía dentro de estampo que dava forma aos nuggets, depois passavam pelo processo de empanar, entravam num forno, saiam quentinhos e crocantes.  Porém havia algo de monótono no meio de toda aquela agitação: um nugget não se diferencia absolutamente em nada de outro nugget. Seria impossível notar a mínima diferença entre eles. Achei triste a vida de nugget.
            Uma esteira trazia velozmente nuggets ainda soltando fumaça; passavam pelo túnel de congelamento, e por fim eram dispostos certinhos e enfileirados dentro de caixas retangulares. Aquele movimento contínuo da esteira me hipnotizou e de repente um nugget chamou a atenção:
            – Venho de família nobre – me falou todo empertigado – da linhagem das reais galinhas Legorne.
            E vupt, foi pra caixa.
            Em seguida outro passando ligeiro pela esteira, e que em nada era diferente do coleguinha principezinho:
            – E eu pertenço ao Paraíso Pedrês! – rebatendo altivo.
            Vupt também, pra caixa.
            – Você sabia que nugget quer dizer pepita? – me perguntava outro metidinho.
            Vupt...vupt. Caixa!
            – Sou comendador – e esse me parecia um nugget bem esquisitinho.
            Arghh! Caixa tão qual!
            Percebi que apesar da enfadonha e enfastiada vida de nugget, eles mesmos não se acham assim, pois tem sempre um nugget pra dizer que foi fabricado no fino processo “mcnuggets plus up”, ou que sua caixa foi produzida com papel cromex duplo dourado. Sei de outro que se gabava de haver sido vendido na melhor rede de supermercados.
            Mas na verdade é tudo nugget: sempre a mesma forma, cor e sabor!
            A essência do nugget é ser nugget. Forma e conteúdo incrivelmente iguais.
            Mas os nuggets parecem mesmo não reconhecerem, aceitarem e nem tão pouco respeitarem suas igualdades. Senão vejamos como se auto intitulam:
            Há nuggets petistas e nuggets não petistas: e se atracam por isso;
            Há aqueles nuggets coletivos feministas e machistas: e discutem por isso;
            Claro, há nuggets palmeirenses e corinthianos: chutam-se por isso;
            E o que falar dos originais nuggets americanos e do resto: disputam por isso;
            Brancos nuggets em contraponto aos negros nuggets: racismo por isso;
            Tem os nuggets xiitas e sunitas: matam-se por isso.
            Ah! Tem até nuggets achando outros como não nuggets, mas sim coxinhas!
          E por acharem-se assim, tão diferentes, é que se estranham. Não deveriam. Apenas nuggets.          Mas como creem diferentes, individuais e únicos, obviamente o outro lhe é esquisito. O real problema acontece quando não mais conseguem suportar a frustração do outro ser diferente daquilo que idealiza. O inferno são os outros, nos diria o filósofo francês, querendo que reflitamos exatamente o contrário.
         Mas aqui você poderia perguntar: por que os nuggets sendo tão iguais se acham assim tão diferentes? Diria-nos outro filósofo: “Os homens se deram a si próprios todo o bem e todo mal, e pôs valores nas coisas a fim de se conservar”.  
            Se conservar? É isso mesmo?

           A passagem de um nugget para o mundo do..., bem você já sabe no que vira e para onde vai um nugget devidamente papado, né?

José Milton Castan Junior é pela segunda vez convidado por Weverton Galease a apresentar uma crônica no 'Tudo Cultural', anteriormente, em junho de 2015, apresentou a crônica 'Uma Canção Contemporânea do Exílio' http://tudocultural.blogspot.com.br/2015/06/convidado-jose-milton-castan-junior.html
Para mais informações sobre o trabalho de psicanálise de Castan, acesse psicastan.com.br
0

segunda-feira, 4 de julho de 2016


Conto de Gustavo do Carmo


Os pais de Ian descobriram o seu autismo quando ele tinha doze anos. Pouco depois do quinto aniversário do menino, seus pais começaram a desconfiar da sua especialidade ao saberem que, no jardim de infância, meses depois de entrar, ele ainda não tinha feito nenhum amiguinho.

Ficava quieto no parquinho, sem falar com ninguém. Brincava com um relógio digital, daqueles com cronômetro. Se entretia tentando cravar os milésimos no 000. Não olhava para os colegas, nem para a professora, e ainda agredia quem tocasse nele, não importando se fosse colega, funcionário da escola ou professor, ficando de castigo algumas vezes.
0

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Por dudu oliva




Quero desaprender
 quero esquecer tudo
vivo em um mundo onde todos sabem muito
onde todos sabem tudo como amar como viver
 como sonhar
 chegou a hora de desaprender
esquecer ver o deslumbramento surgir ver a vida
 dançar com meus olhos
como se fosse a primeira vez... (Zack Magiezi)

Sites do autor:

http://estranherismo.tumblr.com/ 

https://www.instagram.com/zackmagiezi/?hl=pt-brhttps://twitter.com/zackmagiezi

 http://pensador.uol.com.br/autor/zack_magiezi/
0

Arquivo do blog