sexta-feira, 29 de abril de 2016

Por dudu Oliva



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quinta-feira, 28 de abril de 2016

João Paulo Mesquita Simões


Desenho de José Luís Tinoco apresentando o Castelo de São Jorge e o Castelo de Marvão. Impressão a offset pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12 x 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 25$00 castanho azul e verde (Castelo de S. Jorge) e 1 milhão de selos da taxa de 25$00 castanho cinzento azul e verde (Castelo de Marvão). Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras filatélicas com quatro exemplares de cada um dos selos, ao centro dos quais foi Impresso o brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação no dia 15 de Setembro de 1987.



CASTELO DE S. JORGE - Construído em meados do século XI, a fortificação preserva, ainda, onze torres e apresenta alguns elementos arquitectónicos característicos das fortificações militares de época islâmica. Os lanços de escadas adossados às muralhas dão acesso às ameias e às torres, sendo visitável em todo o seu perímetro.

VESTÍGIOS DO PAÇO REAL DE ALCÁÇOVA

Todo o conjunto edificado onde se encontram hoje instalados o Museu, o Café do Castelo, o restaurante Casa do Leão constitui a memória mais significativa da antiga residência real medieval.

NÚCLEO ARQUEOLÓGICO

Conjunto de vestígios arqueológicos que testemunham três períodos significativos da história de Lisboa: as primeiras estruturas habitacionais do século VII a.C; as casas e ruas de meados do século XI, de época islâmica; e os vestígios da última habitação palatina – o Palácio dos Condes de Santiago – destruído pelo Terramoto de 1755.

MUSEU
Colecção visitável constituída por um acervo de objectos encontrados na área arqueológica (Núcleo Arqueológico), proporcionando a descoberta das múltiplas culturas e vivências que desde o século VII a.C ao século XVIII foram contribuindo para a construção da Lisboa da actualidade, com particular destaque para o período islâmico do século XI-XII.

PERISCÓPIO – TORRE DE ULISSES
O periscópio, sistema óptico de lentes e espelhos inventado por Leonardo Da Vinci no século XVI, permite examinar minuciosamente a cidade em tempo real, os seus monumentos e zonas mais emblemáticas, o rio e a azáfama própria de Lisboa, num olhar que percorre 360º.

MIRADOURO
Em virtude da sua excepcional localização, o Castelo de S. Jorge destaca-se do conjunto dos miradouros de Lisboa pelas vistas únicas e majestosas que permite usufruir.


In: http://www.visitlisboa.com/CastelodeSaoJorge_pt.aspx



CASTELO DE MARVÃO - O castelo de Marvão situa-se no mais alto pico da Serra de São Mamede, em pleno Parque Natural, a ocupação deste território pode remontar à pré-história, mas não há certezas quanto a isso, como também não há, sobre a sua ocupação pelos romanos, todavia a proximidade de uma via romana, que atravessava o rio Sever, aponta para essa possibilidade. O que parece certo é que D. Afonso Henriques, terá conquistado esta fortificação aos mouros, por volta de 1166, na sequência da campanha que se iniciou com a conquista de Alcácer do Sal. A data mais antiga que atesta a pertença portuguesa deste castelo, é 1214. Em 1271, o castelo foi doado à Ordem de Malta, pelo rei D. Afonso III, já no reinado de D. Dinis, foi ampliado e construída a Torre de Menagem, também D. João I, depois da crise de 1385, manda reforçar as defesas do castelo e implementa o povoamento da região. Novas obras foram iniciadas depois da restauração da independência em 1640, para adaptação da fortaleza ao uso de artilharia e antes das obras terminarem foi atacada pelas forças espanholas, que voltaram a atacar este castelo em 1704 e 1772. Já no século XIX, durante as invasões francesas, chegou a ser ocupado por estas forças. Classificado como Monumento Nacional, tem vindo a ser mantido em bom estado de conservação com o apoio da Liga dos Amigos do Castelo e da Câmara Marvão. O castelo é afinal uma cidade fortaleza, já que a povoação está envolvida pela primeira linha de defesa ao longo do monte, conta depois com uma segunda linha com muralhas e torres e finalmente o castelo medieval, com duas torres e a Torre de Menagem. Nas dependências do castelo está instalado um museu arqueológico de armaria.

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segunda-feira, 25 de abril de 2016



Crônica de Gustavo do Carmo

Tenho três aplicativos de paquera instalados no meu tablet e celular: Tinder, Kick-Off e Happn. O Tinder indica mulheres (conforme eu selecionei) num raio de até 161 km de onde o usuário estiver, de acordo com o GPS do seu aparelho.  O Kick-Off é baseado nos seus contatos do Facebook e recomenda amigas dos amigos dos seus amigos ou curtidores das páginas da rede social do Zuckerberg.  Já o Happn tem conceito semelhante ao do Tinder, só que mais perto. Ele indica mulheres que passaram despercebidas por você.

Os três têm, em comum, não permitir que você escolha uma mulher com a aparência física da sua preferência. É politicamente incorreto. Mas também é difícil de selecionar. Assim, com muita frequência são apresentadas várias mulheres feias (no meu conceito, que eu não vou dizer para não criar mais polêmica).
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 21 de abril de 2016



João Paulo Mesquita Simões
Desenhos de José Luís Tinoco e José Bénard Guedes representando os Castelos de Trancoso e Leiria. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12 X 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 22$50 (Castelo de Trancoso) castanho rosa amarelo e verde, e 1 milhão de selos da taxa de 22$50 (Castelo de Leiria) castanho verde e tijolo. Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos, ao centro das quais foi Impresso o Brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação a 10 de Abril de 1987.

CASTELO DE TRANCOSO - Não tem uma origem bem definida, mas já devia existir quando os muçulmanos ocuparam a península, procedendo ao reforço das suas defesas, que não foram suficientes para se defenderem do rei de Leão, Fernando Magno, que reconquistou o castelo por volta de 1057.   D. Afonso Henriques doou Trancoso à Ordem do Templo, por volta de 1173, época em que as defesas da vila conheceram grandes melhorias, acreditando-se que seja deste período a construção da primeira muralha da vila.   Foi em Trancoso que D. Dinis se casou com D. Isabel de Aragão, em 1282, sendo também, este rei, responsável pela ampliação da cerca da vila, de que são exemplo as monumentais portas.   A crise de sucessão iniciada em 1383, coloca Trancoso na primeira linha das batalhas decisivas contra Castela, cujas tropas foram derrotadas, em 1385, nas imediações de Trancoso.   A utilização militar deste castelo ainda se manteve até ao período das invasões francesas, mas depois foi perdendo importância, escapou todavia à falta de visão dos poderes públicos, que durante o século XIX, permitiram as demolição de parte das muralhas da vila e a construção de habitações adoçadas a elas.  A estrutura defensiva da Cidade de Trancoso, que restou dessa delapidação, está classificado como Monumento Nacional, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, recuperou algumas partes das muralhas que tinham sido destruídas e foram demolidas algumas habitações encostadas às muralhas. 

In: https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-trancoso-15242 
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segunda-feira, 18 de abril de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Honório tinha seis anos quando começou a acreditar que o pai era o seu super-herói preferido. Desenhava-o, muito bem, com corpo musculoso e armadura do Super-Homem.
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Por dudu oliva





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quinta-feira, 14 de abril de 2016


João Paulo Mesquita Simões



Desenho de José Luís Tinoco apresentando os Castelos de Évora-Monte e Silves, e de José Benard Guedes apresentando os respectivos Brasões. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 seios com denteado 12 X 12-1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos da taxa de 25$00 tijolo castanho e amarelo (Castelo de Évora-Monte) e 1 milhão de selos da taxa de 25$00 azul castanho amarelo e verde (Castelo de Silves). Sobre estes selos foi impressa uma tala fosforescente. Foram igualmente emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos ao centro dos quais foi impresso o Brasão da respectiva cidade. Postos em circulação a 16 de Janeiro de 1987.

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segunda-feira, 11 de abril de 2016


Microcontos de Gustavo do Carmo



Minuto 
Pediu um minuto para sua amada. Ela lhe deu uma vida inteira de silêncio. 


Música francesa
Parecia que ia cantar uma música francesa. Mas estava apenas mandando fazer silêncio. 


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domingo, 10 de abril de 2016



Sou dessas que se entregam
sem muito pensar
Que transformam
Numa declaração de amor
 uma simples troca de olhar
Que se apaixonam instantânea
e loucamente
Que acreditam que paixões
podem durar pra sempre
Sou dessas que auto se iludem
Que confundem educação com paixão
E vêem coisas que não existem...
E inventam amores pra se distrair
E mesmo assim crêem que amores verdadeiros
Podem sim existir
Sou dessas que nunca desistem
Que estão sempre dispostas
A recomeçar
E vivem com as emoções
 a flor da pele o tempo todo
E não tem medo do novo
E se arriscam e petiscam
E não tem medo de ser feliz
Acreditando sempre
Que dessa vez será diferente...
Sou dessas que vivem tudo
Com intensidade
Procurando em tudo a felicidade
Aproveitando os momentos
Sem se censurar e sem se preocupar
Com nada além da missão
De ser feliz e amar
Por que sabem que um dia
Vai aparecer aquele que vai permanecer...
#SousDessas #AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 7 de abril de 2016


João Paulo Mesquita Simões



Desenhos de José Luís Tinoco representando os Castelos de Belmonte e de Montemor-o-Velho. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado12 x 12 - 1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos de 22$50 (Castelo de Belmonte) azul castanho amarelo verde e preto, e 1 milhão de selos de 22$50 (Castelo de Montemor-o-Velho) amarelo castanho verde e preto.

Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos, ao centro das quais foi impresso o Brasão da respectiva Cidade. Postos em circulação a 18 de Setembro de 1986.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Só fazia dez minutos que ele estava ali. Mas parecia que já tinham passado duas horas. A fila para retirar o crachá de identificação e acesso ao moderno arranha-céu no Centro da cidade não andava. O vento do mar aterrado vinha forte. Ele não conseguia respirar. Seus ouvidos chegavam a doer.
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Leia a primeira parte.


Antes de ouvir o ruído dos helicópteros sobrevoando o prédio e observar a multidão pequena como uma colônia de formigas que se aglomerava na frente do prédio e a bela paisagem da baía de Guanabara, Afonso, o dono da editora e, naturalmente, o editor, percebeu o burburinho em sua própria sala comercial.
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