quarta-feira, 30 de abril de 2014


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segunda-feira, 28 de abril de 2014



Crônica de Gustavo do Carmo

Já ouvi várias vezes - na faculdade de jornalismo que eu fiz, nas dicas de sucesso da mídia e principalmente na pós-graduação em telejornalismo que eu não terminei – que o jornalista não pode ter preconceitos.

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segunda-feira, 21 de abril de 2014



Por Gustavo do Carmo

O comercial de televisão anunciava um ovo de chocolate com trufas, castanha de caju, coco e marshmallow. Era de uma marca de chocolates finos. E caros. Fui à sua loja ver o preço. Custava  120 reais.

Decidi comprá-lo para presentear alguém na data. Queria conquistar uma garota de quem eu gostava na faculdade. Paguei no cartão de débito. Para a minha condição financeira médio-pobre, foi como fazer uma extravagância. O ovo vinha numa caixa média que eu mandei embrulhar para presente.  
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domingo, 20 de abril de 2014


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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Por dudu oliva


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quinta-feira, 17 de abril de 2014

João Paulo Mesquita Simões


Foi na madrugada do dia 25 de abril de 1974, que os militares portugueses se revoltaram contra a Ditadura de Salazar e Caetano, que já durava há 48 anos.

Quarenta e oito anos de repressão, de torturas, ostracismo, do "orgulhosamente sós", de costas voltadas para a Europa e para o resto do Mundo, numa das mais velhas ditaduras do mundo.

A guerra colonial, matou, mutilou e deixou marcas profundas em muitos militares, estragando a vida de muitos, que ainda hoje sofrem de traumas psicológicos.

Não éramos livres de falar, de escrever, de pensar. Muitos, tiveram de fugir do país exilando-se em França, Alemanha, e outros países, organizando aí ações de luta contra o fascismo.

A PIDE, polícia de intervenção do Estado, perseguia todos aqueles que fossem contra o Regime, prendendo-os no forte de Peniche, no Tarrafal em Cabo Verde. Usavam o "lápis azul" para suprimir tudo o que a mais fosse escrito contra o Regime, ou que levasse a pensar que era contra o Regime. A PIDE, censurava também o Cinema, o Teatro, os Jornais, a Televisão... tudo! Nada escapava à tirania de Salazar e Caetano.

Então, saturados do atraso de Portugal perante o Mundo, das perseguições políticas, da guerra colonial, os Militares de abril, nessa madrugada do dia 25, saíram dos quartéis com o objetivo de derrubar o Governo.

Um jovem Capitão, de nome Salgueiro Maia, foi quem ordenou a rendição do Governo de Tomás e Caetano, tendo estes ido primeiro para a Madeira e, depois, exilados para o Brasil, de onde nunca mais saíram.

O selo, composto no Atelier B2, representa Salgueiro Maia na Praça do Comércio em Lisboa e foi editado na passada semana. É uma emissão de dois selos e um bloco.


Continua
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segunda-feira, 14 de abril de 2014



Microcontos de Gustavo do Carmo


Sugestão
A primeira coisa que o turista brasileiro falou para o Papa, quando se encontrou com ele, no Vaticano, foi reclamar da falta de água em sua residência no subúrbio do Rio. A reclamação foi sugerida pela concessionária de água e esgoto.



Gaiato

Entrou de gaiato no navio. Se deu bem e viajou com toda mordomia ao ser reconhecido por um velho amigo. 

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Por dudu oliva




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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Conto de Gustavo do Carmo


Era a primeira vez dele. Enfim iria perder a virgindade. Estava em casa com a primeira namorada. Ou a primeira mulher que conseguiu levar para cama. Não sabia se o relacionamento iria continuar a partir dali.

Cansou-se dos homens. Tinha acabado de terminar um namoro de dez anos com um empresário rico com a internet. Estava quase marcando o casamento com ele. Um “mauricinho babaca”, segundo ela, que ficou arrasada quando descobriu que foi traída. Este já era o seu terceiro namorado.  Antes, ficou cinco anos com um surfista na adolescência e foi a “outra”, durante dois anos, de um vereador que tinha idade para ser o seu avô.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Por dudu oliva



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quinta-feira, 3 de abril de 2014

João Paulo Mesquita Simões


1894: A 8 de Dezembro, nasce Florbela Espanca em Vila Viçosa. - 1915: Casa com
Alberto Moutinho. - 1919: Entra na Faculdade de Direito, em Lisboa. - 1919: Primeira obra, Livro de Mágoas. 1923: Publica o Livro de Soror Saudade. – 1927: A 6 de Junho, morre Apeles, irmão da escritora, causando-lhe desgosto profundo. - 1930: Em Matosinhos, Florbela põe fim à vida. - 1931: Edição póstuma de Charneca em Flor, Reliquiae e Juvenilia e ainda das colectâneas de contos Dominó Negro e Máscara do Destino. Reedições dos dois primeiros livros editados. Verdadeiro começo da sua visibilidade generalizada.

Podem continuar a ler o resto do texto aqui.

Esta emissão de selos, saíu a 24 de março ultimo, e tem como tema "Vultos da Cultura Portuguesa" 
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