terça-feira, 30 de outubro de 2012




A hora da despedida chegara. Ele sabia que esse momento chegaria, mas não tão cedo. Desde que a conhecera que ele esperava. Kamila. Ele falou o nome alto pra sentir o gosto na língua, ouvir o som e sentir o cheiro. Kamila. Ele repetiu e sua boca encheu-se de água.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Por dudu oliva





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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

No ano em que celebramos a consagração do Fado como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a presente emissão filatélica presta homenagem a esta tradição viva que partilhámos com o mundo através da arte de diferentes gerações de criadores. Herdeiro de uma dimensão temporal aproximada de duzentos anos, o Fado continua hoje a construir-se e a recriar-se, em pleno século XXI. Tradição viva, com raízes profundas e presença estruturante na história do País, o Fado foi, desde a sua génese, no século XIX, capaz de integrar influências poéticas, musicais, culturais e tecnológicas diversificadas, desenhando um percurso de gradual consagração, ao longo do qual ultrapassou todas as fronteiras a que inicialmente foi sujeito.






Selos

€0,32 - 235 000



€0,47 - 145 000



€0,57 - 135 000



€0,68 - 185 000



€0,80 - 135 000





In: E-mail recebido dos CTT



2 x €1,00 - 2 x 145 000
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sábado, 20 de outubro de 2012



Por Gustavo do Carmo
Conto originalmente publicado em 16/7/2011

Toca o telefone de um apartamento de classe média no Rio de Janeiro. O dono da casa, cansado depois de um dia cheio de trabalho, quase dormindo, vai atender. Um silêncio no outro lado da linha e um ruído de escritório. Enfim, uma mulher de sotaque paulista fala:

— Eu queria falarr com o senhorr Jacinto Rego Aquino Leite?
— É ele. Rosna.
— Boa tarrde, Jacinto. Quem está falando é Renata do provedorr Sampa OnLine. O senhorr pode estar nos dando alguns minutos da sua atenção?
— Não. Minha filha. Não posso. Cheguei cansado do trabalho e estou quase dormindo. Estou de pé desde as cinco da manhã.
— Senhorr, esta ligação é imporrtante.
— NÃO QUERO ASSINAR NADA, PORRA!!!

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

por dudu oliva





Eu não entendo. Eu não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Eu sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. Bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: eu quero entender um pouco, não demais. Mas pelo menos entender que eu não entendo.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões




A 9 de Maio de 1912 inaugurou-se o 1.º Salão dos Humoristas Portugueses, momento importante para a história da arte e da cultura portuguesa novecentistas. A exposição decorreu em Lisboa, ao Chiado, onde o Grémio Literário abriu as portas para acolher as obras de vinte e oito artistas. Inusitadamente, recebeu a visita de Manuel de Arriaga, Presidente da jovem República, fazendo eco na imprensa da época, que terá procurado adquirir uma peça de cada um dos expositores. O evento resultava dos esforços da Sociedade de Humoristas Portugueses, constituída no ano anterior, sob a emblemática presidência de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, filho e sucessor do notável artista Rafael Bordalo Pinheiro, já desaparecido, homenageado com dezoito litografias da sua autoria, à entrada do Salão. Outros dois nomes, também já falecidos, foram igualmente recordados: Francisco Teixeira e, de maior relevo, Celso Hermínio. Mas, a presença do mestre Rafael Bordalo cumpria um outro sentido, servindo de «caução» a toda esta geração de bordalianos e, sobretudo, aos novos humoristas de traço modernista.
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sábado, 13 de outubro de 2012

Gustavo do Carmo 


Discussão
O menino espantou-se com a discussão violenta dos pais. Perguntou se eles estavam brigando.
— Não, meu filho. Estamos ensaiando. Respondeu a mãe.
— Mas vocês não são atores.


Visão
— Eu vejo gente que se entorta. Disse o menino na platéia do circo durante o número do contorcionista.


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sexta-feira, 12 de outubro de 2012



Por dudu oliva



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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões


A criatividade das crianças é muito fértil desde que os deixemos divagar à sua vontade. Têm uma imaginação prodigiosa e, a partir de um tema dado, vão buscar milhentas coisas.

Questionam vezes sem conta os mais velhos, dialogam uns com os outros, por vezes berrando até. Mas o que sai das suas pequenas grandes cabeças é o exemplo das imagens destes selos.

Há que entender a Criança. O pedagogo deve deixá-la fluir. Os pais também.

Só assim, se consegue combater a literacia do nosso povo.

Criando, a criança está a contribuir para o seu desenvolvimento inteletual e para o seu futuro, pois serão elas os Homens e Mulheres de amanhã que se espera bem melhor do que os tempos que vivemos hoje.

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sábado, 6 de outubro de 2012


Conto de Gustavo do Carmo, baseado na canção De Repente, Califórnia, de Lulu Santos e Nelson Motta



Anunciou para a namorada que iria pra Califórnia. Sonhava viver a vida sobre as ondas. Ser artista de cinema. Achava que o seu destino era ser star.

Se imaginava com o vento beijando seus cabelos, as ondas lambendo suas pernas, o sol abraçando o seu corpo e acreditava que seu coração cantava feliz...

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Por dudu oliva



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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

João Paulo Mesquita Simões

Tenho, no meu blogue, um questionário que coloco com certa periodicidade.
A questão que coloquei e está a votação até novembro, é se as pessoas sabem o que é um postal máximo.
Estive há pouco a consultar esse questionário, e fiquei surpreendido.
Há dois votos no "Não". As pessoas não sabem o que é um postal máximo.
Dado o exposto, vou deixar aqui para a Comunidade Brasileira e não só, o que é um postal máximo.
Quando nos Correios é emitido um selo comemorativo, é possível fazer também o seu postal bem como o carimbo de primeiro dia.
Assim, a junção do postal com o selo colado e o carimbo todos referentes ao mesmo tema, é um postal máximo.
Em 2010, comemorou-se o Centenário da Implantação da República.
Deixo uma imagem de um postal máximo, onde podem observar a mulher que simbolizou a República, o selo com o seu busto e o carimbo também com o seu busto.
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