sábado, 18 de julho de 2015

TUDO NA CABECEIRA - O QUE EU VOU LER: CHAMADA DE SUICÍDIO


TEXTO: DIVULGAÇÃO COM EDIÇÃO DE GUSTAVO DO CARMO


Selo da editora Objetiva, o Foglio foi criado em 2012 para vender livros exclusivamente digitais, com textos de no máximo 30 mil palavras. No catálogo estão crônicas, contos, poemas, ensaios, pequenas novelas e reportagens como gêneros predominantes. O preço varia entre R$ 4 e R$ 8. A programação visual é padronizada, contendo apenas o título da obra, nome do autor e o do selo. Entre os autores estão Luís Fernando Veríssimo, Mário Quintana, Stephen King e Ana Maria Machado, de quem já li a sua coletânea de contos desta mesma coleção. 

Quando comprei o meu tablet, veio no Play Livros do Android uma amostra de Chamada de Suicídio, de Michael Connelly, um norte-americano nascido na Filadélfia em 1956, mas criado em Los Angeles, que levou para a literatura a sua experiência como repórter policial e ex-combatente do Vietnã. Um dos seus personagens mais famosos é o Detetive Harry Bosch, apelido de Hyeronimous Bosch, em homenagem ao pintor homônimo que viveu no Século XV. Seja investigando um caso arquivado ou um crime recente, Bosch persegue implacavelmente sua presa, sempre em busca da verdade.


Michael Connelly é considerado o maior escritor americano de livros de mistério da atualidade. Ele estreou com o romance The Black Echo, de 1992, não lançado no Brasil, que ganhou o prêmio Mystery Writes of America como o melhor romance de estreia. Seu último romance The Gods of Guilt (Os Deuses da Culpa, em tradução livre) também ainda não foi lançado aqui. 

Michael Connelly

Na primeira história, Chamada de suicídio, que dá nome à coletânea, o aparente suicídio de uma jovem e bela estrela revela ser muito mais sinistro do que aparentava. Em Cielo azul, Harry Bosh é assombrado por um caso há muito tempo encerrado – o assassinato de uma adolescente que nunca teve o corpo identificado. Com o assassino no corredor da morte, Bosch tenta pela última vez encontrar as respostas que há anos procura. Na terceira e última, A grande bolada de um dólar, o detetive trabalha no assassinato de uma jogadora profissional de pôquer cujo talento lhe trouxe mais de um inimigo.

Ainda estou lendo A Teoria de Tudo, de Jane Hawking e vou demorar. Quando acabar pego em Chamada de Suicídio e volto para comentar o livro. 

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