quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Como tratar selos autoadesivos

João Paulo Mesquita Simões


A nova moda de selos como eu lhe chamo, são os autoadesivos.

O selo já vem com goma autocolante atrás, de forma a que o utilizador o retire do papel plastificado e o coloque no sobrescrito.

Com efeito, é muito mais higiénico do que lambermos o dedo para colar o selo à carta. Por outro lado, tenho falado com colecionadores que nem aproveitam estes selos. Outros há, que os tratam de maneira diferente do selo gomado que, como sabemos, colocamos em água para se despegar do papel que o agarra.

Excluindo aqueles filatelistas que deitam este tipo de selos fora, vamos ver então como se devem colecionar estes selos.

Um selo autocolante ao ser colocado num sobrescrito, não deve ser mais retirado do papel.

Para o colecionar, o filatelista recorta o mais possível o papel em volta do selo sem o danificar, e é assim que o guarda no seu album. Nem pensar em colocá-lo em água. Isso danificaria todo o selo.

Como filatelista tradicional que sou, este tipo de selo não me fascina, pois não segue os parâmetros tradicionais da descolagem, secagem e armanezamento da espécie. Contudo, coleciono-os tal como expliquei em cima.

A imagem que aqui vos deixo, é de uma emissão dos CTT - Correios de Portugal, uma emissão deste ano já, sobre desportos radicais. São todos selos autoadesivos. 

Reparem como estão colocados no papel plastificado. Será assim que o colecionador os deve guardar.

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