sexta-feira, 31 de maio de 2013


Por dudu oliva



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quinta-feira, 30 de maio de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Quando iniciei o  "Teclas, o filatelista", foi com o intuito de levar à camada mais jovem, o gosto pelo colecionismo, e porque também gosto de escrever. 
Vivemos numa sociedade em que as TIC é que predominam, o e-mail veio quebrar a tradicional carta selada que antigamente escrevíamos aos nossos parentes e amigos e, os nossos jovens nascerem com as Novas Tecnologias. 
A ciência tecnológica, é uma extensão do ser humano.
Porque não aliar a Filatelia às Novas Tecnologias?
Foi esse o meu objetivo ao escrever este livro, em que um jovem de 14 anos completamente envolvido por computadores e telemóveis, passa a gostar de colecionar selos, gosto incutido por seu avô.
Depois de ter sido gozado na escola, ao contar aos colegas que iria colecionar selos, o Teclas, muito magoado, jura mostrar que com a Filatelia se pode aprender Cultura, conseguindo levar os seus colegas a visitar a sua exposição o que motiva nesses jovens o interesse pela Filatelia. De tal maneira que, ao iniciaremas aulas, propõem aos professores criar um núcleo filatélico.
A linguagem utilizada neste livro, é a linguagem usada pelos nossos jovens de modo a cativá-los também à leitura, que cada vez se vê menos em deterimento dos computadores, televisão, jogos de consola e todas essas tecnologias.
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terça-feira, 28 de maio de 2013

Por @hemersomn



No seu primeiro contato comigo, você vai me amar.

Digo isso, pois já tenho prática. Minhas primeiras palavras com você estarão envoltas em um sorriso sincero, o que já vai te desarmar, provocando uma pequena fissura nos muros que você ergueu ao seu redor para impedir que qualquer um ultrapasse seu espaço. E eu verei esses muros caírem, pedra sobre pedra, diante de meus atos e palavras, pois vou olhar fixamente nos seus olhos, mesmo que você os desvie de mim. Inclinarei um pouco a cabeça para o seu lado, demonstrando que realmente estou querendo te ouvir. Farei perguntas para saber seus gostos e interesses e gravarei tudo na memória para consultas e conversas posteriores. E quando eu vir o brilho nos seus olhos, quando eu vir o seu primeiro sorriso ante algo que eu tenha dito e fez seu coração acelerar e sua pele se arrepiar, demonstração de que encontrou alguém que se interessa por suas conversas e se sente bem com sua companhia, nesse exato momento, eu abrirei um sorriso irônico dentro de mim e saberei que eu já te tenho em minhas mãos. E vou tirar de você tudo o que eu necessitar, como um câncer.

Eu sou carismático. Sempre fui. Me tornei assim para conseguir o que queria, com paciência, com habilidade e isso nunca me falhou. Minhas primeiras cobaias foram meus pais. Nunca fui uma criança birrenta, malcriada ou mimada. Eu era sereno e educado. Não precisava de lágrimas para ter o que eu queria. Calculava as possibilidades, já em idade tenra, e desenvolvia meios pelos quais, direta ou indiretamente, meus pais fizessem exatamente o que eu queria. Eu me divertia muito com isso. A arte da manipulação, essa sutil arte que não pode ser vista pelos idiotas, foi meu brinquedo desde a infância. Com o passar do tempo isso foi se aperfeiçoando a ponto de eu chegar hoje e me orgulhar de tudo o que eu fiz, apesar de, aos olhos de outros, ser tudo isso uma falta de caráter.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

Para que serve uma namorada?

Serve para fazer companhia aos outros.

Serve para ser beijada por alguém na sua frente, te irritando com estalos molhados e palavras infantis.

Serve para o seu amigo, irmão ou primo te apresentar.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

João paulo Mesquita Simões





A partir de um link que o Gustavo me enviou sobre a firma Stanley Gibbons, vou tecer algumas considerações.

Conheço de nome esta firma. Foi a eles que recorri para obter autorização de publicação do primeiro selo do mundo, o Penny black, para o meu livro.

Tal como a Stanley Gibbson, outras firmas ligadas ao coleccionismo, dedicam-se ao investimento. Por exemplo, aqui em Portugal, foi a Afinsa.

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terça-feira, 21 de maio de 2013

Por @hemersomn



"Ser ou não ser... Eis a questão. 
Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim tentando resistir-lhes? Morrer... dormir... mais nada... Imaginar que um sono põe remate aos sofrimentos do coração e aos golpes infinitos que constituem a natural herança da carne, é solução para almejar-se. 
Morrer... dormir... dormir... Talvez sonhar..."  Hamlet, Ato III, cena I


***


Você está acordado?

Para você essa pode parecer uma pergunta idiota, já que está lendo isso. Para mim não. Desde criança eu tenho certa dificuldade em discernir quando estou acordado ou dormindo. Minha mãe, em sonho, me pedia para fazer algo e no dia seguinte, tendo executado sua ordem onírica, ela reclamava, pois não tinha pedido tal coisa de verdade e até tinha atrapalhado-a. Na escola, quando meus professores passavam lição de casa, eu sonhava que fazia e acreditava tão piamente nisso que no dia seguinte ia para a escola com a lição por fazer, pois nem abria o caderno de tão convencido que estava de que ela estava pronta. Para mim, tudo nos sonhos era tão real quanto fora deles.

Faltei a vários compromissos na minha fase adulta e ainda falto, por pensar ter ido quando na verdade foi apenas um sonho. As pessoas passaram a não confiar em mim, pois se me diziam algo, nunca sabiam se eu faria na vida real ou num sonho. Eu procurei ajuda, fiz tratamento, mas nada deu resultado. Tive de me acostumar a essa vida espalhando pela casa bilhetes, despertadores, agendas eletrônicas, tudo o que pudesse me orientar para saber se estava acordado ou não e quais deveres eu estava ainda por concluir. Ainda hoje, eu vivo uma vida difícil. 

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segunda-feira, 20 de maio de 2013



Conto de Gustavo do Carmo 


No berçário da maternidade, entre dezenas de bebês, alguns chorosos, outros famintos, boa parte dorminhoca, o destoante corpo gorducho de Concórdio era o único que se aventava no lado oposto do berço. 

Concórdio levou quase dez meses para nascer. Fez sua mãe tirar licença-maternidade aos cinco de gravidez porque sua barriga já parecia ter noventa dias a mais. Dona Linda foi internada no sexto mês porque o menino estava tão grande que poderia nascer, prematuramente, a qualquer momento. Demorou três semanas além dos nove meses normais. Veio ao mundo no meio de um engarrafamento. Do hospital para casa. 
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Por dudu oliva

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

João paulo Mesquita Simões

No passado dia 11 pelas 16 horas, teve lugar o lançamento de "Teclas, o filatelista", com uma plateia simpática.
Numa cerimónia não muito longa para não cansar as pessoas, falou o representante da Chiado Editora, onde descreveu um pouco da história da ditora.
Seguidamente, Rui Pais de Carvalho, abordou a filatelia como colecionismo e incentivando o público voltar às coleções que são quase inexistentes no século 21.
Maria Teresa Carriço, fez uma descrição do Autor e, por último, o Autor a fazer uma referência à obra agora publicada.
As imagens abaixo, são da intervenção do Autor, um aspeto da plateia e a sessão de autógrafos.







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segunda-feira, 13 de maio de 2013



De Gustavo do Carmo 


Cara e Coração
Ele viu a cara e o coração. Acabou de retirar o órgão de um cadáver na aula de anatomia.


Corintiano
— Doutor, eu não me engano. Meu coração é corintiano. —Mas o senhor está enganado sim. O doador desse seu novo coração torcia pelo Flamengo. O paciente enfartou.

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

por dudu oliva


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quinta-feira, 9 de maio de 2013

João Paulo Mesquita Simões

O dia do lançamento aproxima-se.
Ainda não tenho os livros. Aguardo entre hoje e amanhã a sua chegada.
Não posso expor alguns dos meus selos, poerque não tenho tempo para me deslocar a outra cidade buscar os expositores.
Muita gente não irá por este ou aquele motivo.
O engraçado disto tudo, é que não me sinto frustrado ou angustiado.
No fundo, acho que vai ser um sucesso.
O "Teclas, o filatelista", vai vender-se. Vai esgotar-se. Há de ir aí para o Brasil.
O importante é ser ótimista e positivo.
Na próxima semana, mostro-vos vídeos e fotografias do evento.
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terça-feira, 7 de maio de 2013

 Por @hemersomn



Se tem uma coisa que eu aprendi nesses setenta e cinco anos foi que não importa a idade, distância, ou mesmo a quantidade de mágoa que nos causou. Nosso filho sempre será nosso filhinho. Mesmo que a quantidade de rugas em seu rosto seja proporcional ao seu. Mesmo que os cabelos brancos dele não estejam encobertos por tintura, como os seus. Não importa quantas palavras ele pronunciou e veio até mim como setas pontiagudas que propagaram a mágoa profunda dentro de mim. Não importa.

E das maiores dores dessa vida, creio que essa se sobressaia a todas que eu já tive, está a de ver ou ouvir seu filho chorar, em qualquer idade, e sentir sua impotência ante isso. E eu senti. Eram três horas da manhã quando fui acordado, num pulo, pelo meu telefone tocando. A voz do outro lado, embargada, tropeçando nas palavras, era do meu filho, quarenta e cinco anos, que morava dois bairros próximo ao meu. Das palavras que eu consegui compreender, ele queria conversar comigo, pessoalmente, então perguntou se eu estaria em casa pela manhã. Então ele disse que viria bem cedo para falar comigo sobre algo muito importante e que o estava perturbando. Tentei adiantar o assunto, mas ele insistiu que pessoalmente seria melhor, então o acalmei e coloquei o fone no gancho. Mesmo preocupado, meus ossos cansados me fizeram adormecer rapidamente.

Cinco e meia da manhã eu já estava tomando o café da manhã quando ouvi o bater na porta. Meu coração já sabia que era meu filho. Arrastei-me até a porta e o fiz entrar. Ele me abraçou e beijou minha testa. Senti o odor acre de seu suor na cabeça, resultado da pressa com que viera para conversar. Eu, a quem o tempo não permite mais a regalia da ansiedade, permaneci sereno como sempre, o que talvez o tenha incomodado um pouco, mas que poderia eu fazer? Não tenho mais a pressa da juventude. As coisas parecem mover em câmera lenta para mim.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013


Conto de Gustavo do Carmo

Um banco lotado. Fila enorme. Hércules está nela. Aliás, a fila é daquela sentada, com senha. E as cadeiras ainda são desconfortáveis. Há cinco guichês, mas apenas dois funcionários estavam atendendo. Um deles somente para os idosos.

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

por dudu oliva





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quinta-feira, 2 de maio de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Aproxima-se o dia do lançamento do meu livro, e recebi hoje da Editora o convite e o cartaz que deixo para apreciação e eventualmente virem a estar presentes.





 
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