quinta-feira, 27 de novembro de 2014

As redes sociais e a Filatelia

João Paulo Mesquita Simões


Lembro-me, de quando era mais jovem, trocar selos através de um clube filatélico japonês, em que nos era
enviado um caderninho com os nomes, moradas e tipos de coleções que cada um fazia.

Selecionávamos aquele ou aqueles países que nos interessavam, e escrevíamos aos filatelistas perguntando se estavam na disposição de trocar selos.

Ainda consegui juntar muitos selos estrangeiros, nomeadamente da antiga Checoslováquia, que hoje possivelmente e graças ao desmembramento do país em duas repúblicas distintas, terão algum valor filatélico.

Hoje, e com o aanço das Novas Tecnologias, as redes sociais desempenham um papel importante na Filatelia. 

São muitos os filatelisas que se encontram no Facebook. Além dos filatelistas, encontram-se também clubes e casas filatélicas. Tenho vários ligados ao meu perfil e, há uns dias, recebi um pedido de amizade de um senhor, também ele filatelista, que pretendia que o adicionasse. Adicionei, e temos conversado bastante. 

Sei que gosta de colecionar combóios e faróis. Por outro lado, eu também, dentro das minhas temáticas, coleciono faróis.

Vem pois a caminho da Malásia para Portugal, este envelope contendo coleções completas de, penso eu, faróis e animais da Malásia.

Estes intercâmbios são motivantes, pois ajudam a filatelia a não morrer. Quer cá, quer lá, a Filatelia é um hobbie. O que já não acontece no Brasil que é ciência. 

Ainda hei de investigar o porquê de a Filatelia ser hobbie e Ciência nuns e noutros países. Depois, mostrarei aqui as minhas conclusões.

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