quinta-feira, 31 de março de 2016


João Paulo Mesquita Simões


Emissão comemorativa de 1986, representa os castelos de Guimarães e Bragança. Desenhos de José Luís Tinoco e José Bèrnard Guedes, impressão a off-set pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12 x 12 - 1/2. Foram emitidos 1 milhão de selos de 22$50 ( Castelo de Guimarães), azul castanho verde amarelo preto, e 1 milhão de selos de 22$50 (Castelo de Bragança), verde castanho cinzento e preto. Sobre estes selos foi impressa uma tarja fosforescente. Foram emitidas carteiras com 4 exemplares de cada um destes selos, ao centro das quais foi impresso o Brasão da respectiva cidade.

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quarta-feira, 30 de março de 2016


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segunda-feira, 28 de março de 2016

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTO DE CAPA: DIVULGAÇÃO

MONTAGEM COM O TABLET: GUSTAVO DO CARMO, COM FOTOS DE DIVULGAÇÃO



Depois de ler A Bossa do Lobo, biografia do compositor e produtor musical Ronaldo Bôscoli, de Denilson Monteiro, li outra do autor, agora com a parceria de Eduardo Nassife e publicada pela Casa da Palavra (que pertence à Leya, selo do livro anterior): a do saudoso apresentador de TV Chacrinha. E a experiência foi ainda melhor.
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segunda-feira, 21 de março de 2016

Foto: Reprodução


Conto de Gustavo do Carmo

Além de não querer que a namorada sofresse com as suas manias, Albano morria de medo de ser mal visto pela futura sogra por não trabalhar e depender do dinheiro do pai. Assim, resistia a assumir um relacionamento mais sério.

Até que conheceu e foi fisgado por Lorraine, filha única e órfã de pai. Albano citou todas as suas manias, como mudar de canal da televisão toda hora, nunca frequentar missas ou cultos, boates e academias de jeito nenhum, cortar as unhas com a própria mão, entre outras. Ele também tinha vergonha de não ter nenhuma experiência profissional.

— Não se preocupe com isso. Vou dar um jeito.

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domingo, 20 de março de 2016


foi tão bom ouvir sua voz depois de tanto tempo
Que nem me lembrei por que paramos de nos falar...
E de repente toda a saudade que senti
Veio de uma vez só
Fazendo meu coração ficar apertado
E as lágrimas correrem livremente...
E tudo aquilo que nos separou
E parecia tão primordial
perdeu totalmente a importância
E a vontade de te abraçar, só não é maior
Que o medo que estou sentindo
Medo de me entregar de novo a esse amor
Medo de me deixar levar por esses caminhos tortuosos
Um medo sem sentindo
Por que eu me perdi no momento em que nos olhamos
Novamente...
Por que na verdade todo esses sentimento
estava apenas adormecido, esperando você voltar
Por que é sua a voz que me acalma
É seu o sorriso que quero ver pela manhã
E é suas mãos que quero segurar e nunca mais soltar.

#AninhaSuely #VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 18 de março de 2016

Por dudu oliva


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quinta-feira, 17 de março de 2016


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João Paulo Mesquita Simões


De construção romana, o castelo de Beja foi reconstruído

várias vezes nomeadamente nos reinados de D. Afonso III, D. Dinis e D. Fernando.

     Tinha quatro torres, cinco portas e dois postigos, que ainda existiam no fim do século XVIII, e de que hoje restam alguns trechos muito mutilados.

     No castelo, que é monumento nacional, destaca-se a torre de menagem; foi edificada por D. Dinis em 1310 e possui uma coroa de ameias piramidais. Do seu ponto mais alto goza-se panorama extraordinariamente belo, perdendo-se a vista pela charneca infinda que rodeia a cidade.

     Beja, cidade, sede de concelho rural, da província do Baixo Alentejo, compreende quatro freguesias: Salvador, Feira, S. João e Santiago Maior. É também sede de bispado e a sua fundação atribui-se aos Celtas, 400 anos a.C., embora tivessem sido os Romanos quem mais tempo ocupou esta cidade.

(Baseado na Enciclopédia Portuguesa Brasileira de Cultura, vol. 4)

     Neste 1º grupo ao qual pertence este castelo, os C.T.T. quiseram destacar este primeiro selo, a sua tiragem foi de 1 000 000 de selos, tendo sido desenhado por José Luís Tinoco e J. Bérnard Guedes. Circularam desde 18 de Fevereiro de 1986 até 31 de Dezembro de 1992.

O papel é esmalte “F” e denteado 12 x 121/2.
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segunda-feira, 14 de março de 2016



Microcontos de Gustavo do Carmo



Deixou levar
Deixou a Vida o levar para onde ela queria. Só que para o baile funk ele não iria de jeito nenhum.


Proa
Sua vida ia de vento em proa: andando para trás.


Devedor
Devia a sua Vida a ele. Sua esposa foi sequestrada porque ele a perdeu no jogo. 
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sexta-feira, 11 de março de 2016

Por dudu oliva





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quinta-feira, 10 de março de 2016


Retirado de "Álbum filatélico de Carlos Kulberg, pp. 78 e 79" [em linha] Consultado em 10 de março de 2016.


João Paulo Mesquita Simões


Começa hoje uma nova rubrica sobre os castelos de Portugal.

A primeira emissão de selos sobre este tema, data de 1946. Desenhos de Cottinelli Telmo em fonte directa das fortalezas, e gravuras a talhe doce de Karl Bickel. Impressos por Courvoisier S. A. (Suíça) sobre papel liso, em folhas de 25 selos com denteado 11,5. Foram emitidos 4 milhões de selos de $10 violeta claro, 1,5 milhões de selos de $30 castanho vermelho,1 milhão de selos de $35 verde, 10 milhões de selos de $50 cinzento, 1,5 milhões de selos de 1$00 vermelho, 1,5 milhões de selos de 1$75 azul, 1 milhão de selos de 2$00 verde escuro, e 1 milhão de selos de 3$50 castanho. 

Circularam de 1 de Junho de 1946 a 7 de Agosto de 1950.

A coleção é composta por nove selos, que representam o Castelo de Silves, que foi fundado antes da era cristã, foi conquistado aos mouros em 1060 por Fernando Magno rei de Castela e Leão, sendo reconquistado pelos mouros pouco depois. Em 3 de Setembro de1189 foi conquistado aos mouros por D. Sancho I voltando a cair em poder destes em 1191. Em 1242 no reinado de D. Sancho II, Paio Peres Correia toma Silves, de surpresa a Almançor, mantendo-se então sob a coroa de Portugal. O fortíssimo castelo que abraçava toda a povoação de Silves, é formado por altas muralhas guarnecidas de fortes torres pouco distantes umas das outras e protegidas por muros e fossos, sendo a sua porta em bronze. 

O castelo de Leiria não está desvendada a sua fundação, que uns atribuem aos colímbrios nos anos 300/350 AC, e outros aos romanos que tiveram a sua posse até 414 DC, data em que foi conquistado pelos suevos. Em 715 foi conquistado pelos mouros, sendo em 753 reconquistado pelos suevos, que o perderam a favor do rei de Córdoba em 850. Em 1134, foi o castelo conquistado por D. Afonso Henriques, que o reconstruiu. Em 1140 foi tomado pelos reis mouros, sendo reconquistado por D. Afonso Henriques em 1141/1142. Em 1194, no reinado de D. Sancho I os mouros tornaram a conquista-lo, mas pouco depois, o mesmo soberano o reconquistou para não mais sair das mãos dos portugueses. Construído no cimo dum monte, domina todas as terras em redor, e as suas muralhas abraçavam o Paço Real construído por D. Afonso Henriques.

O Castelo da Feira não está determinada a sua fundação, que é no entanto atribuída aos godos, quando no século IX estas invadiram a Lusitânia. Esteve sob o domínio romano e árabe até que em 990 passou para a posse do rei de Castela. Em 1093 passou para o domínio do Conde D. Henrique, mantendo-se em poder dos portugueses. O castelo tipo moradia feudal, compõe-se duma cerca de muralhas com ameias e seteiras, tendo duas portas e um postigo. A torre de menagem é quadrada, com um torreão a cada canto, sendo a sua construção atribuída aos mouros, por se tratar dum verdadeiro alcácer. Tem uma enorme cisterna, e um singular poço quadrado de grande profundidade e construído de pedra de cantaria. 

Castelo de Guimarães - Marcado pelos episódios que deram origem a Nação Portuguesa, o Castelo de Guimarães terá assistido também ao nascimento do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. A primeira estrutura militar construída em Vimaranes, (Guimarães) data provavelmente do século X, mandada edificar por, Mumadona Dias, que herdara do seu marido o governo das terras de Portucale. Esta estrutura defensiva tinha como finalidade a recolha da população em caso de ataque e a defesa do mosteiro que, Mumadona, também ali mandou edificar. Este mosteiro viria a ser alvo de muitas doações de Mumadona, nomeadamente terras, gado, rendas, objectos de culto e livros religiosos e também o próprio castelo, que na época não devia ser mais do que uma estrutura simples.  Estas terras são doadas, por volta do ano de 1100, pelo rei Afonso VI de Leão, a D. Henrique de Borgonha, pelos serviços prestados na luta contra os árabes, formando o Condado Portucalense. O conde D. Henrique e sua esposa, D. Teresa de Leão, instalam-se em Vimaranes, supondo-se que terão erguido um novo castelo, nomeadamente a torre de menagem e melhorado as estruturas defensivas à sua volta, passando a ser a sua residência. Neste castelo terá nascido D. Afonso Henriques, nele resistiu, já na sua luta pela independência, ao ataque das forças do rei Afonso VII, de Leão, em 1127, e no campo de S. Mamede, nas imediações da fortaleza, derrotou, no ano seguinte, as forças de D. Teresa, sua mãe. O castelo manteve a sua importância ao longo de vários séculos de disputas entre Portugal e Castela. Já no reinado de D. João I, em 1389, após mais um confronto com Castela, são executadas obras de reforço defensivo da cidade, que passou a designar-se Guimarães. Com os progresso militares, as muralhas e os castelos perdem importância e no século XVI, o castelo de Guimarães funcionava como prisão, função que um grupo de vimaranenses, em 1836, usou como justificação para pedirem a sua demolição, o que não seria aceite, e já no reinado de D. Luís, em 1881, o castelo é classificado como Monumento Histórico de Primeira Classe. Actualmente está classificado como Monumento Nacional.  

O Castelo de Almourol não se sabe a quem pertence a sua fundação, que uns atribuem aos Lusitanos e outros aos Romanos. Foi reedificado por D. Gualdim Pais em 1160, ficando na posse da Ordem dos Templários. Está situado num ilhéu no rio Tejo, na região de Constância, Tancos e Vila Nova da Barquinha. O castelo é formado por altas muralhas guarnecidas de ameias, a oeste com quatro torres circulares colocadas a distâncias iguais, no centro tem a sua torre de menagem igualmente ameada, e a leste mais cinco torres circulares, tendo junto á torre de menagem, mais uma torre quadrada. O desembarque no ilhéu é feito a Norte, mas a Sul há vestígios dum antigo cais. CASTELO DE LISBOA - Chama-do de S. Jorge, datando as suas primeiras fortificações do ano de 48 AC, quando da conquista da Península por Júlio César. Passou mais tarde para a posse dos bárbaros, e seguidamente dos árabes que muito melhoraram esta fortificação, construindo um castelo e uma cintura de muralhas que o cercavam e defendiam (cerca moira). Quando em 1147 D. Afonso Henriques conquistou Lisboa, já o castelo era uma poderosa fortificação militar, defendida por espessas e fortes muralhas, tendo no interior um alcácer onde residia a governador mouro, e três torres de grande altura e forte edificação (Torre de Menagem, Torre Ulisses e Torre de Abarrã ou do Haver, mais tarde chamada Torre do Tombo). D. Dinis nele edificou a Paço das Alcáçovas, que foi residência real até ao reinado de D. Manuel I. D. João I também realizou notáveis melhoramentos neste castelo, pondo-o sob a protecção de S. Jorge. Servindo longo tempo como aquartelamento e prisão, foi considerado monumento nacional em 1910, e completamente reconstruído em 1938.

Castelo de Bragança -  Parece ter sido fundado por D. Sancho no século XIII, e mais tarde restaurado por D. Dinis, tendo sido ampliado e novamente restaurado em 1390 por D. João I. Formado por duas tas de muros, de base geométrica diferente, atalaiados de torres e cubelos de formas variadas que cercam a sóbria e imponente torre de menagem de 33 metros de altura, coroada de merlões simples, flanqueada superiormente por quatro cantoneiras de ressalto, com “matacães” ressaindo do paramento. Janelaria e frestas de ogiva, e seteiras longitudinais e cruciformes. A porta ogival que se vê na face Norte, deveria ter acesso por uma ponte levadiça. CASTELO DE OUREM - Mandado construir por D. Afonso Henriques, que em 1158 o doou a sua filha D. Teresa, foi um forte baluarte, considerado quase como inexpugnável pelos da época. A sua bela torre de menagem com janelas em ogiva, sobressai como senhora das restantes torres que guarnecem as suas muralhas.





 
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segunda-feira, 7 de março de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Depois de quase vinte anos de espera, cobranças familiares e crises de raiva, choro e ansiedade por não conseguir defender seus argumentos de não trabalhar no que os pais desejavam e de ser esnobado pelos ex-colegas de faculdade e ex-amigos virtuais, chegou a vez de Aston brilhar.
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domingo, 6 de março de 2016

agora eu sou assim
fragmentos de mim
Uma versão inferior
não revisada pelo autor
Uma cópia não autenticada
Rasgada, danificada
Um Rascunho
Interminado, rasurado
Um manuscrito ilegível
Não crível...
Sou uma obra impublicável
Uma mera poesia
De gaveta
Sou treta...
Sou aquela que todo mundo erra
Que todo mundo
Ignora
Sou senhora
Da dor
Sou fracasso
Em flor...

#AninhaSuely
#VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 4 de março de 2016

Por dudu Oliva



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quinta-feira, 3 de março de 2016

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João Paulo Mesquita Simões


No passado sábado, num convívio entre amigos filatelistas, foi comemorado mais um aniversário da Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra - SF/AAC.

O tempo não convidava a sair. Chovia, caía granizo, fazia vento e muito frio. Mas o gosto pela Filatelia, fez com que nos encontrássemos na Feira das Velharias na Praça do Comércio em Coimbra, seguindo para um belo repasto num restaurante da cidade.

Após os comensais estarem satisfeitos com o fiel amigo, o bacalhau, dirigimo-nos   às instalações da AAC, onde foi feita a apresentação da medalha dos cinquenta anos pelo Autor. 

Uma votação para eleger o melhor selo e bloco do ano de 2015, foi realizada na sala da Secção Filatélica, seguida de um bolo de aniversário para assinalar a efeméride. 

 Durante o almoço, o convívio

O almoço

O excelente prato de bacalhau com alheira e legumes

 Troca de opiniões filatélicas
Apresentação da medalha, em que o Autor explica que se baseou no selo de D. Maria I de 25 reis

E também no logótipo da Secção Filatélica

A medalha dos cinquenta anos...

...e o granizo que se fez sentir.


O bolo do Aniversário



 
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