quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Faltam poucas horas para que o ano de 2015 dê lugar ao Novo Ano de 2016.
Durante este ano, falei da Filatelia Portuguesa, seus aspetos, histórias, e mais dados que achei interessante ver publicados nesta rubrica. 

Será então esta a minha ultima mensagem deste ano.

Espero apresentar-vos ao longo de 2016 o plano filatélico português e, caso haja emissões conjuntas com o Brasil, abordá-las também.

Tenciono modificar um pouco o formato e o texto da filatelia, alargando-o a países e temáticas do meu interesse e que deixarei à vossa consideração para comentarem. Sim, comentarem. 

O mal dos Leitores deste blogue, é não comentarem. 

Isso dar-nos-ia mais motivação e melhor tratamento dos temas que vos apresentamos. No meu caso, gostaria imenso de debater convosco ideias de modo a melhorar os meus posts.

Conto com a vossa colaboração.

Até lá, desejo-vos um Feliz Ano Novo, muitos Sucessos para todos.

A toda a Equipe do TC, votos de um 2016 cheio de coisas boas.

Ao Gustavo, nosso "patrão", que continue com este maravilhoso trabalho. Que seria dele sem nós? (risos!)

Votos de um Bom Ano! 
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Conto de Gustavo do Carmo
Conto originalmente publicado em 31/12/2008 às 23:55

O filho que estava na barriga de sua esposa era a esperança de Juvenal esquecer o péssimo ano que teve no trabalho. Jogador de futebol profissional, seu clube foi rebaixado no campeonato nacional com o último lugar.

O jovem atleta lembrou-se de uma coincidência que poderia sepultar de vez o ano velho: havia a possibilidade do neném nascer na virada do ano. Se Johnson fosse o primeiro bebê de 2016 a imprensa o procuraria, pararia de culpá-lo pela queda de divisão do time e ele ficaria orgulhoso de conquistar o primeiro lugar em alguma coisa.

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terça-feira, 29 de dezembro de 2015


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domingo, 27 de dezembro de 2015

Olhem as luzes
A apagar e acender
A acender e apagar
Não param nunca de brilhar
Ficam piscando, piscando
E aos poucos vou relembrando...
Ah essas luzes,
não param de acender
Lembranças que preferia esquecer
Só assim
não sentiria falta do que já era
Oh luzes tão belas
Porque insistem
em trazer o que passou
Ela já se foi
Vocês não entendem?
Nunca.mais.comeremos.tender
Juntos na noite de Natal
A mamãe por um tempo ate deixou de cozinhar
Só para não lembrar
Os.bons momentos
Dos velhos tempos...
Luzes por favor
PAREM
Logo ela deve aparecer,
Ela que se esforça tanto para esquecer
Luzes não a façam lembrar também
Ele já tem outro alguém
Não dá pra voltar atrás
E o Antonio meu irmão
Sempre querendo chamar atenção
Na verdade
Só queria esconder
A.carência por nao ter
Um pai por perto
Pra mostrar o que é certo
Luzes, ele também não pode ve-las
Pois essas lembranças...
ele não pode te-las...
Poupe-nos dessa.dor
Lhes peço por favor!
E o Vicente não quero nem pensar
No que vai.acontecer
Ele vai chorar
Se ele ver
E ele já sofreu tanto
Por favor
Parem se brilhar
#DoFundoDoBaú #1999
#VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015



Conto de Gustavo Carmo

Num canto da sala do apartamento de classe média, em um bairro da zona norte do Rio, sozinha e apagada, a árvore de Natal chora inconformada por ter sido abandonada pela família que a comprou:

— Por que me compraram? Por que me montaram? Por que me enfeitam tanto se nunca passam o Natal comigo? Eu sou tão grande e bonita, mas quando chega o dia eles me abandonam. Nem no reveillon eles ficam aqui. Vão todos embora para Cabo Frio e só me desmontam quase em fevereiro.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Por dudu oliva





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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015





João Paulo Mesquita Simões

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Microcontos de Gustavo do Carmo 



Peru de Natal
Naquela casa ninguém vai comer peru de Natal. O chefe da família era o goleiro de um dos times rebaixados. 


Então é Natal
— Então é Natal! E o que você fez?
— Um peru, um tender, farofa e panetone.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Por dudu oliva

Resgate

Recordo-me que quando era muito pequeno, acordei e fugi sozinho para o mar. Minha mãe foi até mim para não me afogar e fiquei zangado. Agora, percebo que ela estava-me a proteger das profundezas do mar.

Aliás, até hoje ela me resgata através desta recordação antiga.

***
Refúgio

Existem lembranças tão antigas, mas as recordo como se aconteceram ontem. Por exemplo, quando minha mãe fazia o bolo de chocolate com recheio de doce de leite. Ela me dava as latas de leite condensado e a panela para eu raspar. Ficava num canto esperando e impaciente. O natal da minha infância era mais brilhante e mágico, ficava doido para abrir meus presentes que ficavam debaixo da árvore de natal. Recordações lindas que servem como refúgio para descansar um pouco e, depois, com as baterias restabelecidas continuar a travessia.

***

Pena que não tem curso

Têm coisas que marcam não é mesmo? Lembro-me que eu brincava com uma menina negra e ela me contou que sua mãe lhe disse que quando crescesse, ficaria que nem a Xuxa: Loira e de olho azul. Olhei para ela sem ação, sua mãe não fez por maldade, talvez, não queria chatear a filha. Amar é muito complicado, pena que não tem curso.

***

Na memória dos outros

Tornar-me um personagem na memória alheia me assusta, pois sinto uma impotência de não poder controlar minha imagem na mente do outro. Por isso, sempre me pergunto o que as pessoas acham de mim e se o que pensam fazem da parte da verdade da minha existência. Até quando sou responsável e inocente sobre as opiniões que têm ao meu respeito? Tenho a consciência limpa de que sou correto nas minhas atitudes e se outro pensa qualquer coisa sobre mim, o problema exclusivamente nele. Não tenho nada a ver com isto.


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Foto: Genebra - Por Gustavo do Carmo


Conto de Gustavo do Carmo

Já esteve nos mais ricos países do mundo: Suiça, Suécia, Japão, Alemanha, França. Estados Unidos, Espanha, Itália, Austrália...  Conheceu diversas cidades: Genebra, Zurique, Estocolmo, Tóquio, Munique, Berlim, Monte Carlo, Miami, Melbourne, Nova York... Já viajou de avião, trem-bala, navio, iate e veleiro.

Aliás, escolheu Genebra como a sua cidade favorita. Morre de saudades de lá. Ruas limpas, trânsito organizado, meios de transporte eficientes e gente bonita na rua. Achou Berlim um pouco suja. Viena fedia a fezes dos cavalos que moviam as charretes turísticas. Londres estava muito cheia e desorganizada em comparação com a penúltima vez que esteve lá.
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domingo, 6 de dezembro de 2015

Ah se ele soubesse
Que só de falar com ele
meu coração se aquece
E meu mundo todo
Se enche de cor...
Se isso não é amor
Não sei o que mais pode ser
E se isso não for bem querer
Se não for indicio que estou laçada
Não sei de mais nada!
Loucura?
Claro que.sim
Mas poetas são mesmo assim
Sentimos um amor sem fim
E exageramos na paixão
Porque nosso coração é infinito
E quando achamos algo bonito
Logo ele é lindo, logo é eterno
O mais belo
Dentre todos
Intensos e loucos
Amamos como poucos
E quanto ele? Não tem nenhuma noção
Do sentimento que despertou
Em meu coração
E sigo assim, escondida em mim
Escondendo aquilo que queria gritar
Fingindo nem ligar...

-AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

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Dudu oliva



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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015


João Paulo Mesquita Simões 


Dezembro é o mês do Natal . O mês das asneiras alimentares.

Mas não venho falar de asneiras alimentares nem tão pouco do Natal. Venho-vos falar de um selo também ele do Natal de 1995, que saiu com um erro.

Como devem saber, um erro é sempre um erro, uma coisa que fica defeituosa, mal feita, sem valor.

Na Filatelia, um erro pode valer milhões!

Então, analisando este selo que vos mostro aqui, nota-se que o nome do país foi omisso.

O nome Portugal não aparece em qualquer parte do selo como podem observar.

É claro que muitos colecionadores adquiriram este selo para as suas coleções. Mais raro ficou, quando os Correios de Portugal deram pelo erro, e emitiram novo selo, agora já com o nome do país, fazendo valer ainda mais o selo anterior.

Por isso, se tiverem selos em casa, vejam bem se as imagens destes estão bem focadas, se as serrilhas são exatamente iguais, se há fósforo (linha amarelada na vertical ou horizontal do selo junto à serrilha), valor facial deslocado ou desfocado, entre outros.

Se assim for, têm perante vós um selo mais valioso, dependendo do valor do erro.
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