quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mais vale selo que parecê-lo

João Paulo Mesquita Simões


Numa conversa informal que tive com uma pessoa, entre muitos assuntos, falou-se de coleccionismo.

Ao dizer que coleccionava selos e que tinha um blogue, a minha interlocutora disse-me que no emprego onde está, lhe aparecem muitas cartas ainda seladas, coisa pouco vulgar hoje em dia.

Mas felizmente que ainda as há!

Desta conversa ainda fiquei a ganhar, pois a senhora vai-me arranjar esses selos.

Depois do que falei aqui sobre a extinção do selo e perante este episódio, será este último um caso isolado, ou estaremos a voltar ao selo colado nas cartas?

É uma incógnita. Mas não deixa de ser um fenómeno interessante e digno de ser estudado. Até que ponto o selo consegue vencer as Novas Tecnologias.

É um caso para ser acompanhado estatística e históricamente.

Nós filatelistas, deveríamos contribuir para esse estudo e divulgá-lo em publicações sobre o tema e outras, de forma a que chegue ao público em geral.

A melhor fonte estatística, são os CTT. Esses, como detentores do selo, são os mais interessados em vendê-lo e saber dizer se tem havido aumento ou decréscimo na venda de produtos filatélicos. Depois, cabe-nos a nós filatelistas, darmos também o nosso contributo.

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