sábado, 31 de maio de 2014


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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Por dudu oliva





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quinta-feira, 29 de maio de 2014

João Paulo Mesquita Simões

Sendo eu benfiquista, não queria de deixar passar esta data da morte de Eusébio da Silva Ferreira e
prestar-lhe aqui a minha homenagem.

Há muitos selos sobre o Benfica em Portugal e, no passado dia 6 de maio, os CTT emitiram uma coleção alusiva ao Pantera Negra.

Deixo aqui o link para que possam ler e ficar a conhecer melhor a história do Benfica e de Eusébio.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014



























Conto de Gustavo do Carmo


— Espera aí! Vou botar a camisinha.

— Ah! Meu amor. Estamos casados agora.

— Mas eu quero te proteger.

— Me proteger de quê?

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Por dudu oliva


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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Conto de Gustavo do Carmo



Marilene sentia-se infeliz e obesa. Estava desempregada e sem dinheiro. As amigas não a procuravam há anos. O jovem por quem se apaixonara havia acabado de se casar com a sua desafeta. E ainda era virgem.

Um dia, no auge do seu desespero, tentou se matar. Mas, antes de encontrar o revólver, achou uma velha bala na gaveta. Não a munição da arma e sim a guloseima. Era um drops, na verdade.

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sábado, 17 de maio de 2014


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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Por dudu oliva



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quinta-feira, 15 de maio de 2014











João Paulo Mesquita Simões



Trás-Os-Montes, província situada a norte de Portugal, fazendo fronteira com Espanha.

Este vídeo ilustra o selo, contando a história do fabrico deste instrumento nortenho.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014


Microcontos de Gustavo do Carmo 



Troca de corpo
Trocou de corpo com a mãe. Ela ficou revoltada. O filho conseguiu um emprego pela primeira vez. Quis ficar com o corpo da mãe para sempre. 


Lasanha 
A lasanha feita por sua mãe estava do jeito que ele gosta. Diabo raspou a tigela.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Por dudu oliva



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segunda-feira, 5 de maio de 2014



Crônica de Gustavo do Carmo

O filme De Volta para o Futuro (não lembro se o primeiro, o segundo ou os dois) apresentou uma cena de presente paralelo para mostrar como seria a vida do protagonista Martin McFly (Michael J. Fox) se ele tivesse mudado o seu passado. O pai seria rico, a mãe esbelta e ele mesmo teria um monte de filhos com a esposa gorda.

Com as lembranças dos vinte anos da morte de Ayrton Senna, em Ímola, em 1994, muita gente, com certeza, já imaginou como seria a sua história se ele não tivesse sofrido aquele acidente na curva Tamburello. Os mais influentes ainda escreveram e publicaram a teoria. O comentarista da Rede Globo Reginaldo Leme e o colunista do Jornal O Globo, Renato Maurício Prado já fizeram o exercício deles.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Por dudu oliva




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quinta-feira, 1 de maio de 2014

João Paulo Mesquita Simões


Após a queda do Estado Novo, Portugal ficou a ser governado por uma Junta de Salvação Nacional
chefiada pelo General António de Spínola. Mais tarde, em 1976, fizeram-se as primeiras eleições livres e democráticas e aprovou-se a Constituição da República Portuguesa.

Portugal era agora um Estado de Direito, reconhecido mundialmente, uma jovem democracia que tinha como ideais os três D - Democracia, Desenvolvimento e Descolonização.

Como é sabido, Portugal detinha como colónias portuguesas os hoje chamados PALOP - Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Eram eles Angola, Guiné, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.

Os sucessivos governos democráticos, tentaram sempre fazer o melhor para a jovem Democracia. Elegeu-se também democraticamente o primeiro Presidente da República e, em 1980, Portugal apresenta a sua candidatura à então CEE. 

Em 1986, Portugal é membro de direito da então CEE, hoje União Europeia.

Quarenta anos após a Revolução, muito há ainda para fazer. Somos livres, mas construir uma democracia leva anos e a nossa ainda é jovem. Há muito caminho por desbravar.

Hoje, quarenta anos após o primeiro 1º de maio de 1974, o Povo saíu à rua para se manifestar contra as medidas de austeridade do Governo. Só por isto, valeu a pena fazer a Revolução. Podemos sair à rua e manifestarmo-nos, podemos criticar o Governo, podemos ser Oposição, podemos falar, adquirimos direitos nunca pensados antes do 25 de abril de 1974, como o direito ao voto por parte das mulheres e outros valores que as mulheres adquiriram com a Revolução de abril.

Viva abril, viva Portugal!
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