quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A Filatelia e as Redes Sociais

João Paulo Mesquita Simões





 Quando em 1970 com seis anos, comecei a colecionar selos, juntava-os, descolava-os em água, e depois colocava-os no meu álbum. Nessa altura, só colecionava selos portugueses. 

Mais tarde, apareceram os selos estrangeiros e os das antigas colónias portuguesas na minha coleção. 

Um dia, um vizinho e amigo meu, perguntou-me se não queria fazer parte e um cube japonês de troca de selos com pessoas de todo o mundo. Aceitei o desafio, e comecei a escrever para outros colecionadores dos quatro cantos do mundo, enviando selos portugueses e eles, selos dos seus países.

Tenho muitos selos dessas trocas. 

Depois, quando este clube acabou, fiquei cliente de uma casa filatélica que me ia enviando os meus selos temáticos, que ainda hoje continua.

Hoje, com as redes sociais, nomeadamente o Facebook, tenho vários colecionadores com quem me correspondo. A vantagem em relação ao clube japonês, é que podemos enviar em tempo real imagens dos selos que cada um de nós pretende, e perguntar se é possível arranjar.

As Novas Tecnologias, são de facto uma grande ferramenta, permitindo que à distância de um clique, se saiba o que cada um pretende para as suas coleções. Mas não invalida as cartas! É que para que as coleções pedidas sejam enviadas, o remetente envias-as por carta registada. E nessas cartas vêm sempre selos do país emissor. 

 
 

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