sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Já aqui falei dos selos emitidos em outubro sobre o Natal em Portugal.
Para uma informação mais completa, deixo um texto sobre a origem do Natal, bem como a emissão completa dosseos "Natal 2013"

Segundo a tradição, o "presépio" é o conjunto de acontecimentos passados no local onde nasceu o Menino Jesus. Este local, em Belém (Palestina), era um estábulo escavado na rocha, onde se encontravam um burro e uma vaca (ou boi) que com o seu bafo aqueceram o recém-nascido Salvador. Hoje existe neste sítio a Basílica da Natividade (ou Nascimento), onde se pensa que desde o século V se reverenciaram sucessivas representações do acontecimento.
A palavra "Natal" significa à letra, em latim, dia do nascimento, e começou a ser comemorado no século V pela Igreja (depois de alguma resistência), no dia do solstício de inverno.
Do presépio começaram a fazer parte a certa altura os Reis Magos (sábios astrólogos, sacerdotes adaptados do culto mitraísta, da mitologia da Mesopotâmia e Pérsia), que vinham adorar o Menino (ofereceram-Lhe ouro, incenso e mirra, e representavam a submissão do paganismo) e foram conduzidos por uma estrela, assim como os pastores e seus rebanhos, que tinham sido avisados do importante acontecimento por um anjo.
A razão de o nascimento se ter dado num local tão pobre e improvisado deve-se à viagem que Nossa Senhora e São José estavam a empreender em direção a Belém, "capital" da casa dinástica de David (a que pertencia a Sagrada Família), para efetuar o censo populacional que o imperador Octávio Augusto tinha ordenado. Este censo pensa-se que ocorreu entre 6 e 4 a. C., o que confere ulteriormente uma idade superior a Cristo em relação à tradição dos 33 anos aquando da sua Paixão e morte na Cruz (que terá sido também depois de 33 d. C.).
Os Evangelhos de São Lucas e de São Mateus são a base bíblica deste tema da vinda de Jesus ao mundo terreno, tendo os animais aparecido por influência dos Evangelhos Apócrifos (não canónicos, mas tolerados pela Igreja), que interpretaram textos proféticos do Antigo Testamento.
Fez-se mais tarde na dita gruta uma réplica do presépio em barro, que foi mais tarde substituída por uma em prata, segundo o testemunho de São Jerónimo, que viveu ali perto no século IV.
Os cristãos primitivos tinham também o hábito de fazer pequenas cenas que representavam o nascimento de Jesus quando se reuniam nas catacumbas.
Nas primeiras igrejas, instituídas após o Édito de Constantino, em 313, aparecem já imagens da Natividade em frescos, grafitos e relevos.
Foi, no entanto, São Francisco, em 1223, quem introduziu a representação do presépio como comemoração vivente do dia do nascimento de Jesus, impulsionando a tradição ao propor na noite de Natal uma representação ao vivo em Greccio, cidade italiana onde se encontrava. De tal modo impressionou a missa e o ritual destinados a transmitir o mistério da encarnação de Jesus aos que não sabiam ler, que se tornou rapidamente popular por toda a Europa. Foi também no início deste século que se disseminaram as primeiras representações em vulto perfeito (esculturas).
As representações e os materiais variavam consoante as épocas e as culturas, tendo, por exemplo, os cristãos de tradição oriental difundido a cena sobretudo em mosaico e os europeus, nos primórdios, em figuras de barro. Um exemplo de excelência do que acabamos de referir é o Presépio de Machado de Castro, que data do século XVIII.
O presépio atual baseou-se no modelo napolitano do século XVIII, e a partir dele foram inseridos nos presépios os mais diversos elementos referentes à identidade cultural do produtor, dando-se largas à imaginação e aparecendo uma imensidão de figuras (incluindo algumas de origem pagã) e situações heterogéneas que nada tinham a ver com o relatado nos Evangelhos.
Foi, portanto, na época barroca que o presépio teve mais projeção, dada sobretudo pelos jesuítas, e no século XVIII foram-se inserindo diversos episódios, além do da Natividade propriamente dita. Neste mesmo século, com o advento do Iluminismo, os presépios foram proibidos em certos sítios, como por exemplo na Baviera (sendo no entanto nesta mesma zona onde se encontra uma das maiores coleções de presépios do mundo, no Museu Nacional do Mónaco).
No século XIX, o gosto pelo orientalismo refletiu-se nas representações, sobretudo na segunda metade, enquanto que na primeira houve uma preferência pelas paisagens.
Algumas das representações mais bem conseguidas e afamadas são a de Arnolfo da Cambio, em figuras de madeira, que se encontra ainda hoje na igreja romana de Santa Maria Maggiore (1289), as pinturas de Jerónimo Bosch (Adoração dos Pastores, 1510), Domenico Ghirlandaio (Adoração dos Pastores, 1485), Stefan Lochner (A Adoração do Menino, 1445), Giovanni Battista Tiépolo (Adoração dos Magos, 1753) e Gerrit van Honthorst (Adoração dos Pastores, 1617), os relevos do altar gótico da igreja de St. Wolfgang (localidade homónima no Saltzkammergut, Áustria), da autoria de Michael Pacher.

Presépio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-11-27].
Disponível na www: .
0

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


Crônica de Gustavo do Carmo

Que o estado do Rio de Janeiro perdeu importância e influência na política, economia e cultura nacional desde que a capital do Brasil se mudou para Brasília estamos carecas de saber. Se não tivéssemos ganho o direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016, a situação estaria  bem pior.

Não vem ao caso agora discutir o abatimento do helicóptero da polícia militar por traficantes, um dia após o anúncio do Rio como sede, em 2009. Quero falar de outra marginalização que estão aprontando com o Rio de Janeiro. Não exatamente a associação da cidade à violência e pobreza nos noticiários. Mas na publicidade e dramaturgia.
0

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Por dudu oliva




0

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


João Paulo Mesquita Simões


0

segunda-feira, 18 de novembro de 2013



Conto de Gustavo do Carmo


Passava pela porta da igreja quando uma mendiga, suja e de cabelos desgrenhados, gritou com voz sôfrega:

— Moço, dá uma ajuda aí?

0

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões

Luís Vaz de Camões, referenciado como o Poeta da Língua Portuguesa, autor de "Os Lusíadas", obra poética que descreve a viagem de Vasco da Gama à Índia e os feitos dos portugueses, ficaria extremamente desiludido com aquilo que em pleno século XXI estão a fazer à Língua Portuguesa.

A partir de 1 de janeiro de 2014, o Português vai sobrer alterações na sua língua.

Dizem que é para que haja um maior entendimento entre Portugal e os PALOP.

Pessoalmente, não concordo com este acordo. Potugal foi pioneiro nas descobertas marítimas, levando consigo a Língua e a Fé Cristã. Ora se a partir do próximo ano, palavras que tenham vogais que não se leiam são abolidas, como por exemplo "excepção" que passará a ser escrito como em brasileiro "exceção", meses do ano e dias da semana em minúsculas. Palavras que até agora eram separadas por hífen deixam de o ser, como "mini-saia" passa a escrever-se "minissaia", é um verdadeiro atentado à Língua Portuguesa e a quem a levou aos quatro cantos do Mundo!

Mas os "entendidos" acham que está muito bem e que vai para a frente o tal Acordo. Assim, a partir do próximo ano, qum não escrever segundo as novas regras, está a dar erros ortográficos.

Um dos países que não assinou este Acordo foi o Brasil. Penso mesmo que se insurgiu contra ele.

Concordo com o Brasil. Concordo que, se nos PALOP todos falamos a mesma Língua, a de Camões, acho que cada país deve usar as suas expressões que os caracterizam e diferenciam. 

A isto chama-se "Cultura de um Povo"!

Deixo aqui dois selos que fazem a série de Camões, e gostava que lessem oss versos do Poeta.

Como são tão atuais!
0

segunda-feira, 11 de novembro de 2013



Microcontos de Gustavo do Carmo



Foi embora
Sua Inspiração foi embora com a mulher e o amante. Era o nome da sua única filha.


Aeroporto
Esperou pela Inspiração no aeroporto. Ela chegou acompanhada do marido.

0

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Por dudu oliva



0

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

João Paulo Mesquita Simões


Caros Amigos,

Deixo-vos aqui um link de um blogue português, sobre uma emissão de selos dos Açores sobre apicultura.
Assim, ficam os Filatelistas e todos os Leitores deste blogue, com uma ideia de como é uma pagela, e os selos que a compõem, num trabalho desenvolvido pelos CTT-Correios de Portugal.

http://osamigosdafilatelia.blogspot.pt/2013/10/filatelia-emissao-apicultura-acores.html


0

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Foto: Reprodução


Conto de Gustavo do Carmo

Além de não querer que a namorada sofresse com as suas manias, Albano morria de medo de ser mal visto pela futura sogra por não trabalhar e depender do dinheiro do pai. Assim, resistia a assumir um relacionamento mais sério.

Até que conheceu e foi fisgado por Lorraine, filha única e órfã de pai. Albano citou todas as suas manias, como mudar de canal da televisão toda hora, nunca frequentar missas ou cultos, boates e academias de jeito nenhum, cortar as unhas com a própria mão, entre outras. Ele também tinha vergonha de não ter nenhuma experiência profissional.

— Não se preocupe com isso. Vou dar um jeito.

0

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Por dudu oliva




0

Arquivo do blog