sábado, 30 de maio de 2015

Por Gustavo do Carmo 


Sabendo que Dois Irmãos, romance de Milton Hatoum, está sendo adaptado pela Rede Globo, com Antônio Fagundes, Antônio Calloni, Eliane Giardini, Cauã Raymond, Juliana Paes e Barbara Evans (filha da ex-modelo Monique Evans) no elenco, decidi comprar a sua versão em e-book. Quero estar por dentro quando começar a sua exibição, prevista para o ano que vem.

O problema é que a minissérie está sendo dirigida pelo complicado (no sentido artístico) Luiz Fernando Carvalho, que costuma viajar na maionese em suas produções.
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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Dudu Oliva



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terça-feira, 26 de maio de 2015




Conto de Weverton Galease 
  
As mulheres da aldeia não engravidavam e tiveram a ideia de recorrer aos poderes de Justus. Juntaram-se em círculo ao redor da árvore sagrada, tendo o cuidado de manter as costas voltadas para o tronco. Não ousavam olhar a grande planta, pois, os que olhavam Justus de frente enlouqueciam e morriam. Suplicaram-lhe filhos e ele quis saber o que teria em troca. Cada uma prometia o que o marido tinha para dar: milho, inhame, frutas, cabritos e carneiros. 

  Uma delas, chamada Rubi, era a mulher do entalhador e seu marido não tinha nada daquilo para oferecer. Desesperada, prometeu dar a Justus o primeiro filho que tivesse. Nove meses depois a aldeia alegrou-se com o choro de muitos recém-nascidos e as mães foram levar a Justus suas oferendas. Rubi contou a história ao marido, mas não pôde cumprir sua promessa. Ela e o marido apegaram-se demais ao menino prometido. 

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segunda-feira, 25 de maio de 2015


Crônica de Gustavo do Carmo

Já escrevi uma crônica sobre as minhas frustrações românticas. Agora explico porque me sinto tão frustrado. Além de jogar um balde de água fria nas minhas fantasias sentimentais, descobrir que uma mulher tem namorado, noivo ou já é casada é muito desagradável porque não conheço um jeito mais honesto de tirá-la do outro homem.
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sábado, 23 de maio de 2015

TEXTO E FOTOS: GUSTAVO DO CARMO


Já terminei de ler Light - A História da Empresa que Modernizou o Brasil, do canadense Duncan McDowall, especialista em história econômica. A tradução foi de Helena Maria Andrade do Nascimento e a edição é da Ediouro, patrocinada pela Light com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

O livro marcou a reestreia da seção Tudo na Cabeceira, no Tudo Cultural. Daquela pré-resenha (quando até então eu tinha lido por volta da metade) ao final, demorei quase dois meses. É que a leitura é muito difícil, com muitos termos técnicos e financeiros, além das letras pequenas, que cansam. Cheguei a pular muitas partes para adiantar.

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Por dudu oliva



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quinta-feira, 21 de maio de 2015

João Paulo Mesquita Simões


A criança sempre teve os seus brinquedos ao longo dos tempos. O brinquedo, faz parte da História e da Cultura de um povo e comum a todos os países europeus.

Cada um desses países apresenta os seus brinquedos típicos, sejam eles artesanais ou industriais, para alegrar a pequenada através das várias gerações de indivíduos.

Hoje, estes brinquedos são peças de museu. Muitos de nós, ainda temos alguns bem guardados como relíquias.

Nesse sentido, os CTT Correios de Portugal fizeram uma emissão composta de três selos e três blocos referentes a Portugal Continental, Açores e Madeira. 

O design é do Atelier Design&etc, e a impressão é da Cartor Security Printing, de França.

As imagens dos selos e blocos foram retiradas do Blogue http://o-filatelista.blogspot.pt/2015_05_01_archive.html.




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terça-feira, 19 de maio de 2015

TEXTO : WEVERTON GALEASE

                              'Escrever sobre vinhos e não citar Portugal, pode ser fatal'

 A região vitivinícola produtora dos vinhos Doc Dão, situa-se ao centro norte de Portugal, na província da Beira-Alta. Neste contexto, há por lá sub-regiões onde cada qual produz o seu vinho individualmente, até no sabor. Alva, Besteiros, Castendo, Serra da Estrela, Silgueiros, Terras de Azurara e Terras de Senhorim são as sub-regiões com personalidade própria já individualizada quando o assunto é vinho.

 Essa região produz com maior frequência os famosos vinhos tintos portugueses, caracterizados por possuir um teor alcoólico de 12º, uma inimitável coloração rubi de consistência aveludada. Já os vinhos brancos, seguem a mesma linha do teor alcoólico de 12º, porém quando ainda jovens possuem uma cor citrina, aromas frutados, dando uma frescura ao paladar. Ambos devem ficar 'guardados' por até 48 meses, antes de irem para a comercialização.

 Há uma 'Comissão' vitivinícola daquela região, em que promove os sabores locais, a Touriga Nacional, é a uva 'carro-chefe' da região, da qual bem conhecida e frequentada por brasileiros. Trago-vos um exemplo 'comercial'. Se trata do CARIZ DÃO DOC TINTO, este 2010, tem 50% da uva Touriga Nacional composta com 25% da Alfrocheiro e 25% da Tinta Roriz.

Considerado um vinho moderno, o Cariz Dão tem um aroma intenso de frutas vermelhas e notas suaves de cacau. Carregado de um paladar fresco, é ótima opção ao acompanhamento de carnes vermelhas, pizza e queijos de massa mole. 
 Tá aí a dica, vai pedir uma pizza no fim-de-semana? 
Substitua aquele famoso refrigerante (que eu sei que você consome) por um Cariz Dão, será mais saudável e agradável, afinal, este tinto custa na faixa dos 60 reais.
 Teor alcoólico deste tinto é de 13%, considerado médio.





 A Rota dos Vinhos do Dão oferece um mapa com todos os vinicultores disponíveis à guiá-lo pelas quintas do Dão. Como pode ver no mapa, há três itinerários.


NO DETALHE
ITINERÁRIO 1 ACESSAR
ITINERÁRIO 2 ACESSAR
ITINERÁRIO 3 ACESSAR


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segunda-feira, 18 de maio de 2015



Por Gustavo do Carmo

Devo ser especialista em portas. Conheço as de madeira, de aço, alumínio, vidro...  De todas as formas: lisas, caneladas, frisadas, esculpidas e várias outras. Não sou marceneiro.

Sou jornalista e publicitário. Cursei duas pós-graduações: uma em cultura e outra em telejornalismo. Várias oficinas literárias nas costas. Só não tenho mestrado porque não tive mais paciência para estudar. Quero mostrar o que já sei. Cansei de aprender. E principalmente de ouvir sermões.
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domingo, 17 de maio de 2015

ESCRITO POR: WEVERTON GALEASE

  Lançado em 1970, o livro 'Enterrem Meu Coração Na Curva do Rio', se trata de um relato da destruição sistemática dos índios da América do Norte. Com um conteúdo repleto de registros oficiais, autobiografias, depoimentos e descrições de primeira mão, Dee Brown cita muito fortemente os guerreiros das tribos Dakota, Ute, Soiux, Cheyenne, entre outras, ao qual protagonizam batalhas contra os brancos, introduzindo massacres e rompimentos de acordos.
  
  Este livro já foi traduzido para 14 idiomas, já foram vendidas cerca de 15 milhões de cópias, ao qual chocou a opinião pública norte-americana, ao retratar do ponto de vista dos índios, a colonização da América do Norte.
  
  Dee Brown é o maior especialista no assunto, sabe passo a passo tudo sobre a história norte-americana, ao ler este livro, fica muito claro, de que a imagem daquele velho-oeste dos filmes em que se conquista a terra local, não passa de um extermínio dos 'peles-vermelhas'.

Editora    : LePM Pocket
Autor      : Dee Brown
Tradutor  : Geraldo Galvão Ferraz
Gênero    : História
Páginas    : 396

Quanto custa?
Livraria Cultura R$ 25,90
Em pdf UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ) : GRÁTIS (Clique Aqui)




  A origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas por ensinamentos transmitidos pelas“Nações das Estrelas”. Os peles-vermelhas - como são chamados os índios norte-americanos – têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos em várias partes do mundo atual já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. A mais importante delas é a que se refere à clara manifestação sobre a Terra das civilizações extraterrestres.

  Standing Elk [Alce em Pé], líder místico da tribo Lakota, vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos e das instituições religiosas. Floyd Hand, conselheiro espiritual da nação Oglala, fala das inundações, incêndios e terremotos, além da intensa seca e o aumento de mortes devido a má distribuição e a falta de alimentos. Tudo isso já estaria previsto nas profecias indígenas, os fenômenos El Niño, La Niña e a morte de milhares de africanos todos os dias, seriam confirmações indiretas de tais previsões. Wambdi Wicasa [Homem Cervo], líder espiritual dos Dakota, vai mais longe e enfatiza que toda a Humanidade deveria ter recebido a mesma cultura dos povos indígenas, mas como isso não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos, se necessário, a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Ele nos alerta para a entrada da Terra na Quinta Era, mas antes da dimensão espiritual, deveremos viver novas e diversas épocas. Holy Bull [Touro Sagrado], outro mediador dos Lakota, relembra as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Suwamish, onde dizia que “a Terra era preciosa para Deus e maltratá-la seria desprezar seu criador, quem contaminava seu leito seria sufocado pelo próprio lixo, a Terra não pertencia ao homem, mas o homem à Terra e qualquer coisa errada que se faça, faz-se a si mesmo...”


  No entanto, a humanidade, aprisionada em sua própria arrogância e ignorância, nem ao menos ouve estas palavras. Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano e que deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra, num período de grandes provas, mas seguido de mil anos de paz. Existem, todavia, entidades e forças que não desejam a revelação da verdade, mas os peles-vermelhas sabem que as previsões já estão acontecendo. Elk costuma declamar o que chama de a derradeira mensagem: “Depois que a última árvore tenha sido derrubada, depois que o último rio tenha sido envenenado, depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido.”
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sábado, 16 de maio de 2015

TEXTO E FOTO: GUSTAVO DO CARMO


Quando vi o romance A Noiva Despida pela primeira vez na livraria, confesso que me empolguei com o título e imaginei uma história recheada de aventuras eróticas. Mesmo após ler a sinopse e concluir que o sentido da palavra era figurado (despida de pudores e não de roupas), apostei no livro. 

Em relação ao pensamento inicial eu não estava enganado. O livro tem sexo, nudez e fantasias eróticas. É mais um aproveitando o filão de livros do tipo Cinquenta Tons de Cinza, Toda Sua e Stars. Mas a trama não era bem a que eu imaginava. 
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Por dudu Oliva




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terça-feira, 12 de maio de 2015

Por Weverton Galease


  Quantas vezes já não nos perguntamos como os 'gringos' veem o Brasil?


  Cada qual a sua região...

  Pois bem, esta crônica se refere justamente a este fato, porém se trata da cidade de São Paulo, por tanto, se prestares atenção, verás que talvez a sua cidade, também não faz parte de um padrão definido à cultura brasileira.
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segunda-feira, 11 de maio de 2015



Microcontos de Gustavo do Carmo


Ser humano
Errava demais. Ultrapassava os limites de um ser humano.


Borracha
Passou uma borracha no assunto. Estava grafado errado. Tinha escrito açunto.
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sábado, 9 de maio de 2015


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | CAPA: DIVULGAÇÃO 


Biografia do executivo Wolfgang Sauer, que foi presidente da Bosch e da Volkswagen do Brasil e na América Latina, O Homem Volkswagen - 50 Anos de Brasil foi a terceira biografia de personalidade da indústria automobilística que eu já li. As outras duas foram a de Lee Iacocca, famoso ex-presidente da Ford e da Chrysler nos Estados Unidos, e a do herdeiro do império Fiat, Gianni Agnelli. 

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Por dudu oliva



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quinta-feira, 7 de maio de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Foi no Parque Natural do Vale do Guadiana, em Mértola, que Portugal se estreou na reintrodução do lince
ibérico, num programa dedicado a um dos felinos mais ameaçados de extinção do mundo. Os linces foram soltos num terreno com cerca de 1,5 hectares onde é testada a sua adaptação. Apenas depois desse teste se concretiza a libertação efetiva.
O macho Katmandu e a fêmea Jacarandá ficaram para a história como os linces do cercado de solta branda preparado em Mértola e agora vão ser relembrados numa emissão filatélica composta por quatro selos e um bloco: um selo com valor facial de 0,45€ e uma tiragem de 155 000 exemplares; outro com valor facial de 0,55€ e tiragem de 120 000 exemplares; um selo com valor facial de 0,72€ e tiragem de 145 000 exemp
lares; um selo com uma tiragem de 115 000 exemplares e um
valor facial de 0,80€; e um bloco com um selo com valor de 2,00€ e uma tiragem de 40 000 exemplares.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

In:  http://imagensdemarca.sapo.pt/atualidade/ctt-lancam-selos-sobre-a-reintroducao-do-lince-iberico/


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terça-feira, 5 de maio de 2015

                                         MINI - CRÔNICA de WEVERTON GALEASE
                                 Porquê 'mini'? Os minutos já estão passando rapidamente...


  A vida nos esmaga hoje com seu ritmo esgotante. Vivemos e respiramos pouco, sobrecarregados pela própria comunicação, pela velocidade com que as horas passam, uma dinâmica nos acelerando em vez de tranquilizarmos.
  
  Por esta razão é hora de colocar uma pausa, não para a vida, mas uma pausa atrás de uma vida natural, uma vida humana, para podermos acompanhar ciclos. Não é desejável para que todos possam viver como se não houvesse uma emergência diária, como se nada pudesse ser deixado para mais tarde, ou para o amanhã. Há algo desumano neste atual hábito, uma dificuldade de entender a vida como uma chamada de emergência ou como algo inesgotável.
  
  Pelo contrário, é necessário entender, que nossa vivência não é uma sequência de tarefas apressadas, não podemos nos destinar a corresponder como máquinas. Exigir portanto uma cadência, um ar mais calmo, sereno, e que não poderemos nos alterar.
  
  Ao contrário de uma gazela fugindo agitadamente, podemos caminhar, descendo a rua com a vida em um ritmo não mais lento, mas sim, mais suave. Afinal, o fim do dia não pode mais ter aquele caminhar em uma velocidade quase que incontrolável, é possível, chega, esconder nossa preguiça em uma hiperatividade absurda no ritmo do hoje, só irá nos fazer perder a hora, esquecer que os minutos existem, e até mesmo, não curtir a vida.
  
  
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segunda-feira, 4 de maio de 2015



Conto de Gustavo do Carmo


Depois de tantas frustrações românticas, aos 37 anos, Feliciano, enfim, arrumou uma namorada. Mas ela era divorciada e tinha um filho. E isso era um grande problema para ele, que odiava crianças. 

Feliciano não tinha paciência, principalmente com manhas e pirraças, e se envergonhava de falar em linguagem “tate-bitate”. Também não se achava maduro para ensinar e dar conselhos. Tinha medo de ser agressivo demais para corrigir e permissivo demais para agradar.
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domingo, 3 de maio de 2015

TEXTO : WEVERTON GALEASE

Foto da Amostra 'O BRASIL DE JOSÉ DA SILVA' - em cartaz em São Roque-SP
ADRIANO ÁVILA / DIVULGAÇÃO
 Esta será minha primeira dica cultural no 'Tudo Cultural', pegando carona no antigo espaço 'Dica de Segunda', este excepcionalmente em um domingo.

 Vamos conhecer Adriano Ávila, nascido em Alumínio, interior de São Paulo, carrega mundo à fora uma carreira fotográfica. E não poderia deixar de compartilhar com vocês, já que está em cartaz uma exposição aqui na cidade onde resido, falo de São Roque, vizinha a Alumínio. 'O BRASIL DE JOSÉ DA SILVA', uma série de 25 fotos, coloridas e em preto e branco, mostram a realidade brasileira, é o olhar de fora para dentro das resistentes comunidades tradicionais do país.

 A exposição ficará em cartaz do dia 9 de maio ao dia 4 de junho, no espaço 'La Família Tattoo Arte e Café', no centro da cidade, a entrada é gratuita e as fotos no final poderão ser compradas.
 *Rua Pedro Conti, 45 São Roque-SP (https://www.facebook.com/lafamiliatattooarteecafe)

 A amostra 'O BRASIL DE JOSÉ DA SILVA' já esteve em cartaz no Consulado Brasileiro de Sydney, na Casa da Aliança Francesa, em Salvador; e no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos, em Sorocaba.

ADRIANO ÁVILA

 Nascido em 1974, desde muito cedo esteve ligado à arte, como teatro, pintura e música, mas foi na fotografia que encontrou sua forma de expressão onde colocou a fusão dessas outras vivências artísticas. Dedica-se à pesquisa e à criação voltada à temática social a partir da cultura popular brasileira, registrando o homem brasileiro em conformidade e em conflito com o tempo e com o espaço onde vive. 
Suas obras já marcaram presenças nos Estados Unidos, Holanda, China e Austrália. Ávila é colaborador da NATIONAL GEOGRAPHIC.

 Na sequência, apresento-vos fotos, realizadas por Ávila.

                                                                                         



Neste link http://www.sambaphoto.com.br/images?photographer_id=162 é possível encontrar cerca de 300 fotos, com paisagens dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Por dudu oliva


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