sábado, 30 de abril de 2016


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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Por dudu Oliva



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quinta-feira, 28 de abril de 2016

João Paulo Mesquita Simões


Desenho de José Luís Tinoco apresentando o Castelo de São Jorge e o Castelo de Marvão. Impressão a offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12 x 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 25$00 castanho azul e verde (Castelo de S. Jorge) e 1 milhão de selos da taxa de 25$00 castanho cinzento azul e verde (Castelo de Marvão). Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras filatélicas com quatro exemplares de cada um dos selos, ao centro dos quais foi Impresso o brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação no dia 15 de Setembro de 1987.



CASTELO DE S. JORGE - Construído em meados do século XI, a fortificação preserva, ainda, onze torres e apresenta alguns elementos arquitectónicos característicos das fortificações militares de época islâmica. Os lanços de escadas adossados às muralhas dão acesso às ameias e às torres, sendo visitável em todo o seu perímetro.

VESTÍGIOS DO PAÇO REAL DE ALCÁÇOVA

Todo o conjunto edificado onde se encontram hoje instalados o Museu, o Café do Castelo, o restaurante Casa do Leão constitui a memória mais significativa da antiga residência real medieval.

NÚCLEO ARQUEOLÓGICO

Conjunto de vestígios arqueológicos que testemunham três períodos significativos da história de Lisboa: as primeiras estruturas habitacionais do século VII a.C; as casas e ruas de meados do século XI, de época islâmica; e os vestígios da última habitação palatina – o Palácio dos Condes de Santiago – destruído pelo Terramoto de 1755.

MUSEU
Colecção visitável constituída por um acervo de objectos encontrados na área arqueológica (Núcleo Arqueológico), proporcionando a descoberta das múltiplas culturas e vivências que desde o século VII a.C ao século XVIII foram contribuindo para a construção da Lisboa da actualidade, com particular destaque para o período islâmico do século XI-XII.

PERISCÓPIO – TORRE DE ULISSES
O periscópio, sistema óptico de lentes e espelhos inventado por Leonardo Da Vinci no século XVI, permite examinar minuciosamente a cidade em tempo real, os seus monumentos e zonas mais emblemáticas, o rio e a azáfama própria de Lisboa, num olhar que percorre 360º.

MIRADOURO
Em virtude da sua excepcional localização, o Castelo de S. Jorge destaca-se do conjunto dos miradouros de Lisboa pelas vistas únicas e majestosas que permite usufruir.


In: http://www.visitlisboa.com/CastelodeSaoJorge_pt.aspx



CASTELO DE MARVÃO - O castelo de Marvão situa-se no mais alto pico da Serra de São Mamede, em pleno Parque Natural, a ocupação deste território pode remontar à pré-história, mas não há certezas quanto a isso, como também não há, sobre a sua ocupação pelos romanos, todavia a proximidade de uma via romana, que atravessava o rio Sever, aponta para essa possibilidade. O que parece certo é que D. Afonso Henriques, terá conquistado esta fortificação aos mouros, por volta de 1166, na sequência da campanha que se iniciou com a conquista de Alcácer do Sal. A data mais antiga que atesta a pertença portuguesa deste castelo, é 1214. Em 1271, o castelo foi doado à Ordem de Malta, pelo rei D. Afonso III, já no reinado de D. Dinis, foi ampliado e construída a Torre de Menagem, também D. João I, depois da crise de 1385, manda reforçar as defesas do castelo e implementa o povoamento da região. Novas obras foram iniciadas depois da restauração da independência em 1640, para adaptação da fortaleza ao uso de artilharia e antes das obras terminarem foi atacada pelas forças espanholas, que voltaram a atacar este castelo em 1704 e 1772. Já no século XIX, durante as invasões francesas, chegou a ser ocupado por estas forças. Classificado como Monumento Nacional, tem vindo a ser mantido em bom estado de conservação com o apoio da Liga dos Amigos do Castelo e da Câmara Marvão. O castelo é afinal uma cidade fortaleza, já que a povoação está envolvida pela primeira linha de defesa ao longo do monte, conta depois com uma segunda linha com muralhas e torres e finalmente o castelo medieval, com duas torres e a Torre de Menagem. Nas dependências do castelo está instalado um museu arqueológico de armaria.

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segunda-feira, 25 de abril de 2016



Crônica de Gustavo do Carmo

Tenho três aplicativos de paquera instalados no meu tablet e celular: Tinder, Kick-Off e Happn. O Tinder indica mulheres (conforme eu selecionei) num raio de até 161 km de onde o usuário estiver, de acordo com o GPS do seu aparelho.  O Kick-Off é baseado nos seus contatos do Facebook e recomenda amigas dos amigos dos seus amigos ou curtidores das páginas da rede social do Zuckerberg.  Já o Happn tem conceito semelhante ao do Tinder, só que mais perto. Ele indica mulheres que passaram despercebidas por você.

Os três têm, em comum, não permitir que você escolha uma mulher com a aparência física da sua preferência. É politicamente incorreto. Mas também é difícil de selecionar. Assim, com muita frequência são apresentadas várias mulheres feias (no meu conceito, que eu não vou dizer para não criar mais polêmica).
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 21 de abril de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Desenhos de José Luís Tinoco e José Bénard Guedes representando os Castelos de Trancoso e Leiria. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12 X 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 22$50 (Castelo de Trancoso) castanho rosa amarelo e verde, e 1 milhão de selos da taxa de 22$50 (Castelo de Leiria) castanho verde e tijolo. Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos, ao centro das quais foi Impresso o Brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação a 10 de Abril de 1987.

CASTELO DE TRANCOSO - Não tem uma origem bem definida, mas já devia existir quando os muçulmanos ocuparam a península, procedendo ao reforço das suas defesas, que não foram suficientes para se defenderem do rei de Leão, Fernando Magno, que reconquistou o castelo por volta de 1057.   D. Afonso Henriques doou Trancoso à Ordem do Templo, por volta de 1173, época em que as defesas da vila conheceram grandes melhorias, acreditando-se que seja deste período a construção da primeira muralha da vila.   Foi em Trancoso que D. Dinis se casou com D. Isabel de Aragão, em 1282, sendo também, este rei, responsável pela ampliação da cerca da vila, de que são exemplo as monumentais portas.   A crise de sucessão iniciada em 1383, coloca Trancoso na primeira linha das batalhas decisivas contra Castela, cujas tropas foram derrotadas, em 1385, nas imediações de Trancoso.   A utilização militar deste castelo ainda se manteve até ao período das invasões francesas, mas depois foi perdendo importância, escapou todavia à falta de visão dos poderes públicos, que durante o século XIX, permitiram as demolição de parte das muralhas da vila e a construção de habitações adoçadas a elas.  A estrutura defensiva da Cidade de Trancoso, que restou dessa delapidação, está classificado como Monumento Nacional, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, recuperou algumas partes das muralhas que tinham sido destruídas e foram demolidas algumas habitações encostadas às muralhas. 

In: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-trancoso-15242 
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segunda-feira, 18 de abril de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Honório tinha seis anos quando começou a acreditar que o pai era o seu super-herói preferido. Desenhava-o, muito bem, com corpo musculoso e armadura do Super-Homem.
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Por dudu oliva





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quinta-feira, 14 de abril de 2016

João Paulo Mesquita Simões






Desenho de José Luís Tinoco apresentando os Castelos de Évora-Monte e Silves, e de José Benard Guedes apresentando os respectivos Brasões. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 seios com denteado 12 X 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 25$00 tijolo castanho e amarelo (Castelo de Évora-Monte) e 1 milhão de selos da taxa de 25$00 azul castanho amarelo e verde (Castelo de Silves). Sobre estes selos foi impressa uma tala fosforescente. Foram igualmente emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos ao centro dos quais foi impresso o Brasão da respectiva cidade. Postos em circulação a 16 de Janeiro de 1987.

CASTELO DE ÉVORA-MONTE 

Implantado num dos pontos mais elevados da Serra de Ossa, o Castelo de Évora-Monte remonta ao século XII, altura em que a localidade foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor. No século XIII, foi-lhe concedido o primeiro foral (1248), posteriormente renovado em 1271. Ambas estas tentativas de estabelecer o povoamento não parecem ter tido grande sucesso, e D. Dinis, em 1306, ordenou a fortificação da vila, restando dessa campanha a cerca amuralhada e as portas dionisinas.
Com a subida ao trono de D. João I, o Castelo passou para a posse de D. Nuno Álvares Pereira. Da campanha de reconstrução do tempo de D. Manuel I (a quem se deve, em 1516, a renovação da carta de foral), data o célebre Paço fortificado, com quatro torreões cilíndricos definindo um perímetro quadrangular, de eminente gosto italianizante, e decorado nos panos com nós pétreos, que lhe conferem particular sabor. Esta campanha palaciana foi dirigida por Francisco de Arruda em 1531.
Ao longo dos séculos da modernidade a povoação perdeu importância e poder, e a 24 de Outubro de 1855 o seu concelho foi definitivamente extinto, sendo o seu antigo termo repartido pelos concelhos vizinhos de Estremoz, Évora, Arraiolos e Redondo. As primeiras obras de restauro acontecem nas décadas de 30 e 40 do século XX, e um projecto global de intervenção foi realizado já nos anos 80.

In: http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70670/ 





CASTELO DE SILVES 

O castelo de Silves é uma das principais fortificações
Cercando uma área de aproximadamente 12 hectares, a muralha possuía três portas e uma rede viária interna cruzada, com duas ruas principais. Associada à porta principal - a Porta da Almedina, ou de Loulé - o magnífico Palácio das Varandas, tão celebrado na poesia do rei-poeta Al-Mutamide, dominava toda a cidade.
Mas se a disposição geral do perímetro amuralhado pode ser atribuída ao período das taifas, o mesmo não acontece com a construção em altura, cuja tipologia aponta para a época almóada. Nessa altura, praticamente nas vésperas da conquista cristã da cidade, uma campanha de obras conferiu o aspecto geral dos volumes da fortaleza. De 1227 é uma lápide, identificada nas ruínas da Porta do Sol e originalmente associada a uma torre quadrangular que defendia esta passagem, que data a última grande reforma islâmica do castelo, fomentada pelo último rei muçulmano, Ibn al-Mahfur (GOMES, 1989, p.36).
O complexo sistema defensivo então delineado manteve a organização em duas grandes áreas, a alcáçova e a medina. A primeira, erguida no alto do cerro, era protegida por onze torres quadrangulares, duas das quais albarrãs, salientes do pano de muralha, mas comunicando com ele através de uma passagem superior, o que permitia uma mais eficaz defesa dos panos rectilíneos. No interior da alcáçova destaca-se a magnífica cisterna da Moura, um enorme depósito de água, datável do século XI, e que ocupa uma área de 820 metros quadrados, elevando-se a uma altura de 10 metros (TORRES, 1997, p.441).
A medina ligava-se à alcáçova através de uma porta protegida por duas poderosas torres. Rodeia praticamente toda a cidade, e possuía três portas, sendo que apenas a de Loulé se mantém praticamente íntegra, com o seu duplo passadiço de altos arcos de volta perfeita, protegido por uma torre albarrã, e uma estrutura inferior muito provavelmente em cotovelo (CORREIA, 2002, p.84).
As alterações que posteriormente se efectuaram no castelo de Silves não parecem ter desvirtuado a concepção geral muçulmana. Sabemos que D. Fernando e D. João I realizaram obras pontuais na fortaleza, desconhecendo-se, contudo, a amplitude dessas intervenções. Bastante mais radical foi o restauro efectuado pela DGEMN, nas décadas de 30 e de 40 do século XX. Nessa altura desobstruiram-se os panos de muralhas e refizeram-se algumas torres que ameaçavam ruir. Foi um restauro algo fantasista que destruiu, entre outros elementos, os restos do Palácio das Varandas, que Domingues Garcia ainda viu. Tal facto, contudo, não foi suficiente para afastar o estatuto desta fortaleza como uma das principais obras de arquitectura militar islâmica, ainda que tardia, que chegaram até hoje, no território nacional.
muçulmanas em território nacional, e uma das que em melhor estado chegou até aos nossos dias. A sua construção remonta aos inícios da dominação islâmica na península, como o parece provar as descobertas arqueológicas de espólio datável dos séculos VIII-IX (GOMES, 1989, p.34). Sucederam-se as reformulações até ao século XI, altura em que Silves atingiu o seu apogeu e ultrapassou a antiga cidade de Ossónoba, elevando-se à categoria de principal cidade do Algarve. Com efeito, sob o governo de Al-Mutamide, Silves passou a ser capital de uma taifa (reino islâmico independente), e deve datar desse período a configuração geral do perímetro amuralhado, em planta, que ainda hoje se mantém.

In: http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70541/

 




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segunda-feira, 11 de abril de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Minuto 
Pediu um minuto para sua amada. Ela lhe deu uma vida inteira de silêncio. 


Música francesa
Parecia que ia cantar uma música francesa. Mas estava apenas mandando fazer silêncio. 


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domingo, 10 de abril de 2016



Sou dessas que se entregam
sem muito pensar
Que transformam
Numa declaração de amor
 uma simples troca de olhar
Que se apaixonam instantânea
e loucamente
Que acreditam que paixões
podem durar pra sempre
Sou dessas que auto se iludem
Que confundem educação com paixão
E vêem coisas que não existem...
E inventam amores pra se distrair
E mesmo assim crêem que amores verdadeiros
Podem sim existir
Sou dessas que nunca desistem
Que estão sempre dispostas
A recomeçar
E vivem com as emoções
 a flor da pele o tempo todo
E não tem medo do novo
E se arriscam e petiscam
E não tem medo de ser feliz
Acreditando sempre
Que dessa vez será diferente...
Sou dessas que vivem tudo
Com intensidade
Procurando em tudo a felicidade
Aproveitando os momentos
Sem se censurar e sem se preocupar
Com nada além da missão
De ser feliz e amar
Por que sabem que um dia
Vai aparecer aquele que vai permanecer...
#SousDessas #AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

João Paulo Mesquita Simões






 
 
Desenhos de José Luís Tinoco representando os Castelos de Belmonte e de Montemor-o-Velho. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado12 x 12 - 1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos de 22$50 (Castelo de Belmonte) azul castanho amarelo verde e preto, e 1 milhão de selos de 22$50 (Castelo de Montemor-o-Velho) amarelo castanho verde e preto.
 
Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos, ao centro das quais foi impresso o Brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação a 18 de Setembro de 1986.
 
Apesar de não haver certezas sobra a data da sua construção, é provável que tenha sido construído no Séc XII a mando de D.Sancho I para defesa da povoação a quem o mesmo rei havia concedido carta de foral em 1199. Os vários achados arqueológicos desta zona confirmam a existência da fortificação a partir de finais desse século e princípios do Séc XIII.
Mais tarde, o castelo viria a ser reedificado por Egas Fafes, bispo de Coimbra, a mando de D. Afonso III em 1258 sendo que tanto o castelo como a torre de menagem, apenas terão sido concluídos já no reinado de D. Dinis tendo entretanto perdido importância estratégica com a assinatura do Tratado de Alcanizes em 1297 e consequente avanço da fronteira para Este.
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Já no ano de 1392, o Bispo de Coimbra decide fazer uma permuta da vila de Belmonte e couto de S. Romão pela vila de Arganil, passando o castelo a ser pertença de Antão Martim Vasques da Cunha, embora por pouco tempo, pois acabaria por reverter para a coroa sendo feito Luís Álvares Cabral alcaíde do Castelo de Belmonte.
É precisamente nessa altura, entre finais do Séc XIV e princípios do Séc XV, provavelmente devido a um confronto com tropas de Castela, que o castelo acaba por ser parcialmente destruído por um incêndio. Esse fato é atestado pelos sedimentos de cinza postos à luz durante as escavações.
É, no entanto, em 1466 que se dá aquele que foi, provavelmente, o mais importante episódio na história desta fortaleza, com a doação da vila e castelo por D. Afonso V a Fernão Cabral. Esse, por sua vez, decide transferir a residência da família Cabral para o interior do castelo. Já no Séc XVI, é edificado no Castelo de Belmonte o Solar dos Cabrais, havendo ainda registos de obras junto à porta principal do castelo nos Séc XVII e XVIII.
A partir de meados do do século XVIII, o castelo entra em decadência deixando de ser residência senhorial e é progressivamente abandonado, chegando mesmo a ser usado para a pouco nobre função de celeiro.
Nos nossos dia, o Castelo de Belmonte tem funções turísticas e culturais, tendo para esse efeito sido construído um anfiteatro no interior do castelo, aterrando-se também as fundações de alguns compartimentos do edifício manuelino.

[ Editar ]Características do Castelo de Belmonte

O Castelo de Belmonte possui um traçado ovalado irregular, erguido em aparelho de pedra granítica, e a sua torre de menagem é de planta quadrada adossada pelo exterior, com 3 pisos, possuindo porta de acesso no 1º e no 2º pisos.
A fachada principal do castelo, que fica orientada para o Sul, encontra-se rasgada por um portal de arco de volta perfeita.
No cimo desse arco podemos observar esculpaida uma esfera armilar e o brasão de armas dos Cabral.
No interior do Castelo de Belmonte, a característica mais notória é o edifício civil manuelino semi-destruído de 2 pisos, edifício esse que constituía o Solar dos Cabrais. No interior encontram-se também ainda de um baluarte junto à porta Norte.
O acesso ao Castelo é feito através de uma entrada em L. No pano da muralha, podemos destacar não só as várias seteiras mas também a famosa janela manuelina.
A fachada principal do Castelo de Belmonte, orientada para o Sul, é rasgada por um portal de arco de volta perfeita, encimado por uma esfera armilar e pelas armas dos Cabral.
- See more at: http://www.historiadeportugal.info/castelo-de-belmonte/#sthash.gqQO0L3M.dpuf
 
Castelo de Belmonte
 
A construção do Castelo de Belmonte é atribuída a D. Sancho I, por volta do século XIII, vindo a ser melhorado no reinado de D. Dinis, nomeadamente com a edificação de uma nova Torre de Menagem, mas as escavações arqueológicas feitas no seu interior, comprovam a ocupação romana desta zona.   Esta fortaleza esteve envolvida nas guerras da sucessão, depois da morte de D. Fernando, em 1383, mas a sua função militar chega praticamente ao fim, no reinado de D. Afonso V, que entrega o castelo a Fernão Cabral, pai do navegador Pedro Álvares Cabral, cuja família ao longo dos anos o transformou em residência.   Ainda durante a Guerra da Restauração o castelo terá sido melhorado em termos de defesa, mas em fins do século XVII, o interior do castelo foi danificado por um incêndio, na zona residencial, que levou ao seu abandono.   Um dos edifícios do castelo chegou a funcionar como prisão já no século XX, está classificado como Monumento Nacional e actualmente é utilizado para fins culturais, tendo, o IPPAR, em curso obras de beneficiação e a instalação de uma área museológica.   O castelo construído em pedra granítica, tem a fachada principal, orientada para o sul, com uma porta encimado pelas armas dos Cabral, cuja memória está também presente nas ruínas do antigo Paço onde residiram e onde se destaca uma janela de estilo Manuelino.
 
In: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-belmonte-14536
 
 
 
Castelo de Montemor-O-Velho
 
O castelo de Montemor-o-Velho, está implantado num local que apresenta vestígios de ocupação muito antiga, provavelmente pré-histórica, todavia é certa a ocupação romana, atestada pelas pedras utilizadas na base da Torre de Menagem. As primeiras referências a este castelo, dão conta da sua reconquista aos árabes por volta de 848, mas cairia de novo nas mãos dos muçulmanos em 990, com nova reconquista cristã por volta de 1006, para voltar à posse árabe em 1026, e este alternar de conquistas e reconquistas só viria a estabilizar por volta de 1064, quando Fernando Magno reconquista toda a região, empurrando os árabes para lá do Mondego. Este castelo em conjunto com os de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália, formavam, no período da consolidação da independência do Condado Portucalence, uma cintura defensiva da cidade de Coimbra. Palco de muitas lutas, não só com os árabes, mas também devido às disputas entre os príncipes e reis de Portugal, e até nas invasões francesas, foi sendo reparado, ampliado e modificado ao logo dos séculos, mas se alguma coisa marca a história desta fortaleza, é o facto nela ter sido decidida a morte de Inês de Castro. Ao longo dos anos, a quebra progressiva do interesse militar deste tipo de estruturas, foi ditando ou o abandono ou a sua utilização com outros fins, neste caso chegou a existir no seu interior, um cemitério, junto à igreja da Alcáçova, que foi retirado em meados dos século XX. A partir de 1936 tem vindo a ser conservado, foram reconstruídas muralhas, foi colocada instalação eléctrica e criada uma casa de chá no que resta do chamado, Paço das Infantas. Está classificado como Monumento Nacional. Para além do que este castelo tem para ver, da sua grande estrutura defensiva, no seu interior encontram-se as ruínas do antigo paço senhorial, a Igreja de Santa Maria da Alcáçova, a Capela de Santo António, a Igreja da Madalena e as ruínas da Capela de São João. 
 
In: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-montemor-o-velho-14592

Apesar de não haver certezas sobra a data da sua construção, é provável que tenha sido construído no Séc XII a mando de D.Sancho I para defesa da povoação a quem o mesmo rei havia concedido carta de foral em 1199. Os vários achados arqueológicos desta zona confirmam a existência da fortificação a partir de finais desse século e princípios do Séc XIII.
Mais tarde, o castelo viria a ser reedificado por Egas Fafes, bispo de Coimbra, a mando de D. Afonso III em 1258 sendo que tanto o castelo como a torre de menagem, apenas terão sido concluídos já no reinado de D. Dinis tendo entretanto perdido importância estratégica com a assinatura do Tratado de Alcanizes em 1297 e consequente avanço da fronteira para Este.
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Já no ano de 1392, o Bispo de Coimbra decide fazer uma permuta da vila de Belmonte e couto de S. Romão pela vila de Arganil, passando o castelo a ser pertença de Antão Martim Vasques da Cunha, embora por pouco tempo, pois acabaria por reverter para a coroa sendo feito Luís Álvares Cabral alcaíde do Castelo de Belmonte.
É precisamente nessa altura, entre finais do Séc XIV e princípios do Séc XV, provavelmente devido a um confronto com tropas de Castela, que o castelo acaba por ser parcialmente destruído por um incêndio. Esse fato é atestado pelos sedimentos de cinza postos à luz durante as escavações.
É, no entanto, em 1466 que se dá aquele que foi, provavelmente, o mais importante episódio na história desta fortaleza, com a doação da vila e castelo por D. Afonso V a Fernão Cabral. Esse, por sua vez, decide transferir a residência da família Cabral para o interior do castelo. Já no Séc XVI, é edificado no Castelo de Belmonte o Solar dos Cabrais, havendo ainda registos de obras junto à porta principal do castelo nos Séc XVII e XVIII.
A partir de meados do do século XVIII, o castelo entra em decadência deixando de ser residência senhorial e é progressivamente abandonado, chegando mesmo a ser usado para a pouco nobre função de celeiro.
Nos nossos dia, o Castelo de Belmonte tem funções turísticas e culturais, tendo para esse efeito sido construído um anfiteatro no interior do castelo, aterrando-se também as fundações de alguns compartimentos do edifício manuelino.

[ Editar ]Características do Castelo de Belmonte

O Castelo de Belmonte possui um traçado ovalado irregular, erguido em aparelho de pedra granítica, e a sua torre de menagem é de planta quadrada adossada pelo exterior, com 3 pisos, possuindo porta de acesso no 1º e no 2º pisos.
A fachada principal do castelo, que fica orientada para o Sul, encontra-se rasgada por um portal de arco de volta perfeita.
No cimo desse arco podemos observar esculpaida uma esfera armilar e o brasão de armas dos Cabral.
No interior do Castelo de Belmonte, a característica mais notória é o edifício civil manuelino semi-destruído de 2 pisos, edifício esse que constituía o Solar dos Cabrais. No interior encontram-se também ainda de um baluarte junto à porta Norte.
O acesso ao Castelo é feito através de uma entrada em L. No pano da muralha, podemos destacar não só as várias seteiras mas também a famosa janela manuelina.
A fachada principal do Castelo de Belmonte, orientada para o Sul, é rasgada por um portal de arco de volta perfeita, encimado por uma esfera armilar e pelas armas dos Cabral.
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Apesar de não haver certezas sobra a data da sua construção, é provável que tenha sido construído no Séc XII a mando de D.Sancho I para defesa da povoação a quem o mesmo rei havia concedido carta de foral em 1199. Os vários achados arqueológicos desta zona confirmam a existência da fortificação a partir de finais desse século e princípios do Séc XIII.
Mais tarde, o castelo viria a ser reedificado por Egas Fafes, bispo de Coimbra, a mando de D. Afonso III em 1258 sendo que tanto o castelo como a torre de menagem, apenas terão sido concluídos já no reinado de D. Dinis tendo entretanto perdido importância estratégica com a assinatura do Tratado de Alcanizes em 1297 e consequente avanço da fronteira para Este.
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Castelo de Belmonte (Autor: Nuno Tavares)
Já no ano de 1392, o Bispo de Coimbra decide fazer uma permuta da vila de Belmonte e couto de S. Romão pela vila de Arganil, passando o castelo a ser pertença de Antão Martim Vasques da Cunha, embora por pouco tempo, pois acabaria por reverter para a coroa sendo feito Luís Álvares Cabral alcaíde do Castelo de Belmonte.
É precisamente nessa altura, entre finais do Séc XIV e princípios do Séc XV, provavelmente devido a um confronto com tropas de Castela, que o castelo acaba por ser parcialmente destruído por um incêndio. Esse fato é atestado pelos sedimentos de cinza postos à luz durante as escavações.
É, no entanto, em 1466 que se dá aquele que foi, provavelmente, o mais importante episódio na história desta fortaleza, com a doação da vila e castelo por D. Afonso V a Fernão Cabral. Esse, por sua vez, decide transferir a residência da família Cabral para o interior do castelo. Já no Séc XVI, é edificado no Castelo de Belmonte o Solar dos Cabrais, havendo ainda registos de obras junto à porta principal do castelo nos Séc XVII e XVIII.
A partir de meados do do século XVIII, o castelo entra em decadência deixando de ser residência senhorial e é progressivamente abandonado, chegando mesmo a ser usado para a pouco nobre função de celeiro.
Nos nossos dia, o Castelo de Belmonte tem funções turísticas e culturais, tendo para esse efeito sido construído um anfiteatro no interior do castelo, aterrando-se também as fundações de alguns compartimentos do edifício manuelino.

[ Editar ]Características do Castelo de Belmonte

O Castelo de Belmonte possui um traçado ovalado irregular, erguido em aparelho de pedra granítica, e a sua torre de menagem é de planta quadrada adossada pelo exterior, com 3 pisos, possuindo porta de acesso no 1º e no 2º pisos.
A fachada principal do castelo, que fica orientada para o Sul, encontra-se rasgada por um portal de arco de volta perfeita.
No cimo desse arco podemos observar esculpaida uma esfera armilar e o brasão de armas dos Cabral.
No interior do Castelo de Belmonte, a característica mais notória é o edifício civil manuelino semi-destruído de 2 pisos, edifício esse que constituía o Solar dos Cabrais. No interior encontram-se também ainda de um baluarte junto à porta Norte.
O acesso ao Castelo é feito através de uma entrada em L. No pano da muralha, podemos destacar não só as várias seteiras mas também a famosa janela manuelina.
A fachada principal do Castelo de Belmonte, orientada para o Sul, é rasgada por um portal de arco de volta perfeita, encimado por uma esfera armilar e pelas armas dos Cabral.
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segunda-feira, 4 de abril de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Só fazia dez minutos que ele estava ali. Mas parecia que já tinham passado duas horas. A fila para retirar o crachá de identificação e acesso ao moderno arranha-céu no Centro da cidade não andava. O vento do mar aterrado vinha forte. Ele não conseguia respirar. Seus ouvidos chegavam a doer.
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Leia a primeira parte.


Antes de ouvir o ruído dos helicópteros sobrevoando o prédio e observar a multidão pequena como uma colônia de formigas que se aglomerava na frente do prédio e a bela paisagem da baía de Guanabara, Afonso, o dono da editora e, naturalmente, o editor, percebeu o burburinho em sua própria sala comercial.
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domingo, 3 de abril de 2016


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