segunda-feira, 31 de outubro de 2016


Crônica de Gustavo do Carmo


Há uns quinze anos, quando reclamava com uma colega de faculdade de publicidade que ninguém me procurava, ela me deu um fora me perguntando: 

— Você procura? 

Na época, fiquei completamente sem graça e apenas murmurei que sim. Ela duvidou, claro. E ainda retrucou com um “Não procura nada”. 
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Por dudu oliva


Tu
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






https://www.facebook.com/NATO/videos/1208720375817958/
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016



Conto de Gustavo do Carmo


Sempre preocupada com o bom atendimento dos seus clientes, a Men Plus, uma loja de roupas de tamanho grande (roupa pra gordo, deixando o politicamente correto de lado), ligou para o Senhor Gastão, um dos seus mais assíduos compradores, através de sua gerente Teresa: 

— Senhor, Gastão? Aqui é Teresa da Men Plus e estou te ligando para avisar que chegaram a jaqueta tamanho 5G e a calça jeans 60 que você encomendou. 

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016


Conto de Gustavo do Carmo

Fazia semanas que Reginaldo queria falar com a esposa, Alice, mas não tinha coragem. Em um dia claro e quente de verão ele abriu o jogo assim que chegaram da praia.  
— Amor, eu preciso falar com você.
— O que foi, meu querido? Agora eu fiquei preocupada. 
— É um assunto muito sério.
— Fala logo, Regi! O que foi? É alguma doença?
— Ainda não. Mas preciso deixar a minha consciência limpa.
— Credo, Reginaldo! O que foi que você fez? Matou alguém?
— Não!
— Tem outra mulher?
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Por Dudu Oliva



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quinta-feira, 13 de outubro de 2016


João Paulo Mesquita Simões                                                              







Tal como na maior parte dos estados europeus, também em Portugal não havia, nos primeiros séculos da nossa nacionalidade, qualquer sistema organizado de transporte de correio.

Receber cartas, era um privilégio  da Nobreza e do Rei, que confiavam os documentos aos seus escudeiros e moços de estrebaria.

Com o surgimento da Burguesia mercantil na Idade Média, que se foi fortificando, surgiram os correios das Corporações e Ofícios, garantindo a troca de correspondência entre os seus membros, respondendo assim às necessidades específicas desta classe. 

A Igreja, por seu turno, sentiu também essa necessidade. De espalhar a sua correspondência usando para isso os monges que, regularmente, andavam de cidade em cidade.

Com os Descobrimentos, o panorama social modificou-se. Lisboa era uma cidade cosmopolita, comercial. A nossa Coroa começou a ter laços com outros reinos europeus; e com o ouro do Brasil e as especiarias da Índia, D. Manuel I, por carta régia de 6 de novembro de 1520, cria o Ofício de Correio Mor, incumbindo Luís Homem, de organizar um serviço público de correios em Portugal possibilitando que qualquer cidadão tivesse o direito de enviar a sua própria correspondência.







Fonte:https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/comunicacao-e-patrocinios/media/noticias/ctt-iniciam-celebracoes-dos-500-anos-do-correio-em-portugal-com-emissao-filatelica
 
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segunda-feira, 10 de outubro de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Flores em você
— Eu vejo flores em você. 
— Obrigada. Fico lisonjeada por estar tão bela. 
— Não. É que você está tão suja, que já nasceu mato e até flores. 
(inspirado na canção Flores em Você, de Edgard Scandurra, do conjunto Ira!)


Nem tudo
Nem tudo são flores. Tem folhas e frutas também.

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sábado, 8 de outubro de 2016

 Para os leitores do Tudo Cultural que acompanham meus posts sobre vinhos, vai gostar dessa notícia. Recentemente, a rede Pão de Açúcar, fez uma compra a mais de vinhos portugueses, gerando uma receita extra para os produtores portugueses. Pois bem, desde então, meados de junho, Portugal vem visando o mercado brasileiro, e decidiu pousar em território carioca, para fermentar o mercado do vinho português por aqui.

 Em setembro passado, o presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), Paulo Nunes de Almeida, se reuniu no Rio de Janeiro com o presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, Ricardo Coelho, para estreitar o relacionamento entre ambas instituições para preparar uma 'Missão Empresarial ao Brasil', esta que venho abaixo a dizê-los;

 De 26 de novembro à 1º de dezembro, o Rio de Janeiro receberá a Portugal Market Week , uma semana de amostra e prova de produtos agro-alimentares, em especial o vinho.

 Mesmo com a contração econômica atual, o Brasil é destacado como a nona economia mundial e a primeira da América-Latina, e os portugueses visaram que sim, é lucrativo investir por aqui, sendo que o crescimento do consumo de vinhos portugueses tem aumentado. Claro, que falo daqueles com preços mais em conta. Os portugueses ainda desembolsam uma boa quantia em taxas para adentrar ao mercado interno brasileiro, mas mesmo assim, nas proporções em que tem se tornado o 'manifesto' do grupo Pão de Açúcar, ainda sim é lucrativo.

 Este evento ainda acontece na mesma semana em Belo Horizonte e João Pessoa, porém, todos coordenados pela Câmara Portuguesa de Comércio e Industrias do Rio de Janeiro.

 É possível visualizar a agenda neste link em pdf : http://www.aeportugal.net/sgn/data/db_pdf/NBOW201636_nbownls3.pdf

 Até o início dos trabalhos, volto ao Tudo Cultural trazendo quais marcas e uvas farão parte do evento.


                                                                                    Texto: Weverton Galease
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Celebraram-se ontem os 106 anos da implantação da República em Portugal.

A monarquia estava velha, o povo inculto, e um grupo de homens afetos ao regime republicano, decidiram, a 5 de outubro de 1910, por fim à monarquia.

Os selos em vigor, tinham a efígie do rei D. Manuel II. Ora com o advento da República, havia que mudar os selos que circulavam nas cartas.

Assim, sobre o selo de D. Manuel II, surge a sobrecarga "República" eternizando o regime então em vigor.

Só em fevereiro de 1911, depois de aberto um concurso para um selo da República, apareceu o selo de uma deusa romana, Ceres, para simbolizar a República, com o barrete frígido e o escudo de Portugal ao peito, é considerado um dos mais belos originais de selos, produzidos até hoje. Estava lançado o primeiro selo da República Portuguesa, que, aquando do Centenário, foi novamente reproduzido e que aqui vos mostro.
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terça-feira, 4 de outubro de 2016


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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Conto de Gustavo do Carmo

— Eu não vou, pai!
— Mas tem que ir!
— Eu não quero!
— Já disse: tem que ir!
— Não quero, pai! Não quero! Não quero! Não quero! Diz, sapateando.
— É pro seu bem, meu filho!
— Você sempre diz isso! Mas eu não quero saber. Eu não vou!
— Eu estou perdendo a paciência, Geraldo! Você vai sim! Nem que eu tenha que te arrastar!
— Eu não vooooooooou! Nããããão! Começa a chorar aos berros.
— Engole esse choro que está todo mundo olhando!
— Não quero saber. Não vou! Não vou! Não vou! Eu quero ficar em casa no meu computador.
— Eu vou te dar uma surra no meio da rua, na frente de todo mundo, se você não me obedecer. Diz o pai, tirando o cinto das presilhas da calça.
— Pode dar! Eu não tenho mais medo de você!
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sábado, 1 de outubro de 2016

  Dona Piedade no auge de seus conselhos aos noventa e cinco anos de idade, vivera perturbando seu neto Ademar, que com quarenta anos almejava adentrar ao cargo maior de sua cidade;

  Ademar prometera perante a vitória, acabar com qualquer investimento em estradas na cidade, dizia que a poluição dos veículos motorizados era a causa de tanta falta de saúde na cidade;

  Ferrovias, única proposta de Ademar se eleito prefeito, ao qual interligava tudo e todos, acabando com todos os problemas da cidade;

  Pois, Dona Piedade vivia dizendo que no seu tempo de juventude, tudo se fazia de trem;

  E acabou fazendo seu último ato em vida, ao enterrar os pedaços do eleito prefeito Ademar, que encheu a cidade de ferrovias, e acabou atraindo o suicídio a si mesmo, quando numa crise de governo, acabou usando a obra pública!


                                                                                    Mini-Conto de Weverton Galease
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