quinta-feira, 23 de maio de 2013

O investimento em colecionismo

João paulo Mesquita Simões





A partir de um link que o Gustavo me enviou sobre a firma Stanley Gibbons, vou tecer algumas considerações.

Conheço de nome esta firma. Foi a eles que recorri para obter autorização de publicação do primeiro selo do mundo, o Penny black, para o meu livro.

Tal como a Stanley Gibbson, outras firmas ligadas ao coleccionismo, dedicam-se ao investimento. Por exemplo, aqui em Portugal, foi a Afinsa.


Como o próprio artigo diz, este investimento não é para qualquer
coleccionador. É para grandes coleccionadores, possuidores de grandes fortunas, que querem ver o seu capital aumentar e compram selos raríssimos com erros de impressão como já aqui referi e que valem muitíssimo dinheiro.
Depois, há aquele investidor imobiliário, ou aquele investidor que pretende aplicar o seu dinheiro em cotas destas firmas.
Surge assim uma economia de mercado, que faz movimentar dinheiro, logo a economia.
Mas reparem! Não é a economia daquele da classe média. Esse não tem dinheiro para adquirir selos raros que valem milhões!
É sobretudo para aqueles que têm muito dinheiro são coleccionadores e o seu investimento é feito unicamente em peças raras como selos, moedas, quadros valiosos e outras obras de arte.
É por essa razão, que firmas como esta, procuram outros mercados no estrangeiro em busca de novos investidores e abrem aí as suas sucursais.
O negócio do selo, ainda é rentável, sobretudo para as camadas de coleccionadores mais abastadas, que compram a qualquer preço selos como o Penny-black, Olho de boi e D. Maria II, entre outras raridades.

Nenhum comentário:

Arquivo do blog