quinta-feira, 23 de julho de 2009

1938 - Emissão Comemorativa do Congresso Internacional do Vinho e da Uva

Por
João Paulo Simões






















Esta emissão foi feita a pedido do Presidente da Comissão Executiva do 5° Congresso Internacional da Vinha e do Vinho. Desenho alegórico de José da Rocha Pereira, e gravura de Gustavo de Almeida Araújo. Imprimidos na Imprensa Nacional Casa da Moeda, foram emitidos em folhas de cem selos com as seguintes cores e valores: $15 violeta, $25 castanho, $40 lilás e 1$75 azul escuro. O denteado é de 11,5.


Este Congresso foi realizado em Lisboa, de 15 a 23 de Outubro de 1938. O desenho da emissão representa uma videira no meio de um cacho de uvas. Este desenho foi muito criticado na época, por não fazer qualquer alusão ao Congresso e representar umas uvas tão grandes que quase pareciam ovos ou amêndoas da Páscoa.

(Baseado em Livros Electrónicos de Carlos Kulberg)








Um pouco de História...



As últimas investigações arqueológicas, permitem admitir terem sido os Fenícios quem trouxe o vinho pela primeira vez apra o território que é hoje Portugal. Segundo a historiografia portuguesa moderna, estes navegadores oriundos do Médio Oriente, utilizavam o vinho para trocas comerciais desde o século VIII a.C. e, sobretudo, no século seguinte.Portugal é um pequeno território peninsular sulcado por dezenas de rios de norte a sul do país. Alguns destes rios foram entrada dos povos da Fenícia e da Grécia. Estes navegadores pretendiam obter metais, emtroca do vinho, manufacturas e azeite.
Assim, foram trazidos para a Península Ibérica novas castas e a arte de bem fazer o vinho.
Depois, os Romanos, aquando da invasão, contribuiram para a modernização e cultura da vinha. Com a queda do Império Romano, o vinho continuou a ser produzido por outros povos.
Com a fundação de Portugal, o vinho passou a ser o produto mais exportado e, sobretudo, na segunda metade do século XIV com a Expansão Portuguesa. Mais tarde, no século XVII, o vinho do Porto, passou a ser reconhecido internacionalmente.
Mas nem tudo eram boas notícias. No século XIX, a filoxera dizimou muitas vinhas e só no fim deste século é que a vinha recomeçou a ressurgir e, no princípio do século XX, foram demarcadas.


(Baseado em “Portugal vinhos cultura e tradição” do Círculo de Leitores e http://www.portugalweb.pt/historia-vinho-portugal.html)


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