quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Quando se começa a colecionar selos

João Paulo Mesquita Simões

Quando somos pequenos, começamos a colecionar cromos de futebol, saquetas de açúcar, berlindes, caricas de garrafas de sumos, etc..

Mas há uma altura da nossa vida que desperta para uma coleção mais a sério, porque somos maiores, temos outra visão da vida, e já não somos aquelas crianças que acumulam lixo como coleção.



Então, porque vimos os nossos Pais ou os nossos Avós, ou qualquer outro membro da nossa família, ou do nosso grupo de amigos a colecionar selos ou moedas, nós, com os nossos sete, oito anos, pouco mais, achamo-nos uns homens e umas mulheres e decidimos começar uma coleção de selos.

Começam a surgir as dúvidas. Uma panóplia de perguntas são feitas ao nossos familiares e amigos que já são colecionadores e que nos ajudam nessa nossa árdua tarefa de juntar os retângulos pequeninos que vêm nas cartas que recebemos em casa.

Estragamos alguns, porque não sabemos como se descolam do papel. Depois de ensinados, somos uns barras no assunto.

Trocamos agora selos com os nossos amigos, como antigamente trocávamos as caricas, os cromos de futebol, os pacotes de açúcar. Aumentamos assim a nossa coleção.

Mais tarde, quando somos adultos, muitos de nós seguimos dois caminhos:

Ou continuamos a colecionar os selos e realizamos bons investimentos em coleções que podemos vir a expor, ou simplesmente abandonamos, acabando por dar ou vender a um amigo ou familiar que por este tema se interesse.

Eu fiz a minha opção. Continuei a minha coleção!

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