domingo, 31 de janeiro de 2016

Acreditava tanto no amor
Que o via em qualquer lugar
Estava sempre disposta
A se entregar, a recomeçar...
E Desperdiçava seu tempo
Sua energia
Com quem não merecia
Se jogava de cabeça
Sempre
Mesmo depois de tantos
Acidentes
Mas era sempre positiva
E achava que um dia encontraria
O amor da sua vida
Ainda nessa vida
E estava sempre disposta a tentar
De novo e de novo
- Aninha Suely
#VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Por Dudu Oliva



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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

João Paulo Mesquita Simões

Para iniciar uma coleção temática, temos de comprar ou trocar emissões completas de selos sobre o tema que estamos a abordar.

Mostrei-vos aqui a minha temática de faróis. Para conseguir construir essa temática, adquiri em primeiro lugar, todos os selos de emissões completas de Portugal. Depois, e com o passar do tempo, fui adquirindo selos do mesmo tema em trocas no Facebook, em lojas filatélicas e em trocas com amigos.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Por Narcélio Lima

O Romantismo no Brasil inicia-se principalmente com a obra Suspiros Poéticos e Saudades, de Domingos José Gonçalves de Magalhães, que traz no início um prefácio intitulado “Lede”, nele o autor trata do fim, do gênero e da forma, além de manifestar o intuito de sua obra junto ao leitor, enaltecendo sua particularidade ao se afastar das tradições clássicas que, segundo ele, ao falar de forma e gênero, o aprisionariam.
O autor sente-se livre e ousa na sua liberdade e usa de uma total individualidade criadora, a fim de exprimir suas ideias sem seguir nenhuma ordem já definida. Mais especificamente em gênero, o mesmo trata do seu objetivo de não imitar ou copiar modelos já ultrapassados; assim, seus versos surgem livremente, sem que haja apego às questões da métrica ou da rima.
No prefácio, o autor trata das instabilidades da história da humanidade, marcada pela injustiça e pela miséria, como se as páginas de sua obra trouxessem um eco de tudo isso, ou um resultado de tudo isso.
Na questão religiosa, o autor faz uma menção tema, enaltecendo o Cristianismo tanto no Lede quanto nos versos da obra que, segundo ele deveria “santificar as virtudes e amaldiçoar os vícios”. Como se a religião servisse de ponte para as virtudes
No que diz respeito ao patriotismo, o lede apresenta uma explicação superficial ao patriotismo, já que faz uso superficial da questão do índio e da natureza, estes que estarão um pouco mais evidentes nos versos.

Referência

MAGALHÃES, Gonçalves de. Suspiros Poéticos e Saudades. Disponível em: <http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/08144952189758473087857/p0000001.htm#I_1_ > Acesso em: 19 de março de 2015. 
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Conto de Gustavo do Carmo publicado originalmente em 24/08/2015

Ficaram sem se falar durante dez anos. Não por desencontros do destino, mas por briga mesmo. Por um motivo que Ulisses preferiu esquecer quando se reconciliaram. Cleonice indicou o seu nome à produtora de cinema onde trabalhava. Esta, então, decidiu produzir um curta baseado em um conto dele.
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domingo, 24 de janeiro de 2016



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sábado, 23 de janeiro de 2016


Enquanto você insistir em olhar para ele como se ele ainda fosse aquele que você conheceu a anos atrás, como se nada tivesse mudado entre vocês, de fato nada mudará, embora nada mais seja como antes...
Menina, quando você vai enfim enxergar as coisas como elas são? Quando vai parar de viver esse faz-de-conta que você mesma criou? Quando vai deixar de viver nesse seu mundinho imaginário cor de rosa e acordar para a realidade?
Sim, a realidade é cruel, mas mais cruel ainda é viver algo que só existe na sua cabeça... É continuar acreditando em príncipe encantado, quando você sabe que ele nada mais é que um sapo que não lava o pé.
#AninhaSuely #AcordaBelaAdormecida #AcordaPraVida
#VamosPoetizarOMundo
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Por dudu oliva



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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

João Paulo Mesquita Simões


Conforme fui avançando noutras postagens, aqui deixo hoje o Plano filatélico para 2016 dos CTT - Correios de Portugal.
Contudo, não será só este plano a ser explicado aqui, mas também outras emissões que não sejam portuguesas e que eu ache pertinente salientar.

  • Vultos da História e da Cultura
  • Desportos Radicais (3ª serie) - Autoadesivos
  • Museu Centenário Grão Vasco
  • Museu Centenário Abade Baçal
  • Desportos Radicais (3ª serie)
  • Jesuítas - Construtores da Globalização
  • Os Dias da Rádio
  • Madeira - Festas de Fim do Ano
  • 50 anos da Lubrapex
  • Cante Alentejano
  • Açores - Turismo Sustentável
  • Santuários Marianos
  • Europa - Ecologia
  • Tesouros dos Museus Portugueses (1ª serie)
  • 500 Anos de Contactos Portugal -India
  • Bairros Populares de Lisboa e Porto (1ª série)
  • Simetria Passo a Passo
  • 500 Anos de Contactos Portugal-Cochinchina
  • Peixes do Mediterrâneo
  • Centenário do 1º Voo Militar
  • Mamíferos Predadores de Portugal
  • Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro
  • Vinhas Velhas de Portugal
  • 450 Anos da Publicação da Obra Magna de Pedro Nunes - Petri Nonii Salaciencis Opera
  • 500 Anos do Correio em Portugal (1ª série)
  • 950 anos de Contatos Luso-Franceses
  • Cafés Históricos de Portugal (1ª série)
  • Indústria Conserveira Nacional
  • Brasões do Exército Português

Etiquetas Automáticas

  • 75 Anos da Liga Portuguesa contra o Cancro
  • Ano Unesco da Compreensão Global
 
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016


 Por: Narcélio Lima 

Datada do século XIV, a obra O Auto da Barca do Inferno faz parte de uma trilogia, em que também fazem parte: O Auto da Barca da Glória e o Auto da Barca do Purgatório. A obra satiriza e faz críticas à sociedade da época, que correspondia ao momento de transição entre Idade Média e Idade Moderna; do Feudalismo para o Capitalismo. Transição esta que também foi acompanhada pelo autor Gil Vicente, que, além do pensamento medieval, já traz à tona a ideia de libertação do homem.
A crítica da obra, como já foi mencionado, abrangia as classes sociais. Para isso, o autor trouxe personagens que fortemente seriam identificados pelas pessoas da época, envolvidos em elementos simbólicos de seus pecados da vida cotidiana. Podemos aqui citar o Anjo e o Demônio, personagens que trazem a dualidade do bem e do mal e do céu e inferno. É neste cenário que surge o pensamento crítico à igreja sobre seus métodos de salvar o homem de seus pecados. No texto, o Fidalgo, outro personagem daquele cotidiano, usa de alguns artífices para tentar escapar do inferno frete aos dois “juízes”.  É o que podemos observar no trecho seguinte:

ANJO —  Que quereis?
FIDALGO — Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do Paraíso
é esta em que navegais.
ANJO — Esta é; que demandais?
FIDALGO — Que me leixeis embarcar.

Sou fidalgo de solar,

é bem que me recolhais.

ANJO — Não se embarca tirania

neste batel divinal.  (Vicente)


OUTROS PERSONAGENS

Sapateiro: É tido como interesseiro, identificado como alguém da classe burguesa comercial.
Onzeneiro: Apegado ao dinheiro, possui grande ambição. Pelo seu falar correto, faz entender que o mesmo tivesse negócios com a nobreza.  
Alcoviteira: Brísida Vaz é tida como enganadora de homens. Ligada à prostituição e à feitiçaria.
Parvo: Apresenta-se como o ingênuo. É levando pelo anjo ao céu
Frade: Chega certo de sua salvação, mas acaba sendo condenado por falso moralismo.
Judeu: Representante da anti-fé cristã. O Anjo não acredita na sua fé no cristianismo, porém aceita levá-lo, mas não dentro de sua barca.
Enforcado: Teve uma vida terrena corrupta e vil, por isso foi condenado.
Quatro cavaleiros: morreram ao defender o cristianismo e foram para o Paraíso.

Todos esses personagens possuem características e peculiaridades que condizem, de certa forma, com o homem em sua classe social; trazem toda uma carga de problemáticas de uma época onde se percebia os valores do homem sendo atemorizados pela corrupção, vilania, impureza e pecado.  

Referências:

GUIDIN, Márcia Lígia. Auto da Barca do Inferno: Análise da obra de Gil Vicente. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/auto-da-barca-do-inferno-analise-da-obra-de-gil-vicente.htm>. Acesso em: 25 out. 2015.  

MACHADO, Marília Novais da Mata; VEIGA, Sônia. Auto da Barca do Inferno: O discurso da equidade e da desigualdade sociais em Gil Vicente. Disponível em:
< http://www.cei.unir.br/artigo123.html >. Acesso em: 25 out. 2015.

VICENTE, Gil. Auto da Barca do Inferno. Disponível em:

<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000107.pdf>. Acesso em: 25 out. 2015.
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Microcontos de Gustavo do Carmo
Originalmente publicados em 08/06/2015




Pipoqueiro
De tanto ser chamado de pipoqueiro pela torcida do seu time, o jogador de futebol pendurou as chuteiras e comprou uma carrocinha de pipoca. 


Fome de bola
Estava com fome de bola. Na miséria, o ex-jogador de futebol teve que se contentar com o resto de uma lasanha que achou no lixo. 

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sábado, 16 de janeiro de 2016


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

POR DUDU OLIVA

Não quero contestar que o preconceito é terrível para quem sofre e quem sofre deste mal sabe como dói. Mas, precisa-se não generalizar que todo caso seja realmente preconceito. Principalmente para não acontecer o que escrevi uma vez de que quando você briga com alguém, está realmente brigando com ela ou, na verdade, briga com outras pessoas que já te agrediram e situações que o afligiram? Sei lá, você projeta experiências vividas no passado. Logo, as brigas que você se envolve é a mesma que o aflige desde a origem de sua existência e só os cenários, os personagens mudam, mas, o contexto é o mesmo.

Hoje aconteceu um caso que me fez pensar sobre esta questão. Uma senhora e um rapaz estavam andando e falavam alto. Por causa da conversa com volume exagerado e a cor exótica da cabeleira do jovem chamaram minha atenção e da minha irmã e olhamos para eles. Outra mulher que estava atrás deles disse zangada: "Não sei por que as pessoas olham para o fulano?". A senhora respondeu que era preconceito contra ele.

Eu e minha irmã ficamos sem entender o motivo desta acusação, a gente olhou por olhar e não recriminou ninguém. Agora, se a pessoa se veste e pinta o cabelo diferente a tendência será dos outros verem, não é mesmo? Nem julguei ninguém e nem minha irmã! Não compreendemos a vitimização que a senhora vestiu no rapaz.

Portanto, acho importante analisar cada caso e não generalizar, projetando episódios antigos e se achar “A GRANDE VÍTIMA DE TUDO E TODOS”. Muitas vezes, uma pessoa olha por olhar ou de repente percebe algo inusitado e só.

Por favor, gente boa, sem neuras!
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

João Paulo Mesquita Simões


Continuando com mais um farol inserido numa fortaleza na minha cidade, deixo-vos aqui um texto informativo retirado de http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74200/, e as imagens dos selos, são comemorativas do Centenário da Figueira da Foz em 1982.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Um homem chega ao consultório de seu psicanalista e diz:
       – Doutor, a minha sogra chegará amanhã em minha casa. Não sei se o senhor entende, talvez entenda, não sei. O fato é que ela irá morar comigo e com a minha esposa, e a minha esposa quer que eu a receba em casa com um largo sorriso no rosto, senão ela irá se separar de mim. Não sei o que eu faço!  
           – O senhor tem tanta dificuldade assim de abrir um sorriso? 
           – Nessa situação será meio difícil, doutor! 
           – Eu aconselho o senhor pensar em algo positivo em toda essa situação! 
     Depois de ouvir essas e outras palavras, o homem saiu do psicanalista meio desacreditado, mas resolveu que iria tentar; porém, ao parar com o seu carro no sinal, avistou uma clínica de estética e cirurgia plástica. Teve ali uma ideia absurda e foi até lá. 
           – Doutor, me deixe com um sorriso no rosto! 
           – Como?! – Indagou o médico espantado. 
           – Um sorriso...Deixe-me com um sorriso... Pago à vista! 
           – Tudo bem, mas o senhor tem certeza que quer fazer? 
           – Absoluta! 
      No dia seguinte, foi feita a cirurgia. O homem saiu da tal clínica com um belo sorriso no rosto. As pessoas que cruzavam com ele na rua achavam que era um conhecido, ou que era um louco. 
     Assim, ao final do dia, ele seguiu para sua casa. Ao chegar, pôs o carro na garagem e entrou por uma porta que dava pra sala. Lá, encontrou a esposa aos prantos. Ela o abraçou, chorou no seu ombro e disse que a mãe havia morrido. Quando a mulher levantou o rosto e viu o largo sorriso do marido, não pensou duas vezes: saiu de casa no mesmo dia.

Autor: Narcélio Lima
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016



Conto de Gustavo do Carmo
Originalmente publicado em 01/06/2015

Tinha jurado nunca trair a sua esposa da mesma forma que o seu pai traiu a sua mãe com três amantes. Mas Armando quebrou o juramento. Traiu Débora, que era atriz, com uma repórter que trabalhava com ele no jornal.

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016


Por dudu oliva




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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

João Paulo Mesquita Simões


As emissões de selos para o ano de 2016, ainda não estão disponíveis na página dos Correios de Portugal.
Como prometi, irei ao longo deste ano, falar também de temáticas.
Coleciono vários selos temáticos. Hoje vou falar da minha temática de faróis.
Foi um tema que me despertou muito a atenção, pois como nasci na Figueira da Foz, cidade situada no centro de Portugal, voltada para o Atlântico, os faróis aí existentes sempre me fascinaram. Temos dois. Um está inativo, dentro de um forte. Falarei dele numa outra postagem. O farol de que vou falar hoje, está ativo e situa-se no Cabo Mondego. 
O texto abaixo, foi publicado também num outro blogue em que participo, e quero partilhá-lo convosco.
 

        Os faróis, dispersos pelas costas de todos os países, alertam a navegação da aproximação de terra.
         Na minha terra, também há um farol. O farol do Cabo Mondego.
         Trata-se de uma torre quadrangular branca, de alvenaria, com edifício anexo, tem 15 metros de altura. Lanterna branca, com varandim e cúpula vermelhos.
         Situado na extremidade da Serra da Boa viagem, remonta ao século XIX a torre primitiva que serviu de farol até inícios do século XX, foi construída em 1858 com a participação dos Engenheiros Gaudêncio Fontana e Francisco Maria Pereira da Silva.
Esta torre deu lugar ao atual farol, construído em 1917, formado por uma torre central e dois corpos longitudinais. O projeto inicial possuía um ótico lenticular de fresnel de segunda ordem alimentado a azeite; já o novo projeto dispõe de inovações técnicas, designadamente: eletrificação geral, sinais sonoros e radiofarol.
Este Imóvel está classificado como sendo de interesse municipal desde 2004.
Em 1987, os CTT lançaram uma emissão de selos onde conta este farol. O desenho e pintura foram concebidos pela famosa artista plástica Maluda.
Assim como os faróis comandam as embarcações marítimas, também o sonho comanda a Vida, tal como escreveu o poeta.
Não foi por acaso que escolhi este texto sobre faróis. Porque sendo o primeiro texto de 2016, quero desejar a todos um bom ano, e que os vossos faróis comandem as vossas vidas.

 
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


A seção Campeões de Audiência traz os textos mais lidos de 2015 entre todos os publicados por mim e por cada colaborador. O texto mais lido do ano no geral não será nomeado duas vezes. Dentro da sua categoria será escolhido o segundo mais lido.


Gustavo do Carmo - Estreia - Delivery (323) - Meu texto mais lido



Estava ligando para uma nova pizzaria. O restaurante para o qual ele sempre pedia tinha sofrido um incêndio há semanas e estava fechado. Já tinha coletado filipetas e anotado telefones de outras pizzarias antes disso e agora teve a oportunidade de mudar. (continua) 



Gustavo do Carmo - Microcontos - Concurso (213)


Limbo
O pai o obrigou a estudar para um concurso público. Sem saída, suicidou-se. Foi parar no limbo e precisou fazer uma prova para subir ao céu.


Testamento


Para a sua filha mais velha deixou, em testamento, todos os seus bens. Para o filho caçula deixou uma Folha Dirigida com uma lista de concursos abertos na véspera de sua morte.






Gustavo do Carmo - Reprise - Ponto Final (290)


Na volta para casa decidi pegar o ônibus no ponto final. O abrigo lotado. Não tinha lugar para me sentar. Estava morrendo de cansaço. Não quis esperarem pé. Estava muito quente. Mesmo com o sol assando o meu couro cabeludo preferi andar. Parado ele incide mais sobre a minha cabeça. Andando, pelo menos, vou uniformizando a fritura dos meus miolos. (Continua)



Gustavo do Carmo - Tarde Demais 26 - Reação (123)


Entrou aos quarenta minutos do segundo tempo. Fez o sinal da cruz e pisou com o pé direito no campo de jogo tão logo o juiz auxiliar levantou a placa eletrônica com o seu número e o do seu companheiro de time que ia sair. Foi abraçado pelo colega cansado como cumprimento. (Continua)



Gustavo do Carmo - Crônica - A Farsa do Perdão (166)


Tem umas pessoas “cheias de paz” por aí que ficam dizendo que o perdão faz bem... que o ódio faz mal para a saúde... Pura balela. Quando essa gente fica magoada não perdoa de jeito nenhum. Sequer pede desculpas. Se disser que perdoou está mentindo. (Continua) 



Gustavo do Carmo - Tudo na Cabeceira -  O Homem Volkswagen (248)



Biografia do executivo Wolfgang Sauer, que foi presidente da Bosch e da Volkswagen do Brasil e na América Latina, O Homem Volkswagen - 50 Anos de Brasil foi a terceira biografia de personalidade da indústria automobilística que eu já li. As outras duas foram a de Lee Iacocca, famoso ex-presidente da Ford e da Chrysler nos Estados Unidos, e a do herdeiro do império Fiat, Gianni Agnelli. (Continua)




João Paulo Simões - Livro "Conversas de Café" (181)



O Café é a segunda mais importante commodity transacionada no mundo (logo depois do petróleo). É também uma matéria-prima à qual os portugueses estiveram e estão muito ligados. Não só pela produção nas suas antigas colónias, mas também, e sobretudo, pela alta qualidade da investigação científica feita pelo Instituto de Investigação Científica Tropical em torno desta semente. Foi o IICT que desenvolveu estirpes de café resistentes a doenças e que estão hoje espalhadas por todo o mundo.





Aninha Suely - Eu preciso aprender (63)

Eu preciso aprender
A.não querer
Amar por dois
Tenho que saber

Continua


Weverton Galease - Roteiro do Vinho II - Ménage à Trois com arsênio ao extremo? (527)




Cerca de 83 marcas de vinhos foram direcionadas a processos nos Estados Unidos, o motivo? Os vinhos produzidos no Quebec, província francófona do Canadá, teriam cinco vezes além do nível máximo de arsênio. 



O texto mais lido do ano - Roteiro do Vinho III - O Vinho da Ilha do Fogo (539)

De Weverton Galease

Um projeto, uma solução? Foi assim que prosseguiu a 'entrada' de uma solução à Ilha do Fogo, em Cabo Verde, país lusófono africano. Com a ideia de promover um desenvolvimento à região, nasceu em 2005 o 'Vinha Maria Chaves', projeto com apoio do governo local, ao qual cedeu terrenos para o cultivo da uva durante 50 anos, e a partir disso, se tornar em um grande produtor de vinho. Porém, a região é de clima muito seco, o que fez com que houvesse um alto investimento em irrigação, foram necessários 6 km de rede ligada ao aqueduto, para garantir a irrigação 'gota a gota' todos os dias. (Continua)


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domingo, 3 de janeiro de 2016


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