sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Por  dudu  Oliva

Estou começando a correr. Na verdade, alterno caminhada e corrida. Poxa vida, nunca pensei que conseguiria correr um dia e fico feliz pela conquista pessoal. Hoje, corria tranquilamente, quando um homem de carro gritou para mim: - CORRE QUE NEM HOMEM

Fiquei sem entender, achei tão gratuito o ato de me sacanear e como é correr como homem? O que é ser homem? Sacanear os outros sem motivo? Agredir por motivos irrelevantes? Correr com velocidade como os "homens de verdade" fazem no trânsito? Sinceramente prefiro ser tartaruga a um coelho estressado e desiquilibrado. Passei da fase que deseja mostrar o que posso fazer e sim estou num estágio de mostrar, para mim mesmo, que posso ultrapassar minhas dificuldades, respeitando minhas limitações. Sabe, tem uma coisa, não acredito mais em grandes revoluções que mudam o mundo em curto prazo. O tempo está me mostrando o contrário.

As transformações lentas são muito mais duradouras e mudam as estruturas. Portanto, o outro pode achar que não vale a pena minhas caminhadas e corridas, porém, o que vale é eu perceber as mudanças no condicionamento físico. 

Não preciso ter corpo de atleta para ser feliz e saudável.


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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


 


Os CTT - Correios de Portugal, emitiram ontem mais uma série dedicada à Expansão Portuguesa do século XVI, desta vez dedicada à chegada dos Portugueses a Timor-Leste.

 Composta por dois selos e um bloco, com design de A. F. Atelier, e impressão da Imprensa Nacional - Casa da Moeda. Foram ainda editados dois tamanhos de sobrescritos de primeiro dia, e a pagela de apresentação da emissão.

Os selos e o bloco, mostram aspetos da cultura Timorense, como modelos de habitações, um pedaço de tecido característico desta zona, mapas antigos da região, folhas de Sândalo, uma árvore muito apreciada na China e na Índia, e a estrofe 134, do canto X de «Os Lusíadas», de Luís de Camões. Todas estas imagens foram cedidas por várias entidades, como a Biblioteca Nacional de Portugal, o Museu Nacional de Etnologia, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e o Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, entre outras.


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segunda-feira, 26 de outubro de 2015



Crônica de Gustavo do Carmo

Já ouvi várias vezes - na faculdade de jornalismo que eu fiz, nas dicas de sucesso da mídia e principalmente na pós-graduação em telejornalismo que eu não terminei – que o jornalista não pode ser preconceituoso.
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domingo, 25 de outubro de 2015


Quero te ter com calma
Tocar em sua alma
Te roubar pra mim
E cada beijo meu será como uma prece,
E te dedicarei o amor que vc merece...
Serei sua
Princesa ou puta
Amiga ou paixão
Serei aquilo que quiseres
Serei todas as mulheres
Que desejar
Em uma só.. .
Quero te amar sem pressa
Sem dó
Sem pudor,nem temor
Quero me enroscar nos seus braços
Ganhar os seus amassos
Roubar seu coração
Por que o meu já esta
Em suas mãos
- AninhaSuely
 #VamosPoetizarOMundo
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


De 26 de abril a 1 de maio de 2016, a cidade de Viana do Castelo no norte de Portugal, irá acolher  a XXII Exposição Filatélica LUBRAPEX 2016, «A Força da Fraternidade Luso-Brasileira», organizado pela Federação Portuguesa de Filatelia.

Esta Exposição Luso-Brasileira vai assinalar os 50 anos de realização contínua, sendo por isso um grande evento filatélico para Portugal.

A imagem do certame aqui apresentada, foi retirada da Internet.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O que eu quero dizer,
Eu não posso falar...
E o que eu quero fazer
Não vai rolar
Por isso me calo
Me fecho
Me escondo
em mim mesma
E omito aquilo
Que gostaria de gritar
Aos quatro ventos...
Eu invento
Que.não sinto
Eu simplesmente minto
Pra mim
E é desse.jeito assim
Que vou vivendo
Que.vou me.virando
Fingindo
Que.me.engano 😉 ~
 AninhaSuely
#VamosPoetizarOMundo
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Por Gustavo do Carmo

Ivan esperou vinte e cinco anos para conhecer Mislaine e perder a sua virgindade. E tirar a dela também. A primeira vez do casal foi em um motel. Descobriram como era bom o prazer do sexo. Já namoravam oficialmente há seis meses quando tiveram a primeira conjunção carnal.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


A Ciência ganhou um estatuto próprio durante a criação da UNESCO, em 1945, traduzido na implementação de programas nesta área do conhecimento. Estes têm como objetivo contribuírem para a manutenção da paz e da segurança no mundo, bem como para o desenvolvimento das sociedades. Assim, a UNESCO tem procurado promover, ao longo destes anos, uma cooperação científica para lá das fronteiras, das ideologias e das especificidades culturais.
Tendo presente que, em 2015, se comemoram os 70 anos da UNESCO e que, em simultâneo, se celebram o Ano Internacional da Luz e o Ano Internacional dos Solos e estão em decurso a Década da Biodiversidade (2011-2020) e a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável pós-2015, a Ciência, mais do que nunca, deve estar ao serviço da sociedade, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentável e alertando para as consequências das nossas atividades, em particular, mas focada na busca permanente de soluções para os desafios que se colocam no presente de forma a garantir o nosso futuro.

Elizabeth Silva
Setor das Ciências - Comissão Nacional da UNESCO


CELEBRAR A LUZ
Usamos luz para nos unirmos em celebrações sociais, mas em 2015 celebramos a própria luz, o pensamento e as descobertas sobre a luz, de qualquer tipo, mesmo
a que não detetamos com os olhos. A luz faz brilhar galáxias, aciona chips de computador, dá vida às flores, cria imagens de raios-x, brota dos lasers, viaja na internet…
A luz, a sua origem, composição e processamento pelo cérebro humano, é um problema central na história do pensamento e atividade humanos. Mas a sua manipulação é uma solução que encontra sempre um problema: na engenharia, arte, indústria, medicina, comunicações, ambiente, energia, agricultura, investigação
histórica, preservação do património.
Pelo papel da luz no desenvolvimento sustentável, educação e cultura, as Nações Unidas proclamaram 2015 Ano Internacional da Luz e da Tecnologias baseadas na Luz. Para meditar na riqueza que advém de aproveitar luzes diferentes e divulgar o impacto das tecnologias com base nas descobertas sobre a Luz. Para inspirar.

Teresa Peña
Comissão Nacional para o Ano da Luz


PELA PRESERVAÇÃO DOS SOLOS…
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 2015 como o Ano Internacional dos Solos, visando alertar os seres humanos para a relação direta entre solos férteis e sociedades prósperas. Nesse sentido, as múltiplas iniciativas relacionadas com esta celebração pretendem contribuir para aumentar a consciencialização da sociedade para a necessidade de uma gestão sustentável dos solos, enquanto
base para os sistemas de produção de alimentos, combustíveis e fibras naturais, o fornecimento de água limpa, as funções essenciais dos ecossistemas e uma melhor adaptação às alterações climáticas, para as gerações presentes e futuras.
Assumindo o papel de «pele da Terra», os solos são um recurso natural finito e não renovável à escala de vida humana. Contudo, a área de solos férteis existente no nosso planeta tem vindo a tornar-se cada vez mais limitada, devido à sua crescente degradação, má gestão e urbanização. Assim, urge que cada um de nós adquira maior perceção sobre o papel de «solos saudáveis para uma vida saudável», contribuindo para a reversão da tendência atual e ajudando a manter os níveis de produção de alimentos necessários à subsistência da população humana, que se estima possa alcançar nove mil milhões de habitantes em 2050.

Artur Sá
Presidente do Comité Português para o Programa Internacional
de Geociências da (IGPC–UNESCO) 

In: Pagela dos CTT- Correios de Portugal


Esta emissão foi posta em circulação ontem.
As imagens, são propriedade dos CTT - Correios de Portugal. 
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Microcontos de Gustavo do Carmo 


Fofoqueira
Desde criança, suas fofocas separaram os pais, primos e tios. Quando separou os avós, foi expulsa de casa pela mãe. Cresceu e se tornou a jornalista mais influente na área de celebridades. 


Assassino
Quando criança adorava matar os passarinhos de casa. Cresceu e virou dono de funerária. 
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domingo, 11 de outubro de 2015

E toda vez que penso em vc Penso em saudade, penso em abraço quentinho Penso em carinho Toda vez que ouço sua voz Sinto um aconchego, uma paz, um sossego Cada mensagem sua pra mim Me deixa assim, feliz. E um tanto ansiosa... Me deixa nervosa De um jeitinho bom E coloca esse sorriso bobo No meu rosto Essa vontade de não te deixar Ir embora Essa necessidade de aproveitar O agora -AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Por dudu  oliva





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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Quase todos nós usamos as Redes Sociais para comunicar.

Porque são baratas, conversa-se em tempo real, mostram-se todos os tipos de ficheiros, e fazem-se compras e trocas. 

Eu uso as Redes Sociais, nomeadamente o Facebook por dois motivos:

1 - Ler notícias que nem sempre passam nos Órgãos de Comunicação Social de Portugal,

2 - Fazer compras ou troca de selos com filatelistas de outros países.

É uma maneira de levar ao Mundo o Selo Português e, também, ficar a conhecer melhor os selos e culturas de outros países.

Os países Asiáticos e do Médio Oriente, são aqueles que mais páginas têm no Facebook, e atualmente correspondo-me com a Malásia e com a Índia.

A quem ler este blogue, tenha a sua página no Facebook, e colecione selos, entre em contacto comigo. Tenho todo o interesse em trocar selos com o Brasil e, sendo a Filatelia Ciência no vosso país, trocar umas ideias em páginas destinadas aos colecionadores.

Um intercâmbio luso-brasileiro, seria de todo interessante.

Caso me deixassem publicar as nossas discussões e conclusões neste blogue, melhor seria. 

Fica o apelo. 
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015



Conto de Gustavo do Carmo

Ele criou Veridiana. Ela inventou Osmar. Veridiana expressava o lado feminino de Felix Mendes, jornalista e escritor de muito sucesso, com cinco livros entre os dez mais vendidos do país.

Osmar era o lado macho de Patrícia Fritzcovitz, formada em Letras e um fenômeno emergente que colocou o seu primeiro livro, Ex-Namorado, de publicação paga, no mesmo top 10 em que figurava o livro de Felix, Em Busca do Desencalhe.
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domingo, 4 de outubro de 2015

Acreditava tanto no amor
Que o via em qualquer lugar
Estava sempre disposta
A se entregar, a recomeçar...
E Desperdiçava seu tempo
Sua energia
Com quem não merecia
Se jogava de cabeça
Sempre
Mesmo depois de tantos
Acidentes
Mas era sempre positiva
E achava que um dia encontraria
O amor da sua vida
Ainda nessa vida
E estava sempre disposta a tentar
De novo e de novo
- Aninha Suely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015


Imagem encontrada no google


Por dudu oliva

Ontem assisti novamente ao filme Cisne Negro e a história mostra brilhantemente como na arte não adianta só uma técnica apurada, mas necessita passar emoção também.
Nina é uma jovem bailaria exemplar e com o domínio dos passos e saltos, só que não consegue transmitir emoção. Quando consegue o papel principal do Cisne Negro, sente dificuldade de fazer a irmã gêmea má, pois não consegue sensualizar, mesmo desempenhado bem a personagem da irmã boa que é transformada em um cisne.
Nina não consegue lidar com o fracasso e tem distúrbios psicológicos e psíquicos. Na verdade, ela quer desempenhar o papel da boa menina e aluna aplicada, mas a profundeza de seu inconsciente prega peças nela. Ela se depara com outra Nina, mais selvagem e obscura.
Quantos de nós somos que nem Nina, tentamos ficar na superfície das máscaras sociais e não nos adentramos no fundo do mar para encontrar a verdadeira individualidade?
Nina achava que os outros queriam prejudicá-la, porém era ela sua pior inimiga. Na verdade, projetava-se nos outros. Talvez, se aceitasse fragmentada e não somente a boa garota, ela fluiria melhor como bailarina. Poderia até se tratar com um psiquiatra para melhorar de seus distúrbios e até de uma possível esquizofrenia...

Por isso, faço o oposto de Nina e admitido minhas fraquezas e obscuridade. Assim, fico alerta em relação às armadilhas de meu inconsciente.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

João Paulo Mesquita Simões


28 de julho de1415. Uma forte armada organizada durante anos, prepara-se para largar do porto de Lagos, a sul do país, com 20 000 homens a bordo de 200 navios com destino a Ceuta no norte de África.

Não tínhamos guerras com esta cidade africana e Portugal precisava de se afirmar ao Mundo depois de uma longa guerra civil.

A cidade de Ceuta era rica, não se podia opor militarmente, e era um ponto estratégico para a navegação portuguesa e europeia, envolvida no tráfico entre o Mediterrâneo e o norte da Europa.

Não era a primeira vez que Portugal tentava tomar Ceuta. Mas desta vez era para ficar. Os monarcas de Marrocos e de Fez, nunca conseguiram recuperar a cidade e havia interesse português em manter aquela praça para controlo marítimo.

Foi, após a tomada de Ceuta, que Portugal começou a explorar os mares, descobrindo novas terras, levando a Cultura e fé Cristã. Foi a época dos Descobrimentos iniciada no século XV e XVI.

Na comemoração dos 600 anos da conquista de Ceuta, os CTT Correios de Portugal, não quiseram passar de marcar a efeméride com esta emissão composta por dois selos, um de €0,55, que mostra a Igreja de Nossa Senhora de África, em Ceuta, com foto de age (Jordi Camí)/Fotobanco, e um pormenor da Carta do Atlântico Norte, de Lopo Homem, da colecção da Biblioteca Nacional de Portugal, e um selo de €1,00, que representa o Centro Cultural Manzanna del Revellín, um projecto de Álvaro Siza Vieira, com foto de Duccio Malagamba, e outro pormenor da Carta do Atlântico Norte (Norte de África e Estreito de Gibraltar), de Lopo Homem, da colecção da Biblioteca Nacional de Portugal.

Foi emitido também um bloco filatélico, com um selo de valor facial €2,50, e que mostra as Muralhas Reais de Ceuta, com foto de Alamy/Fotobanco, e uma gravura de Ceuta no séc. XVI, em «Civitates Orbis Terrarum», de Georgius Braun e Franz Hohenberg, da colecção da Biblioteca Pública Municipal do Porto. Os selos e bloco foram impressos na Bélgica, por BPOST, e foram editados dois tamanhos de sobrescritos de primeiro dia e a pagela de apresentação da emissão.


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