segunda-feira, 29 de agosto de 2016


Crônica de Gustavo do Carmo

Ao pé da letra, a palavra Remake significa, em inglês, Refaça, refazer...  Na cultura audiovisual, especialmente a música, o teatro, cinema e televisão, a palavra tem muita força e representa reproduções e readaptações com outros intérpretes, atores e diretores. Muitos remakes são feitos de outras formas. Em outros ritmos, no caso da música. Muitos são completamente diferentes do original, o que motiva muitas críticas, inclusive da minha parte.

Para mim, um remake, principalmente de novela, tem que ser o mais fiel possível ao original, abrindo algumas exceções para atualizações técnicas, de enquadramento e de comportamento para a nova época.
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domingo, 28 de agosto de 2016


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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Por Dudu Oliva


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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

João Paulo Mesquita Simões





No passado dia 8 de agosto, os CTT - Correios de Portugal, emitiram uma série de selos autoadesivos da ilha da Madeira, aproveitando imagem de outros selos normais e adaptando-as a esta nova modalidade filatélica que é o auto adesivo.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016



Conto de Gustavo do Carmo


Durante cinco anos, Adamastor prometeu para Verlaine que iria se separar da sua esposa. Ele não pôde pedir o divórcio assim que assumiu o seu caso amoroso porque precisava resolver algumas pendências profissionais, matrimoniais e familiares. 

Além de Adamastor trabalhar na empresa do pai de Dora, sua esposa, ele precisava discutir a divisão de bens, preparar os filhos pré-adolescentes e... faltava-lhe coragem também.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Por dudu oliva



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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

João Paulo Mesquita Simões







No dia 28 de Julho, os CTT Correios de Portugal lançam uma emissão filatélica dedicada à Calçada Portuguesa com quatro selos que a representam, nomeadamente no Jardim da Estrela em Lisboa, na Praça Velasquez no Porto, no Funchal na ilha da Madeira, e no Jardim Duque da Terceira nos Açores, além de um bloco com quatro selos da calçada portuguesa em Macau, Espanha, Brasil e Estados Unidos da América.
Foi no século XIX, onde as grandes correntes humanitárias se desenvolveram na Europa e fomentaram as grandes viagens e o Revivalismo, que Lisboa se revestiu da Arte Nova. Eusébio Cândido Pinheiro Furtado, Tenente de Armas da Cadeia do Castelo de São Jorge, promoveu um novo conceito de empedrar o chão ao estilo de mosaico, com pedras brancas e pretas, que passou a denominar-se calçada-mosaico.
Como primeira experiência utilizou o próprio átrio do presídio, depois, a uma nova escala, pavimentou a emblemática Praça Dom Pedro IV (Rossio). O trabalho desta Praça resultou num empedrado de 8712 metros quadrados, coberto de ondas a preto e branco. Com o crescimento da cidade, novas ruas foram pavimentadas com este conceito, passando a designar-se definitivamente por Calçada Portuguesa.
O Passeio Público encheu-se de elementos gráficos ligados à história da cidade, como caravelas e delfins. Nos anos 40 do século XX, a Calçada Portuguesa tem o seu expoente máximo na elaboração de grandes pavimentos como os da Exposição do Mundo Português e do Estádio Nacional e, mais tarde, já nos anos 60, a arte sai definitivamente à rua para ser admirada por todos. Nos finais do século XX, a Expo‘98 convidou alguns novos artistas-plásticos a desenhar para a calçada desenhos mais arrojados.
Para além de muitas cidades portuguesas, em alguns locais do mundo, onde a presença portuguesa teve influência, foi também aplicado este conceito, como é possível ver no bloco filatélico desta emissão nos quatro selos que constam no mesmo.
Esta emissão é composta por quatro selos e um bloco: um selo da calçada portuguesa em Lisboa, com o valor facial de 0,47€ e uma tiragem de 135 000 exemplares; um selo da calçada portuguesa no Porto, com o valor facial de 0,58€ e uma tiragem de 110 000 exemplares; um selo da calçada portuguesa na Madeira com o valor facial de 0,75€ e uma tiragem de 135 000 exemplares; um selo da calçada portuguesa nos Açores com o valor facial de 0,80€ e uma tiragem de 115 000 exemplares; e o bloco com o valor de 1,88€ e uma tiragem de 45 000 exemplares.
As ilustrações estiveram a cargo do atelier B2 Design e os selos têm um formato de 40 X 30,6 mm enquanto o bloco tem um formato de 125 X 95 mm.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas Lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal, e Antero de Quental  em Ponta Delgada.

In: https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/comunicacao-e-patrocinios/media/noticias/ctt-homenageiam-a-calcada-portuguesa-com-emissao-filatelica 


Bloco com quatro selos da calçada portuguesa em Macau, EUA, Brasil e Espanha



FDC com a série

 


 
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

“Você ainda é muito verde para a função.” Amarildo sempre ouvia isso. Desde procurar emprego até conquistar mulheres. O problema é que Amarildo já tinha 35 anos. Idade mais do que madura. Mas estava sempre verde. Sempre amarelava nas horas mais importantes.

Cursou jornalismo. Não fez estágio porque seu currículo ainda era muito verde para ter chances de uma vaga. No final do curso, estava verde porque não tinha experiência. Formou-se verde e branco. Branco de virgem no mercado e também no sexo.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Por dudu oliva



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quarta-feira, 10 de agosto de 2016



 Mini-Conto de Weverton Galease


  Piedade era carioca, fez um tour pela cidade maravilhosa antes mesmo de nascer. Seu pai Omar era bairrista de Paquetá, já sua mãe Ara de raízes do samba, era do Andaraí. Omar e Ara se conheceram em Santa Cruz numa festa entre amigos em comum num dos carnavais, desce uma gelada aqui outra ali, ambos acabaram pegando um táxi no auge da noite, e se encaminharam a um motel em São Conrado, queriam se conhecer melhor...claro que a gelada infiltrada no sangue os fez agir assim no impulso.

  Ali, naquele belo quarto, os dois começaram a namorar como nunca antes, havia alguns brinquedinhos ali, mas que ficaram de lado, os dois se garantiram tanto que dali pouco mais de dois meses, numa cruzada no Maracanã, Ara disse a Omar que estava grávida, os dois haviam se visto apenas aquele dia de carnaval, mas não se tornaria em um amor de carnaval, Ara não ficou ao abandono, e então Omar a convidou para ir até Botafogo, só pra dar uma volta mesmo, papo vai, papo vem, e não é que os dois começaram a se gostar, isto naturalmente.

  Então, resolveram após outros dois meses a irem morar juntos, ficaram pelas bandas de Paquetá, já que a casa de Omar era própria, o tempo foi passando e no auge dos nove meses de gravidez, nascia na Barra da Tijuca, a menina Piedade.

  Omar nunca soube o porque deste nome, que foi escolhido por Ara, e também nunca imaginou que Piedade não era sua filha, pois Ara já estava grávida antes daquela festa de carnaval, apenas usou Omar para se manter na sociedade tão cara em que se vive, pois Piedade não era uma virtude de Ara.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016



Microcontos de Gustavo do Carmo




Lá Fora
— A Verdade está lá fora. Disse a empregada. 
— Deixa ela esperando. Estou mais interessada na Mentira da TV. 


Dono
Se achava o dono da verdade. E era mesmo. Só ele tinha direitos para escrever a biografia de um conhecido cantor. Processou um pobre blogueiro. Ganhou a causa.


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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Por dudu oliva


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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

                                      MINI-CRÔNICA DE WEVERTON GALEASE


 Me senti um velho, derrotado...
 Foi numa manhã de segunda-feira...
 Pensando o porquê das coisas serem tão difíceis no dia-a-dia, e isto por muitos dias seguidos;
 Até parece recorde olímpico!
 Estava frio lá fora, mas parece que dentro de mim estava mais frio;
 O coração ainda batia normalmente, mas os bilhões de neurônios mostravam-se fora de linha;
 Tudo ficou tão claro só porque liguei a TV em um canal católico;
 O café feito pela cafeteira já descia amargo a partir do segundo gole no copo americano;
 Ainda que aquela programação falasse das mãos ensanguentadas de Jesus, parecia que a minha fé havia pulado a janela;
 Não queria escrever em um caderno o que sentia, pois seria só mais um desabafo;
 Então deixei que Deus escrevesse por mim;
 E foi isso que Ele havia lido na casca de minh'alma;
 Quem sabe eu tire um tempo à tarde e leio a bíblia...
 Sei lá, mas parece que estou no ano 2050, mesmo que seja por alguns minutos;
 Tomara que quando minha esposa retornar do trabalho, me dê um abraço bem quentinho;
 Mesmo que eu já tenha apagado às ruínas.
 Pobre Padre que tenta reanimar-me pela TV;
 Ele diz para eu não reclamar e amar mais.
 Rico Padre que tenta reanimar-me pela TV;
 Ele conseguiu colocar alguns neurônios na linha.

 E os neurônios mandaram-me reler minha mini-crônica 'No Ritmo do Hoje'
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016



Conto de Gustavo do Carmo



Prudêncio dos Santos passou boa parte da prova de triatlo atrás do primeiro colocado. Largou mal, enfrentou muita onda no mar e saiu da água em oitavo lugar. Ainda teve dificuldades para tirar a sua bicicleta do suporte e caiu para décimo-quinto. O líder Gumercindo dos Anjos já estava terminando o seu percurso de ciclismo.

Prudêncio se recuperou. Ultrapassou oito competidores e começou a correr em sétimo lugar. A pé ultrapassou mais cinco, mas ainda estava longe de Gumercindo, embora desse para avistá-lo.

Era uma promessa no triatlo. Mas nunca tinha ganho uma prova na sua vida desde que começou a competir aos 19 anos. Nas duas olimpíadas que disputou, conquistou uma medalha de prata e outra de bronze. De aclamado passou a ser cobrado pela mídia. Ganhou diversos apelidos, como o “Rubinho Barrichello do Triatlo”. Já estava com 30 anos. 
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