sexta-feira, 31 de julho de 2015

Por  dudu  oliva


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quinta-feira, 30 de julho de 2015

João Paulo Mesquita Simões


Caros Amigos,

A Filatelia está a passar por uma crise. Há pouco material, as lojas filatélicas não recebem, a grande parte delas, novidades. Tudo isto porque o selo não está a vender, e os comerciantes não querem arriscar a comprar material, para ficar em stock.

Isto foi-me contado ontem por uma comerciante do Porto, cidade a norte de Portugal. E porquê?

Durante o ano passado e este ano, estão-se a comemorar dois eventos: os 175 anos do primeiro selo do Mundo, o Penny-black, e o Centenário da I Grande Guerra.

São dois temas que pretendo colecionar, tenho algumas peças que troquei com colecionadores de outros países via Facebook, mas ir a lojas filatélicas e procurar por esse material, é quase impossível!

Nesse sentido, resolvi aqui no TC, deixar esta Carta Aberta aos Colecionadores, que me possam ajudar a adquirir peças destes dois temas, quer por compra, quer por troca.

Agradeço desde já a vossa amabilidade.

Abraço!
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segunda-feira, 27 de julho de 2015



Crônica de Gustavo do Carmo


Na Festa Literária Internacional de Parati (a famosa FLIP) do ano passado, o consagrado cineasta Cacá Diegues, em sua palestra, se queixou de um aspirante a roteirista que o teria perseguido na cidade da costa verde fluminense para lhe entregar um roteiro. A muito contragosto, Cacá aceitou. Mas ficou debochando, dizendo que não era o estilo dele e sim de outro cineasta, José Padilha, diretor de Tropa de Elite, que teria inspirado o roteiro do aspirante. 

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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Por dudu oliva


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segunda-feira, 20 de julho de 2015


Crédito da imagem: Foto Search - 


Conto de Gustavo do Carmo

Somente aos quinze anos, Michel descobriu quem era a sua mãe. Foi criado pelo pai, Roberval, funcionário público, enquanto ela, Yvonne, jornalista, viajava o mundo como correspondente internacional de uma emissora britânica de televisão.

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sábado, 18 de julho de 2015


TEXTO: DIVULGAÇÃO COM EDIÇÃO DE GUSTAVO DO CARMO


Selo da editora Objetiva, o Foglio foi criado em 2012 para vender livros exclusivamente digitais, com textos de no máximo 30 mil palavras. No catálogo estão crônicas, contos, poemas, ensaios, pequenas novelas e reportagens como gêneros predominantes. O preço varia entre R$ 4 e R$ 8. A programação visual é padronizada, contendo apenas o título da obra, nome do autor e o do selo. Entre os autores estão Luís Fernando Veríssimo, Mário Quintana, Stephen King e Ana Maria Machado, de quem já li a sua coletânea de contos desta mesma coleção. 

Quando comprei o meu tablet, veio no Play Livros do Android uma amostra de Chamada de Suicídio, de Michael Connelly, um norte-americano nascido na Filadélfia em 1956, mas criado em Los Angeles, que levou para a literatura a sua experiência como repórter policial e ex-combatente do Vietnã. Um dos seus personagens mais famosos é o Detetive Harry Bosch, apelido de Hyeronimous Bosch, em homenagem ao pintor homônimo que viveu no Século XV. Seja investigando um caso arquivado ou um crime recente, Bosch persegue implacavelmente sua presa, sempre em busca da verdade.
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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Por dudu oliva




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quinta-feira, 16 de julho de 2015

João Paulo Mesquita Simões 





No passado dia 9 de julho, os CTT lançaram uma emissão filatélica dedicada aos Barcos do Mediterrâneo, onde estão representadas cinco embarcações que refletem as tradições mediterrânicas, não só pelos métodos de construção como pelas suas origens.
Desde a Antiguidade que Portugal, situado no extremo sudoeste da Europa, é visitado por diversas embarcações das culturas atlântica e mediterrânica. As influências da Arte da Construção Naval levaram os carpinteiros portugueses a usar dois métodos construtivos: o nórdico de tabuado trincado e o mediterrânico de tabuado liso.
Em Portugal persistiu a construção nórdica em todos os rios do noroeste, enquanto no Sul e na totalidade da costa portuguesa foi a tradição mediterrânica que se impôs. Na costa algarvia, nomeadamente na faixa litoral mais próxima da Andaluzia, verificou-se a introdução de tipologias mediterrânicas da família das barcas e não só. Exemplo disso é o calão, representado nesta emissão filatélica. O calão tem um esporão em forma de corno erguido e tanto se movia a remos como à vela e remos. Era frequentemente utilizado como auxiliar das armações do atum e como enviada do pescado de embarcações de maior porte da pesca do alto.
A canoa do alto, a canoa da picada e o caíque, apresentados em selos, foram embarcações veleiras de alto mar. As óptimas características dos seus cascos deram origem a embarcações de recreio usadas em regatas, nomeadamente pela Casa Real Portuguesa desde o século XIX.
O galeão foi introduzido no Algarve a partir da Andaluzia para ser usado na arte do galeão. A sua duração foi curta, tendo sido substituído por uma versão a vapor e, desde então, reconvertido para o transporte de sal.
Esta emissão filatélica é composta por três selos e um bloco: um selo canoa do alto com um valor facial de 0,45€ e uma tiragem de 155 000 exemplares; um selo calão com uma tiragem de 145 000 exemplares e um valor facial de 0,72€; o selo canoa da picada com um valor facial de 0,80e e uma tiragem de 115 000 exemplares; e um bloco com o valor de 1,80€ e uma tiragem de 40 000 exemplares.
O design esteve a cargo de Carlos M. Carvalho e os selos têm um formato de 40 X 30,6 mm enquanto o bloco terá um formato de 125 X 95 mm.


In. https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/comunicacao-e-patrocinios/media/noticias/ctt-lancam-emissao-filatelica-sobre-barcos-do-mediterraneo
 
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segunda-feira, 13 de julho de 2015



Microcontos de Gustavo do Carmo



Olhos
Só tinha olhos para o marido. Para as demais pessoas ela se fingia de cega.  


Outros olhos
Viu a esposa com outros olhos. Enxergava pela primeira vez depois do transplante de córneas que recebeu.


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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Por Dudu  Oliva



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quinta-feira, 9 de julho de 2015

João Paulo Mesquita Simões


É uma história contada em quadradinhos ou, mais exactamente, em cinco selos e o lince-ibérico é o protagonista. Este felino — um dos que estão mais ameaçados de extinção em todo o mundo, classificado como “criticamente em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza — foi desenhado pelo biólogo e ilustrador científico Fernando Correia em cinco selos dos CTT, que esta quinta-feira são lançados no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e passam a estar à venda nas estações de correio.
A partir de agora, o lince-ibérico (Lynx pardinus) pode viajar pelo mundo fora em cartas e postais, ou nas mãos de coleccionadores, comemorando o programa de reintrodução desta espécie em Portugal, através do trabalho desenvolvido desde 2009 no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico, em Silves.
Em 1950, estimava-se existirem cerca de 5000 linces-ibéricos na natureza, enquanto hoje restam menos do que 350, refere Fernando Correia, que é docente do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro. O programa, conjunto com Espanha, de reintrodução em Portugal desta espécie única da Península Ibérica prevê a libertação de dez animais no vale do Guadiana: já se tinham soltado seis e, na terça-feira de manhã, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas libertou mais dois em Mértola — as fêmeas Lluvia e Lagunilla, segundo foi anunciado esta quarta-feira.
O Katmandú e a Jacarandá foram os primeiros a ser libertados, em Dezembro de 2014, também em Mértola, e encontram-se bem, tal como acontece com Kempo, Loro e Liberdade. Já a fêmea Kayakweru, libertada a 25 de Fevereiro deste ano, teve pouca sorte: apareceu morta a 12 de Março e a causa da morte, como se apurou entretanto, foi envenenamento.
Nos cinco selos, Fernando Correia ilustrou cinco momentos do ciclo de vida desta espécie, organizados como se fossem uma “tira de banda desenhada”, o que lhe ocupou quatro semanas de trabalho. Começou por representar dois animais em cativeiro — neste caso, o macho Gamma e a fêmea Azahar, do Jardim Zoológico de Lisboa, e que foram os principais “modelos” para o trabalho do ilustrador científico, que passou ali alguns dias a tirar-lhes fotografias para captar certos pormenores, bem como a fazer esboços e “apontamentos gráficos de alguns comportamentos, como a maneira como saltavam, como se esticavam ou arranhavam as árvores”. A todo este trabalho juntaram-se ainda pesquisas bibliográficas e na Internet e a consulta de imagens de fotógrafos profissionais.
Depois do cativeiro, onde se espera que nasçam crias para serem libertadas na natureza, o momento seguinte que Fernando Correia ilustrou foi o do lince-ibérico já no seu habitat natural e a caçar a sua presa favorita, o coelho. Como o lince-ibérico é solitário e paciente, descreve o biólogo, tanto pode perseguir os coelhos, como esperá-los durante horas atrás de um arbusto, até aparecer um que fique ao seu alcance.
O terceiro momento representado foi o do descanso após uma refeição (um macho precisa de comer um coelho por dia e uma fêmea, se estiver grávida, pode ir até três). Já no quarto momento representa-se uma fase importante da vida destes animais: a procura de companhia para se reproduzirem, passando pelo chamamento de outro reprodutor. E, por fim, surge a reprodução da espécie na natureza, um quadro “mais esperançoso”, onde a progenitora está rodeada de quatro crias, o máximo que nascem em estado selvagem.
“Os selos podem contribuir para divulgar uma situação em que há um perigo e tornar as pessoas mais conscientes dele”, sublinha Fernando Correia, referindo-se à ameaça de extinção do lince-ibérico.

 In: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/o-linceiberico-viaja-agora-em-cinco-selos-portugueses-1694075









 
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terça-feira, 7 de julho de 2015

Mini-Crônica de Weverton Galease

MAYWEATHER E NADAL
SÍMBOLOS DO BOXE VS TENNIS

Imagem retirada de bansheemann7.com 
Quando acaba uma partida de tênis, os dois jogadores mal se falam. Trocam aperto de mão ainda chispando de ódio. 

Já no boxe, após socarem-se, inchados, sangrando, abraçam-se efusivos. Há afeto no abraço, reconhecimento - quase sempre - do talento e coragem alheios. Entre dois homens que se enfrentam fisicamente, após o máximo de tensão e raiva, surge admiração, o respeito, brota a amizade. 

O tênis é ao mesmo tempo o mais violento e o mais civilizado dos desportos. É tão violento, que se transformou no mais distinto e elegante. São 2 horas de uma pancadaria como não há outra em qualquer desporto. Dois seres humanos, com um tacape nas mãos, esbordoam uma bola com energia potente, por horas. É jogo silencioso. Olhar de lince, ação de espreita, jogo limpo, cada qual em seu território, nenhuma promiscuidade física, os debatedores olham-se ao longe, não se misturam, não se roçam, não sentem o cheiro do outro, tudo, sempre, civilizado, anti-séptico, vestidos de branco, toalha para o suor. E, no entanto, odeiam-se talvez porque jamais consegue transformar a raiva em atrito real, confronto entre forças físicas em choque. 

No boxe, o oposto. Luta dramática, agônica, a resistência em seu limite, abraços, baba, suor, sangue, cuspe, cheiros, a um passo da humilhação pela queda, a derrota patente, o cansaço, a superação, força, técnica e resistência misturadas, exaustão, estresse e o enorme orgulho, ao final, de haver logrado superar não o adversário, mas, sobretudo a si mesmo.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015



Conto de Gustavo do Carmo

Eram casados há quase vinte e cinco anos. Prestes a comemorem bodas de prata. Tinham dois filhos gêmeos adolescentes. Mas não faziam sexo há um ano. Na última vez foi de luz apagada. E Fabrício não gostou.

Arianna estava macia demais. E seus seios estavam muito espalhados quando deitada e finos demais quando em pé, mais parecendo um saco vazio. Aliás, quando ela ficava por cima, Fabrício sentia falta de ar. Quando acordava, já iluminado pela claridade do dia, se assustava com a sua aparência. Arianna estava ficando obesa e seu rosto já a identificava como tal.
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sábado, 4 de julho de 2015

TEXTO E FOTO: GUSTAVO DO CARMO


Desde que começou a trabalhar na editoria de esportes de O Jornal, do grupo Diários Associados, Ronaldo Bôscoli se destacou como jornalista, compositor, produtor musical e um dos criadores da Bossa Nova. Para alguns, Bôscoli é mais lembrado por ter sido namorado das cantoras Nara Leão e Maysa, além de ex-marido de Elis Regina e pai do seu filho mais velho: o músico e empresário João Marcelo Bôscoli. 

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Por dudu oliva



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