sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

SEM NEURAS

POR DUDU OLIVA

Não quero contestar que o preconceito é terrível para quem sofre e quem sofre deste mal sabe como dói. Mas, precisa-se não generalizar que todo caso seja realmente preconceito. Principalmente para não acontecer o que escrevi uma vez de que quando você briga com alguém, está realmente brigando com ela ou, na verdade, briga com outras pessoas que já te agrediram e situações que o afligiram? Sei lá, você projeta experiências vividas no passado. Logo, as brigas que você se envolve é a mesma que o aflige desde a origem de sua existência e só os cenários, os personagens mudam, mas, o contexto é o mesmo.

Hoje aconteceu um caso que me fez pensar sobre esta questão. Uma senhora e um rapaz estavam andando e falavam alto. Por causa da conversa com volume exagerado e a cor exótica da cabeleira do jovem chamaram minha atenção e da minha irmã e olhamos para eles. Outra mulher que estava atrás deles disse zangada: "Não sei por que as pessoas olham para o fulano?". A senhora respondeu que era preconceito contra ele.

Eu e minha irmã ficamos sem entender o motivo desta acusação, a gente olhou por olhar e não recriminou ninguém. Agora, se a pessoa se veste e pinta o cabelo diferente a tendência será dos outros verem, não é mesmo? Nem julguei ninguém e nem minha irmã! Não compreendemos a vitimização que a senhora vestiu no rapaz.

Portanto, acho importante analisar cada caso e não generalizar, projetando episódios antigos e se achar “A GRANDE VÍTIMA DE TUDO E TODOS”. Muitas vezes, uma pessoa olha por olhar ou de repente percebe algo inusitado e só.

Por favor, gente boa, sem neuras!

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