segunda-feira, 30 de setembro de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

Leio no jornal ou em algum site de fofocas: “Atriz Fulana de Tal termina namoro de seis meses e diz que está livre na pista”. Nem dá tempo de sonhar. Na semana seguinte já vejo nova notícia desagradável: “Fulana de Tal assume relacionamento com empresário”.

Tem outra pior: “Modelo Beltrana está grávida de três meses”. Se eu fosse uma pessoa fraca eu ficaria uma semana em depressão. Como eu sou forte, fico apenas algumas horas. Mas passo a evitar qualquer notícia sobre essa “celebridade” grávida. Quando passa um tempo, já me imagino cuidando deste filho. Mas aí logo descubro que a tal apresentadora está grávida de novo. Aí perco as esperanças.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Por dudu oliva


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segunda-feira, 23 de setembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo


— Alô.

— Alô. Respondeu a senhora com uma voz triste. 

— Dona Clotilde. Tudo bem? 

— Ah, Doutor Ênio. Mais ou menos. 

— O que houve? 

— Estou sentindo muito a falta do Péricles. 

— O que houve com o Péricles? Perguntou Dr. Ênio assustado. 

— Você não sabia? Ele faleceu há quase um ano. 

— Meu Deus! Mas como? 
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Por dudu oliva


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segunda-feira, 16 de setembro de 2013


Conto de Gustavo do Carmo 


Sou pároco há quarenta anos de uma igreja do subúrbio do Rio de Janeiro. Faço casamentos, batizados, unções dos enfermos e, claro, missas dominicais, comemorativas e fúnebres. Também reservo um dia para as confissões. Toda quarta-feira aqui na paróquia. 

Antigamente, as confissões eram mais movimentadas. Havia fila enorme de pessoas. A maioria era de senhoras, mas tinha muito homem também. Hoje, com a internet e suas redes sociais, onde os jovens (e até idosos) confessam seus pecados para todo o planeta, a igreja vive vazia. Tanto que eu estou tirando esta programação da agenda, deixando apenas para marcar com o fiel. Se houver muita procura, eu retomo a atividade.
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

POR DUDU OLIVA


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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A Universidade do Porto, dispõe de uma coleção de livros eletrónicos à disposição do público filatelista.
Imprimi alguns para mim, e confesso que ali, e para quem de facto se interessa pala Filatelia, tem um bom acervo informativo sobre os selos portugueses, bem como da Índia Portuguesa.
Aconselho vivamente a consulta deste site

http://www.fep.up.pt/docentes/cpimenta/filatelia/

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013


Microcontos de Gustavo do Carmo


Exame
— Quantos anos você está completando hoje? — 33! Respondeu o paciente para o seu médico que auscultava seus pulmões.


Presente de Grego
Ganhou um tablet de um amigo grego no seu aniversário. Foi o melhor presente que ganhou de alguém de fora da família.

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Dudu Oliva





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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


A Linguística e o selo estão ligados. Ambos comunicam.
Um dos maiores linguístas da nossa História, Ferdinand de Saussure afirmava que "o sintagma, (...) como a combinação de formas mínimas numa unidade linguística superior, surge a partir da linearidade do signo, ou seja, ele exclui a possibilidade de pronunciar dois elementos ao mesmo tempo, pois um termo só passa a ter valor a partir do momento em que ele se contrasta com outro elemento. Já o paradigma é, como o próprio autor define, um "banco de reservas" da língua, fazendo com que as suas unidades se oponham, pois uma exclui a outra.
O signo linguístico constitui-se numa combinação de significante e significado, como se fossem dois lados de uma moeda. O significante é uma "imagem acústica" (cadeia de sons) e reside no plano da forma. O significado é o conceito e reside no plano do conteúdo.

In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferdinand_de_Saussure

Se olharmos para um selo, este transmite-nos uma imagem - o tema do selo - e o conteúdo, aquilo que o selo representa para nós. Também ao olhá-lo, a imagem que se nos apresenta, significa o busto da República. Sabemos que o selo é comemorativo dos 100 anos da Implantação da República em Portugal em 5 de outubro de 1910. Para o estrangeiro, esse fica a saber que o selo é português, pois o nome do país está lá explícito bem como o preço o desenhador e outros elementos que o caracterizem.


Mas há casos omissos na Filatelia, mas que a nossa perceção, o significante, nos informa.
É o caso da Filatelia Britânica, em que o nome do país não consta nos selos. No entanto, ao pegarmos num selo inglês, sabemos que o é, porque no seu canto superior direito, está a esfígie da rainha Vitória que serviu de base ao primeiro selo do mundo: o penny-black.


Aos nossos olhos, e sabendo que todos os selos ingleses têm como significante aquele pequeno símbolo, já sabemos que pertencem àquele país e só nos resta, tal como nos selos portugueses, ver o seu conteúdo para sabermos se é comemorativo ou não e se o é, o que comemora.
Esta analogia entre a linguagem dos signos e a Filatelia, ajuda-nos na feitura das nossas coleções, a perceber as próprias coleções e fazê-las interagir com outros selos.
A Linguagem, é o meio que temos para comunicar e que nos distingue dos outros seres vivos.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013


Conto de Gustavo do Carmo

Tinha uma família rica em histórias. O tataravô fundou uma cidade na Alemanha e depois urbanizou um bairro no Rio de Janeiro. O avô sobreviveu a um campo de concentração nazista. O tio-avô foi aviador. Os pais se conheceram na faculdade e foram presos e torturados pelo regime militar. O tio materno matou a esposa por ciúmes. A tia paterna morreu num acidente aéreo. E o irmão mais velho, o único que tinha, foi o primeiro brasileiro a ganhar uma medalha de ouro no ciclismo nas Olimpíadas.

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